quinta-feira, 2 de abril de 2020

Saiba a importância de uma instalação elétrica bem feita

Um dos projetos mais importantes em uma construção ou reforma, é o de instalação elétrica. Uma vez que a tecnologia de equipamentos, a automação e a iluminação precisam de alimentação elétrica, e todos os circuitos devem atender às normas técnicas para evitar sobrecargas ou aquecimento do sistema.




Todos sabem a dor de cabeça que dão os problemas elétricos, eles podem ir de lâmpadas queimadas a complicações maiores, como choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios.

Contudo, a elaboração de um projeto elétrico pode prevenir todas esses problemas e é de extrema importância para garantir a sua segurança, evitando acidentes. Dessa forma, proporcionando a economia do seu sistema e o funcionamento adequado dos seus aparelhos.
 
O projeto elétrico é a representação gráfica e escrita das futuras instalações elétricas da sua obra. Portanto, é onde serão definidos e indicados os pontos de iluminação, as tomadas, os interruptores, os circuitos elétricos, a posição do quadro de distribuição e dos dispositivos de proteção. Desse modo, levando em conta as futuras demandas do sistema, como por exemplo, aparelhos eletrônicos, portões elétricos, ar condicionado, elevadores, entre outros.

A execução do projeto é realizada por profissionais da área elétrica e norteada por algumas normas. Desse modo, é garantido que os projetos não venham oferecer riscos a edificações, aos seres humanos, animais, bens materiais. Sendo, uma das mais conhecidas, a norma NBR 5410, que dispõe sobre instalações elétricas de baixa tensão.


O que é um projeto elétrico?

O que é levado em consideração em um projeto elétrico? 

O projeto elétrico leva em consideração o ambiente e as suas necessidades, ou seja, quantos equipamentos serão ligados naquele cômodo e quais são os seus tipos. Além disso, também considera o número de pessoas que usarão os espaço e as atividades a serem desempenhadas por elas.

 

Qualquer um pode realizar o projeto?
Quando o assunto é instalação elétrica, um especialista é indispensável. Uma vez que erros relacionados à eletricidade podem ser fatais ou muito graves, como curto-circuito, incêndio, queima de aparelhos etc.

O sistema elétrico é muito complexo e perigoso caso projetado de forma inadequada. Por isso, a contratação de um profissional capacitado é importante para garantir segurança, conforto e, até mesmo, economia.

Um sistema elétrico residencial visa suprir as necessidades dos moradores, seguindo os padrões de segurança, objetivando economia e bom funcionamento. Assim, projeto também deve ser acessível, flexível e ter capacidade de reserva. 

Que tipo de obra necessita de um projeto de instalação elétrica?

No primeiro momento você pode achar que o projeto elétrico só serve para obras grandes como prédios e indústrias. No entanto, o ideal é que todo tipo de construção, como residências, estabelecimentos comerciais, possua um projeto elétrico bem planejado.




Além de trazer segurança e melhorar a eficiência do seu sistema, é um investimento que traz muitos benefícios a longo prazo. Ademais, sua obra estará de acordo com as normas vigentes, evitando futuras complicações.
Por isso, todas as instalações elétricas deveriam ser executadas a partir de um projeto elétrico.

Por que ter por um projeto elétrico?

Imagine, você decide instalar um sistema de alarme na sua empresa e descobre que a fiação elétrica específica para alarme, não está devidamente identificada na planta da casa? Ou então, na hora de instalar uma luminária em sua residência? O que deveria ser uma instalação rápida e simples, pode acabar se tornando um grande problema.

Muitas vezes, os imóveis novos contam com a garantia de alguns anos e, mesmo assim, é incômodo ter que lidar com problemas de construção e de estrutura, quando a sua única preocupação deveria ser aproveitar a casa e realizar a manutenção necessária para sua preservação.


Segurança em primeiro lugar

Você já deve ter ouvido o ditado, “prevenir é melhor que remediar”, não é diferente na instalação elétrica. Ao abrir mão desse investimento, você colocará em risco sua família e os eletrodomésticos de sua casa, já que o dimensionamento de carga incorreto pode queimar e causar grandes transtornos. Dessa forma, com o projeto elétrico, isso será analisado para que não ocorra. 

Economia ao investir

Além disso, o projeto elétrico possui informações básicas que são muito importantes durante a sua obra ou reforma, como por exemplo, a metragem dos fios que serão necessários para a instalação. Sem isso, você não terá como fazer um planejamento com antecedência e pode acabar tendo que comprar esses materiais às pressas. Assim, fazendo com que ocorra problemas, como falta de material ou desperdício.

No final, você acaba economizando mais ainda por fazer um planejamento melhor e mais completo.

Pense na praticidade

Esquecer de colocar tomadas em algum cômodo, não dispor tomadas suficientes para que o ambiente seja funcional, instalar tomadas na altura errada, ter uma má distribuição da fiação para a caixa de energia, entre outros. 

Esses pequenos problemas acabam tornando os ambientes pouco práticos ou seguros aos moradores. Além disso, o projeto elétrico diminui drasticamente a possibilidade de ocorrer curtos-circuitos, choques elétricos, mal desempenho dos aparelhos em operação e, até mesmo, incêndios. Assim, ter um bom projeto elétrico é indispensável!

Minha residência não possui um projeto de instalação elétrica, e agora? 

Seja para a sua casa, empresa ou indústria, o serviço de instalação elétrica deve contemplar todas as particularidades de uma instalação adequada. Além disso, eletricidade é um assunto que exige muito cuidado, já que qualquer erro pode ser grave ou fatal, como curto-circuito, incêndios, queima de aparelhos e outros.

Ter um profissional qualificado para realizar o seu projeto elétrico é essencial, já que garante sua segurança, conforto e economia, evitando preocupações futuras. Assim, ter um projeto completo garante que sua residência ou empresa, tenha todas as funcionalidades necessárias.

Seguindo todos esses critérios, você terá um sistema de energia seguro, prático e eficiente. Dessa forma, o seu imóvel ficará dentro de todas as normas exigidas.

Sua casa ou comércio, ainda não possuem um projeto elétrico? Não se preocupe, a Energética Serviços pode te ajudar! Entre em contato conosco e marque uma reunião.

Fonte: https://projunior.com.br/saiba-a-importancia-de-uma-instalacao-eletrica-ser-bem-feita/

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terça-feira, 31 de março de 2020

O que é rede estruturada?



A rede estruturada é constantemente utilizada em empresas, principalmente de médio a grande porte, pois possuem um grande número de dados a serem compartilhados, sistematicamente. Dessa forma, é necessário que a rede de computadores da empresa esteja em sincronia e consiga se comunicar sem perda de dados, além de suportar um grande número de informações. Para isso é montada a rede estruturada que, além de conectar dois ou mais computadores entre si, envolve componentes como cabo (de cobre ou fibra ótica), switch, hub, roteador, patch panel, etc.

Portanto, a rede estruturada organiza todo o cabeamento (voz, dados e imagem ou quaisquer outros sistemas de baixa corrente) existente no local, oferendo suporte para futuras instalações e tecnologia e a qualquer equipamento de telecomunicações. Com objetivo de garantir a todos os usuários uma sistematização adequada e facilidade ao processo de funcionamento da empresa, bem como o fluxo de informação. Confira abaixo exemplos de rede não estruturada e rede estruturada:

 Rede não estruturada

Rede estruturada

A diferença é clara, a rede é toda organizada, de modo que além do funcionamento de dados, imagem e voz sejam eficientes, a manutenção seja também eficiente, através de uma estrutura e uma rede antes projetada. Na rede estruturada é utilizado um gabinete como na imagem acima, onde é organizado os fios que estarão ligados aos patch panel representado na imagem abaixo:

Patch Panel

Fonte: https://www.getninjas.com.br/guia/reformas-e-reparos/eletricista/o-que-e-rede-estruturada/

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segunda-feira, 30 de março de 2020

Qual é a diferença entre tela de arame e Rede Laminada?

Com o grande aumento no número de arrombamentos em imóveis nas mais diversas brasileiras, a procura por formas de deixar a residência mais segura também cresceu.
As famílias estão optando por cercas de segurança e Rede Laminada para tentar intimidar os meliantes e evitar o roubo.

Tela de arame ou Rede Laminada?

Toda propriedade precisa de proteção, seja em sítios, chácaras, casas, condomínios ou empresas.

Assim, a cerca Rede Laminada ou telas de arame são necessárias para delimitar terreno, de forma simples e eficaz.

Mas no momento de escolher o tipo de proteção, por qual optar?

O mercado oferta uma grande variedade de telas e redes para cercas, mas cada uma tem funções específicas, sendo melhor indicada para cada caso.

Aqui especificamente falaremos a respeito das diferenças entre a tela de arame e a cerca de segurança em Rede Laminada.

São semelhantes na aparência, mas diferentes na eficácia.

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O que é exatamente Tela de Arame?

A tela de arame é composta por arames trançados entre si, formando losangos ou quadrados estreitos e com alturas variadas, seja para um simples cercado de jardim quanto para uma quadra esportiva. Ela é recomendada para delimitar espaços em condomínios e casas, e pode ser aplicada em grades para formar portões, cercado para animais, entre outros. Assim, quando bem instaladas, não oferecem risco às crianças e público em geral. Podem ser complementadas com arame farpado, caso seja necessário.

O que é Rede Laminada?

A Rede Laminada é destinada a segurança de terrenos.
Ela é composta por lâminas pontiagudas que perfuram em caso de contato com a pele ou objeto.
É fabricada em um material extremamente resistente a mudanças climáticas e não pode ser cortado com ferramentas comuns como alicate e tesoura.

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Pode ser utilizada em diversos tipos de imóveis como terrenos, casas térreas, sobrados, quadras, empresas, entre outros. Alguns modelos podem ser eletrificados e que dão choque quando estão em contato.

Quais são as vantagens?

Resistência

Por ser feita em aço que é resistente a mudanças climáticas e a cortes e rompimentos do material, a Rede Laminada é durável e não necessita de grandes manutenções. A rede tem alta durabilidade, não sendo necessárias muitas trocas durante os anos e sua limpeza é simples, sendo preciso apenas um pano úmido e álcool.

Segurança

As cercas e Redes Laminadas ajudam a desestimular a invasão ao imóvel. O meliante ao ver que não há espaço suficiente para pular o muro e adentrar na residência acaba desistindo e os mais ousados que tentam invadir acabam feridos. Por isso a segurança do morador é uma das principais características.

Manutenção

Por causa do material em que foi fabricada, a rede não necessita de grandes manutenções e assim faz com que seja econômica para a família.

Quais locais a Rede Laminada pode ser instalada?

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A Rede Laminada é perfeita para diversos tipos de aplicações, como muros, quadras, terrenos diversos, empresas, alambrados, igrejas, escolas, entre muitos outros. É necessário verificar a altura em que será instalada para evitar acidentes com pedestres, crianças e animais diversos.

Fonte: http://perimetralseguranca.com.br/blog/qual-e-a-diferenca-entre-tela-de-arame-e-rede-laminada/

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sexta-feira, 27 de março de 2020

Sensores de presença de estranhos: tipos e como funcionam


Os sensores de presença são equipamentos que detectam invasões em um ambiente e emitem um alarme. Esse alarme pode ser um ruído audível dentro do local ou um aviso a uma central de monitoramento ou até mesmo o comando para ligar uma luz.

Cada sensor de presença tem um estopim para ser acionado, o que geralmente reflete no nome do produto – infravermelho, por micro-ondas ou de ruídos. Eles são essenciais em um sistema de segurança, pois conferem uma nova camada de proteção além das barreiras físicas.

Conheça os diferentes tipos de sensores de presença

 

Os sensores de presença podem ser divididos em dois grandes grupos: os infravermelhos e os de emissão de ondas. Existem também tecnologias que juntam os dois tipos para diminuir as chances de alarmes falsos. Normalmente esses tipos são empregados em locais com trânsito de animais ou com diferenças de umidade e temperatura – como jardins, por exemplo.

Sensores de infravermelho: eles detectam a presença de uma pessoa através do calor. O funcionamento é baseado na emissão de luzes invisíveis que ao perceberem um objeto no meio de seu trajeto medem os fótons para verificar a temperatura. Se a temperatura condiz com a de um ser humano (entre 36,5ºC e 40ºC) o alarme é acionado. Ele não é recomendado para ser instalado próximo a janelas com grande exposição ao sol, lareiras ou sistemas de calefação.

Sensores por micro-ondas: a base deste sistema é a emissão de pulsos em forma de ondas pelo ambiente. Quando há uma interrupção no padrão dessas ondas, ele considera que há alguém no local e emite um alarme.

Sensor acústico: outra possibilidade é o sensor de presença emitir ondas de som com frequências entre 22kHz e 45kHz, que são inaudíveis por ouvidos humanos. O sistema trabalha a partir do eco dessas ondas e quando há uma reação anormal ele é ligado.

Como utilizar sensores de presença

 

Os sensores de presença podem ser utilizados tanto sozinhos quanto acoplados a outros equipamentos que são ligados quando o sensor detecta alguma movimentação fora do padrão. Veja algumas das opções:

Sozinhos
Os sensores de presença podem ser utilizados associados ou não a uma central de monitoramento. Eles podem tanto emitir sons quando detectar um evento fora do padrão quanto acionar as autoridades. Normalmente os sistemas são pequenos e de fácil colocação em locais escondidos.

Acoplados a luzes
Uma boa maneira de manter sua casa mais protegida e ainda economizar energia elétrica é utilizar um sensor de presença que está associado a um sistema de luzes. Esse tipo é muito usado em garagens e corredores de edifícios e áreas externas de residências. Ele funciona como o mesmo padrão dos sensores citados acima, mas ao invés de emitir um alarme sonoro, ele envia um comando para acender as luzes.

Acoplados a câmeras de monitoramento
Os sensores de presença também podem ser acoplados a câmeras de monitoramento. Nesses casos, a câmera pode ser programada para começar a gravar somente quando algum sensor é acionado ou que a partir de um comando do sensor ela faça frames do invasor da casa. Em casas com sistemas de automação, quando uma câmera com sensor de presença verifica que algo incomum está acontecendo, ela avisa o morador via e-mail ou mensagem de texto.

Fonte: https://arguscontrol.com.br/blog/sensores-de-presenca/

quinta-feira, 26 de março de 2020

Qual sistema de interfone para condomínios é o mais ideal?



O interfone para condomínios é essencial para a segurança e bom funcionamento condominial. Por meio dele a comunicação entre o porteiro e os condôminos é facilitada, bem como a entrada de visitantes e prestadores de serviços.

Na hora de instalar o interfone para condomínios, surge a dúvida a respeito da melhor maneira de fazer isso e qual tipo de sistema é o mais ideal.

Para facilitar essa decisão, explicaremos quais as principais características dos três sistemas de interfone para condomínios disponíveis no mercado.


Por que instalar um sistema de interfone para condomínios?

Por meio de um sistema de comunicação interna, também chamado de PAX, é possível que haja uma maior comunicação entre moradores do mesmo prédio ou condomínio, ou de departamentos distintos de uma empresa. Para os condomínios, o interfone é ainda mais importante, já que possui também uma comunicação direta com a portaria e oferece a possibilidade da liberação de entrada dos visitantes. Dessa maneira, além de facilitar a comunicação, o interfone para condomínios funciona como um dispositivo extra de segurança.

Além da comunicação interna, é possível também que o PAX realize ligações externas, caso seja interligado à uma central PABX. Sendo assim, o sistema de interfone para condomínios é a melhor maneira de facilitar a comunicação e reforçar a segurança de todos os condôminos.

Quais são os sistemas de interfone para condomínios disponíveis?

São três os tipos de sistemas de interfone para condomínios disponíveis no mercado: sistema analógico, sistema digital e sistema por PABX.

Sistema de interfone analógico

Esse sistema de interfone para condomínios permite a comunicação entre o interior da casa e o exterior do condomínio, com o objetivo de identificar visitantes e prestadores de serviço e liberar a sua entrada. A liberação acontece de maneira automática e é acionada por meio de um botão, instalado junto ao interfone interno. A comunicação entre condôminos também é possível, mas, só pode ser feita por intermédio da central, ou seja, só é possível a comunicação interna desde que seja intermediada pela portaria. É o sistema mais comum e mais indicado para residências e condomínios com poucos apartamentos.

Sistema de interfone digital

O sistema digital funciona, a principio, da mesma maneira que o analógico. Dois fones, um interno e outro externo, se comunicam de maneira direta, havendo a possibilidade da liberação de entrada por meio do acionamento de um botão. A diferença, que torna o digital mais prático, é a possibilidade da comunicação direta entre apartamentos. Dessa maneira, não é necessário nenhum contato primeiramente com a portaria, uma vez que o interfone para condomínios com sistema digital é integrado diretamente com todos os apartamentos. Além disso, a qualidade da ligação é superior nesse tipo de sistema, o que eleva um pouco os custos, tornando-o mais adequado para grandes condomínios.

Sistema de interfone por PABX

O PABX é uma central telefônica, que permite realizar e receber chamadas de vários ramais, simultaneamente. Além da possibilidade de atender as ligações internas, seja dos outros condôminos, da portaria ou de algum visitante que queira se identificar, o interfone para condomínios, quando integrado ao sistema PABX, permite também ligações externas, ou seja, funciona também como um telefone comum. Esse tipo de sistema é muito utilizado por empresas, de pequeno ou grande porte, e por condomínios que, além de área residencial, conta também com salas empresariais.

Qual sistema de interfone para condomínios devo escolher?

Antes de escolher o interfone para condomínios ideal, é fundamental saber quais são as necessidades de todos os que moram no condomínio e farão uso desse sistema de comunicação. Também é preciso levar em conta a intensidade com que o sistema será usado. Não faz sentido, por exemplo, instalar um sistema de interfone PABX se a única utilidade será atender aos visitantes. Também não é viável instalar um sistema analógico em um grande condomínio, principalmente se há comunicação constante entre os condôminos, porque isso acabaria sobrecarregando os funcionários da portaria e o atendimento seria prejudicado.

Portanto, não existe um modelo de sistema de interfone para condomínios que seja melhor e outro pior. O que cabe ser observado é a adequação de cada sistema às necessidades dos condôminos.

Se você pretende instalar uma central de interfone para condomínios ou ainda têm dúvidas a respeito de qual sistema utilizar, entre em contato com a Energética Serviços! Atuamos há 20 anos no mercado de segurança eletrônica, com os três tipos de interfone para condomínios, além de CFTV, automatização de portões e demais sistemas que deixarão a sua casa ou empresa mais seguras.

Entre em contato, conheça todas as soluções que oferecemos e peça seu orçamento!

Fonte: https://ser-tel.com.br/interfone-para-condominios/

quarta-feira, 25 de março de 2020

Controle de acesso: a peça-chave para a segurança da sua empresa


A atenção e o cuidado com a segurança das empresas são cada vez mais necessários e estão amparados por uma tecnologia que vem evoluindo rapidamente. Nesse universo, o controle de acesso se destaca como ponto-chave de um bom sistema de proteção patrimonial.

Existem diversas maneiras de realizar a gestão do fluxo de pessoas e veículos em uma empresa. Essa é uma importante medida para a organização e segurança do ambiente de trabalho. Continue a leitura e saiba tudo o que você precisa sobre controle de acesso, a peça-chave para a segurança da sua empresa.

O que é controle de acesso?

Quando se trata da segurança de uma empresa ou de um condomínio residencial, o controle de acesso é uma atividade essencial. Na verdade, é a primeira iniciativa com vistas à proteção patrimonial e das pessoas que ali frequentam ou residem. Mas, afinal, o que é exatamente o controle de acesso?

Todo sistema de segurança visa, antes de tudo, garantir que só estejam no ambiente as pessoas autorizadas. Nesse sentido, moradores, visitantes, colaboradores locais, clientes, fornecedores e entregadores são os principais frequentadores possíveis.

Desse modo, é preciso desenvolver uma estratégia para certificar-se de que apenas as pessoas certas poderão adentrar e circular pelo local. Esse é o papel do controle de acesso que, por sua vez, pode ser definido como o gerenciamento desse fluxo de entrada e saída de pessoas e veículos.

A grande importância do controle de acesso é que ao ser adotado, a forma de entrar no espaço protegido fica padronizada e não mais conforme a vontade de cada pessoa externa ou interna. Cria-se uma regra comum, ao mesmo tempo em que se inviabiliza o acesso e a circulação desautorizada.

A estratégia e o respectivo sistema de segurança a ser implantado dependem de diversas variáveis. Assim, é preciso levar em conta, entre outras:
  • as condições estruturais locais;
  • as características da região onde está inserido o condomínio ou a empresa;
  • o volume de pessoas e veículos que transitarão;
  • a política de segurança adotada no local (quando existente e quando não deve ser proposta).

Portanto, o controle de acesso efetivo não se alcança simplesmente instalando um portão e contratando um porteiro. Existem muitas possibilidades de burlar uma condição assim tão simples. Contudo, um bom planejamento de controle de acesso pode trazer maiores garantias de segurança. Entenda melhor, a seguir!

Como ele funciona?

Essencialmente, o controle de acesso funciona a partir de uma sequência simples de operações:
  • o interessado em acessar o local se aproxima e informa o destino ou a pessoa com quem deseja falar;
  • a estrutura do sistema adotado impede fisicamente o acesso;
  • o sistema (com porteiro presencial ou não) identifica o interessado;
  • o sistema confere se o interessado está autorizado (ou o destinatário é contatado e, então, se autoriza ou não o acesso);
  • o sistema libera ou não o acesso do interessado.

As variações se dão em razão de condições locais e do sistema de acesso adotado. Nesse sentido, a tecnologia tem sido a grande aliada da segurança, propiciando inúmeros meios e instrumentos para se definir o sistema de controle de acesso mais adequado a cada situação.

Desse modo, existem soluções para um simples prédio de condomínio de escritórios, assim como para um grande conglomerado de torres comerciais. Todas são assistidas por um sistema de segurança que utiliza o controle de acesso mais adequado a cada uma.

Assim, por exemplo, o acesso ao estacionamento até as salas comerciais constitui uma estratégia. Por sua vez, o acesso direto para as salas comerciais por pessoas, que deixaram o veículo do lado de fora, envolve outra abordagem.

Todas as possibilidades voltadas para controlar o acesso de pessoas e veículos a um perímetro de segurança basicamente variam em função da tecnologia adotada. De todo modo, seja o sistema mais complexo ou mais simples, a tecnologia, sobretudo a digital, faz toda diferença.

Qual a diferença entre controle de acesso físico e digital?

A escolha do tipo de mecanismo de controle de acesso encontra disponibilidade em uma infinidade de soluções desenhadas para esse fim. Todas essas possibilidades podem ser reunidas em dois grupos: controle físico e controle digital, ainda que com situações mistas.

Para fins de avaliação das diferenças entre um e outro, parte-se do pressuposto que a barreira perimetral pode ser a mesma. Assim, tanto para o sistema físico de acesso, como para o digital, a área está devidamente murada ou cercada (alambrado, cerca).

Da mesma forma, a utilização de mecanismos de segurança contra invasão também pode ser comum. A área pode dispor de cerca elétrica, concertina e outros instrumentos de persuasão. O que fará a diferença, de fato, é a forma de controlar a entrada e a saída.

Controle de acesso físico

Desde a antiga e rústica porteira com cadeado, o controle de acesso físico evoluiu junto com a própria arquitetura dos prédios e com a tecnologia disponível. Com isso, portas e portões podem ser liberados por uma chave mecânica, ou cartão magnético, empregada pelo próprio usuário.

O controle físico também inclui a presença de um porteiro, que realizará a abertura e o fechamento do acesso. Do mesmo modo, podem ser utilizadas cancelas (mecânicas ou eletrônicas) e catracas, também operadas por um cartão magnético do usuário ou liberadas pelo porteiro.

Em resumo, o controle físico faz uso de uma chave (mecânica ou eletrônica) ou da iniciativa de um porteiro presencial que auxilia no processo de abertura e fechamento do acesso. Pode ser utilizado para os acessos externos ou para deslocamentos internos para outras áreas controladas.

Áreas de condomínios residenciais ou empresariais contam, ainda, com o trabalho de consulta do porteiro ao local destinatário. Nesses casos, a liberação só ocorre quando o acesso é autorizado.

Controle de acesso digital

O controle digital para acesso de pessoas e veículos é bem mais diversificado, em razão das alternativas disponibilizadas pela tecnologia. Há uma grande tendência de reduzir a utilização presencial de um funcionário controlador das entradas e saídas.

Os meios digitais, como componentes da segurança eletrônica para o controle, podem ser resumidos nos seguintes princípios mais empregados com tecnologia digital:
  • reconhecimento facial;
  • leitura da íris do olho;
  • reconhecimento de voz;
  • biometria digital;
  • uso de senha e ID de acesso;
  • cartão de proximidade.

De modo geral, os usuários são cadastrados para que, no momento do acesso, se identifiquem para o sistema e sejam reconhecidos, tendo o acesso liberado. Para pessoas e veículos não cadastrados, sistemas como portarias remotas procedem à consulta ao local de destino.

Quais os tipos de controle de acesso existentes?

Dentro do que dispõe a tecnologia em segurança patrimonial, como se viu, são bem diversos os meios disponíveis para o controle de acesso. A seguir, cada um dos 5 principais tipos será avaliado mais detidamente.

1. Biometria

A biometria se baseia na aferição de determinadas medidas do corpo humano que são únicas para cada indivíduo. Nesse sentido, são mais comumente utilizados os seguintes aspectos para o controle de acesso, entre outros:
  • impressões digitais (dedos);
  • impressões da palma da mão;
  • desenhos da íris (olho);
  • reconhecimento facial.

A grande vantagem da identificação biométrica é que se trata de informação exclusiva de cada pessoa, confirmando que aquela é de fato a pessoa cadastrada no sistema. De modo geral, os processos de identificação por biometria se dão em 3 fases sucessivas:
  • captura da imagem;
  • leitura dos dados;
  • identificação da pessoa.

Impressões digitais

As impressões digitais são formadas por linhas de elevações da pele dos dedos. Seu desenho é único para cada pessoa, constituindo, desse modo, um meio extremamente seguro de confirmação do indivíduo.

Técnicas próprias de avaliação dessas linhas e suas características particulares constituem o ramo da Papiloscopia. Seus princípios são utilizados por softwares especializados capazes de fazer a leitura e a identificação individualizada.

Geometria da mão

A identificação de uma pessoa por meio da geometria da mão envolve a identificação de três aspectos da palma da mão:
  • o tamanho;
  • a estrutura;
  • a posição.

Um sensor óptico capta essas variáveis da estrutura das mãos e compara com um banco de dados. Assim, a pessoa já cadastrada é identificada e, no caso de controle de acesso, pode ser liberada.

Desenhos da íris

A íris é um músculo do olho que regula a abertura e o fechamento da pupila. Constitui a parte colorida dos olhos, única e estruturalmente distinta quando comparada com qualquer outro indivíduo.

Na verdade, a íris contém detalhes tão exclusivos de cada pessoa que a torna um dos mais seguros parâmetros biométricos para identificação. O processo de leitura se dá em 5 fases sucessivas:
  1. captura da imagem;
  2. segmentação e localização;
  3. normalização;
  4. representação;
  5. reconhecimento.

Reconhecimento facial

Para o reconhecimento facial, são utilizadas determinadas características da face humana. Essas características, conhecidas como pontos nodais, são em número de 80 para fins de análise. Entre alguns dos aspectos nodais utilizados podem ser destacados:
  • distância entre os olhos;
  • formato dos olhos e do nariz;
  • comprimento do nariz;
  • tamanho do queixo;
  • linha da mandíbula.

 

2. Identificação por senha

Algumas formas menos sofisticadas de controle de acesso ainda são muito utilizadas. Uma dessas é a identificação por meio de senha digitada na entrada.

O controle de acesso por meio da digitação de senha é mais comumente empregado nos ambientes internos das empresas. Do mesmo modo, também costuma ser utilizado em condomínios.

De maneira geral, a identificação por senha pode ser empregada também para a entrada e saída de veículos em garagens. Essa forma de autenticação utiliza tecnologia bem mais simples que os métodos por biometria.

Por sua vez, o risco de perda ou esquecimento da senha individual pode trazer limitações e, por vezes, até constrangimento quando se trata de acesso externo. Por essa razão, seu uso mais comum é em ambientes internos, como visto.

3. RFID

A tecnologia que utiliza radiofrequência ou RFID (radio frequency identification ou identificação por radiofrequência) é bem simples. Composta de um pequeno circuito, pode ser facilmente embutida em cartões ou em chaveiros.

Controles desse tipo também podem ser instalados em etiquetas, como ocorre com os controles de acesso a pedágios e a shoppings centers. A forma mais comum e usual de uso da tecnologia RFID é constituída pelos portões de garagens residenciais.

Quando se faz uso, por exemplo, de um cartão com RFID, diversos dados do acesso podem ser registrados. Assim, quem acessou, quando passou e quanto tempo permaneceu podem ser identificados. Isso permite a emissão periódica de relatórios de controle.

4. Cartão de proximidade

Cartões de proximidade possuem um chip pré-programado em seu interior. Cada chip possui um número de identificação, de modo que cada cartão se torna único em sua identidade.

Para operar a identificação, aproxima-se o cartão de um leitor que envia as informações do chip para um software. Este, por sua vez, reconhece a identidade e libera o acesso, ou não reconhece e impede o usuário de continuar em seu intento de adentrar o ambiente controlado.

Controle de acesso em hall de edifícios, por exemplo, podem fazer uso dessa tecnologia associada às catracas. Com a aproximação do cartão, o sistema reconhece o usuário autorizado e libera a passagem.

5. Portaria remota

A portaria remota é um sistema de controle de acesso que dispensa a presença física de um porteiro, sendo totalmente gerenciado à distância. Para isso, faz uso de câmeras e interfones conectados a uma central que opera 24 horas por dia.

Com isso, ficam muito reduzidas as possibilidades de falhas humanas no controle de acesso. Na portaria remota podem ser utilizados sistemas de biometria ou de cartões para o acesso rotineiro dos moradores de um condomínio, por exemplo.

A abertura e o fechamento de portões se faz por meio remoto, a partir da central de comando. Por sua vez, a recepção de correspondência passa a ser realizada pelo zelador. Para a entrega de encomendas, a central remota chama o destinatário que vem recebê-la pessoalmente.

Quais são os benefícios do controle de acesso?

A tecnologia entra em campo no âmbito da segurança, com vistas a melhorar a eficiência e a alcançar novos resultados. O controle de acesso traz diversos benefícios, confira!

Segurança do ambiente

Um sistema de controle de acesso é instalado para que se garanta a segurança do ambiente que protege. Assim, restringindo e controlando quem entra e quem sai impede que pessoas não autorizadas e possivelmente mal-intencionadas alcancem o patrimônio os frequentadores locais.

Nesse sentido, dependendo dos sistemas utilizados, os registros de acesso na forma de dados pessoais e de imagens facilitam a investigação na ocorrência de qualquer ilícito. Isso resulta, ainda, em maior sensação de segurança, especialmente, para moradores, nos casos de condomínios residenciais.

 

Controle do fluxo

O controle de acesso permite conhecer o fluxo de pessoas (e de veículos, quando pertinente). Informações dessa natureza são de grande importância para a administração local, em especial na adequação dos recursos de infraestrutura e de suporte.

Assim, o conhecimento de quantas pessoas transitam pelo local e os horários de maior concentração permite planejar melhor o cuidado estratégico com a segurança. Dessa forma, determinadas ocasiões podem requerer mais atenção do gestor ou síndico.

 

Redução do risco de vazamento de informações

Em muitas situações, especialmente nas empresas, a restrição de acesso a determinado local visa, na verdade, a proteção de informações estratégicas ou confidenciais. Assim, permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas garante o cuidado necessário, evitando, assim, o vazamento de informações.

Para esse fim, são muito utilizados os sistemas de senha ou de cartões de proximidade. Em setores ainda mais críticos, que lidam com informações confidenciais, o controle de acesso faz uso de biometria com vistas a personificar com mais precisão o usuário.

 

Integração com outros sistemas de gestão

O controle de acesso pode ser integrado aos demais componentes do sistema de gestão ampliando suas vantagens. Assim, é possível promover a interação com a iluminação interna e externa e com o controle de temperatura e de circulação de ar nos ambientes fechados.

Por sua vez, integrando o controle de acesso aos sistemas anti-incêndio, pode-se permitir, por exemplo a liberação de catracas na ocorrência de um sinistro e de saída urgente. Para cada condição ou ambiente, o controle do acesso de pessoas não se limita a ser uma restrição de passagem.

 

Como integrar o controle de acesso ao sistema de segurança?

Quando se fala em integração, a ideia é fundir diversos instrumentos de segurança e proteção em um sistema que possa promover a interação entre eles. Com isso, é possível otimizar o potencial de cada solução existente.

A maior parte do controle de acesso que faz uso de tecnologia digital pode ser facilmente integrada ao sistema de segurança utilizado na empresa ou no condomínio. Nesse sentido, o controle de acesso é mais um componente do sistema (embora seja um dos mais importantes).

Nesse sentido, o próprio mercado tem se adequado a essas demandas crescentes. De maneira geral, estão cada vez mais presentes diversos recursos de proteção que interagem entre si e com sistemas já instalados, otimizando a segurança corporativa, patrimonial e pessoal.

Considere, por exemplo, um sistema de portaria remota e o monitoramento de perímetro à distância interligados a uma central 24 horas. Qualquer movimentação estranha ou tentativa de invasão é imediatamente sinalizada, de modo a garantir o suporte necessário. De modo geral, a tecnologia atual permite a integração de ferramentas do sistema de segurança como:
  • controle de acesso;
  • câmeras de segurança;
  • proteção perimetral;
  • acionamento de alarmes;
  • sinalização visual;
  • acionamento de central operacional à distância;
  • alarme de incêndio;
  • controle de iluminação.
Fonte: https://www.verzani.com.br/controle-de-acesso/


terça-feira, 24 de março de 2020

Combate à covid-19 exige profissionais de climatização qualificados

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 Associação espanhola pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital das empresas de refrigeração e ar condicionado durante o surto de coronavírus | Foto: Shutterstock.com

A associação espanhola de refrigeração e ar condicionado (AEFYT, na sigla em espanhol) pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital dos engenheiros e técnicos da área, alertando os usuários finais que contratam empresas não qualificadas.

Diante do estado de alarme promulgado pelo governo do país europeu, devido à disseminação da covid-19 por toda a Espanha, a entidade sustenta que o setor assegura a prestação de serviços de instalação e manutenção necessários para manter em funcionamento plantas de medicamentos, alimentos e telecomunicações.

“Esses são três setores cruciais da economia em que os processos de refrigeração são essenciais. No caso de muitos medicamentos e alimentos, é preciso manter a cadeia do frio nos processos de produção e conservação; e, no caso das telecomunicações, é preciso climatizar os servidores nos data centers”, exemplifica a organização.

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A Espanha possui mais de cinco mil empresas autorizadas de instalação e manutenção de ar condicionado e refrigeração, com mais de 20 mil pessoas empregadas.

“Precisamos reconhecer e apoiar o trabalho das empresas de instalação e de todos os seus funcionários que, nesses tempos difíceis, prestam um serviço fundamental para a sociedade”, disse Manuel Lamúa, gerente da AEFYT.

“Da mesma forma, devemos advertir contra cair na tentação de buscar empresas não qualificadas. Somente instaladores qualificados têm a capacidade de realizar manutenção e reparos adequados, se necessário, fazendo isso com todas as garantias de segurança e desempenho”, acrescentou.

Fonte: https://blogdofrio.com.br/combate-a-covid-19-exige-profissionais-de-climatizacao-qualificados/