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terça-feira, 28 de abril de 2020

Quero um portão automático! O que preciso saber?


Apesar do portão automático ser tão comum na vida dos brasileiros, muitas pessoas não sabem o básico para a escolha do modelo ideal. Mas não se preocupe pois isso não chega a ser um problema.

Por se tratar de um produto técnico, existem milhares de profissionais preparados para indicar os modelos ideais para cada situação e fazer a instalação adequada dos equipamentos.

Mesmo assim, consideramos importante que você tenha as informações corretas para se sentir mais confortável e seguro em sua escolha.

A primeira coisa que precisa saber é qual o tipo do seu portão.

Basicamente existem 3 tipos de portão que se diferenciam pelo movimento que executam. São eles:
  • Portões Basculantes
  • Portões Deslizantes
  • Portões Pivotantes

Lembre-se que ainda estamos falando do tipo do portão e não do automatizador (apesar de que muitas vezes os termos se confundem). Independente do seu portão estar automatizado, ele executa basicamente esses três tipos de movimento.

De forma simples, o modelo basculante é o que se movimenta para cima, o deslizante seria o modelo de “correr” para as laterais e o pivotante é aquele que abre no ângulo de 90º horizontalmente. Confira abaixo algumas imagens dos tipos de movimento para que fique mais fácil a identificação.

Para cada tipo de movimento acima, existem diversos modelos de automatizador e a partir daqui você poderá escolher diante dos seguintes aspectos:
1 – VELOCIDADE DESEJADA
A maioria dos modelos no mercado são considerados como convencionais no que diz respeito a velocidade, ou seja, movimenta o portão em uma velocidade mais lenta.

Tendo em vista que ao abrir e fechar seu portão mais rapidamente, você consegue entrar e sair de casa em maior segurança pois evita o tempo de espera na calçada e sua casa fica exposta menos tempo ao acesso de bandidos.

Como referência, um automatizador convencional abre em cerca de 16 segundos (dependendo do tamanho, peso e tipo de movimento) enquanto existem modelos intermediários que abrem em 8 segundos e modelos ultrarrápidos que abrem em 3,5 segundos. (veja abaixo o infográfico das velocidades).

2- PESO DO PORTÃO
A maioria dos portões hoje são desenvolvidos em materiais mais leves que reduzem o custo com o portão e ao mesmo tempo, facilitam a vida dos automatizadores.

No entanto, vale saber o peso aproximado do seu portão para que seja especificado um modelo compatível em força para movimentar essa carga.

A variedade de produtos evita que seja instalada uma máquina insuficiente para aquela portão ou mesmo que se pague mais caro por um modelo muito superior ao necessário.

3- QUANTIDADE DE “CICLOS” DE ABERTURA
O ciclo completo é a soma de uma abertura e um fechamento do portão.

A maioria de nós abre e fecha o portão poucas vezes no dia, tendo um número de ciclos mínimo por hora. No entanto existem situações em empresas e condomínios por exemplo que podem ter movimento intenso em alguns horários ou mesmo durante todo o dia.

Para isso, existem modelos que podem executar de 30 até acima de 120 ciclos, funcionando quase sem parar.

4- LOCAL DE APLICAÇÃO
Ainda relacionado aos ciclos, é importante saber onde será aplicado e as particularidades de uso no local para ter o modelo correto para aquela situação.

Alguns dos locais mais aplicados são residências, empresas, condomínios e indústrias.

5- NOVAS TECNOLOGIAS
Hoje já existem diversas tecnologias aplicadas no automatizadores mostrando que mais do que um motor forte, a parte eletrônica que o controla, faz com que ele se comporte de uma forma completamente diferente e entregue vantagens aos usuários.

Não entrando em aspectos técnicos, existem tecnologias que permitem movimentos mais precisos e muito mais velocidade como a Tecnologia JetFlex, ou ter os benefícios citados e ainda motores mais compactos, eficientes que economizam energia e podem funcionar por bateria carregada por painéis solares como as tecnologias JetFlex Brushless e Brushless 24V.

6- ACESSÓRIOS PARA AMPLIAR AINDA MAIS A SEGURANÇA DO USUÁRIO
Além das funções do próprio automatizador para ampliar a segurança dos usuários, existem muitos acessórios para evitar acidentes com crianças ou animais em casa, pedestres na calçada ou mesmo impacto do portão com o veículo.

Se interessou ? Entre em contato conosco e faça um orçamento!

 

Fonte: https://www.ppa.com.br/conteudo/quero-um-portao-automatico-o-que-preciso-saber/


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Entenda mais sobre Micro Usina Hidrelétrica!


As Micros Centrais Hidrelétricas tem a habilidade de produzir energia suficiente para atender as necessidades básicas de um domicílio rural mesmo em pequenos potenciais hidráulicos.

Apesar do esforço que o governo tem feito para levar energia elétrica no campo por meio de sistemas interligados, ainda assim em muitas localidades isso é inviável.

Problemas tais como grandes extensões de redes convencionais, sistemas de geração descentralizados, redes isoladas ou sistemas individuais, culminam na inviabilização de tais projetos.

Por isso, segundo dados de “Micro-usinas Hidrelétricas – Construção e Operação” (2000), dos 5,5 milhões de propriedades rurais brasileiras, somente pouco mais de 1 milhão são abastecidas com energia elétrica das concessionárias. Os 4,5 milhões restantes têm como opção o uso de moto-geradores (Diesel e gasolina), da energia solar para aquecimento de água, iluminação e acionamento de motores de baixa potência, da energia eólica (geração de eletricidade e bombeamento de água) e por meio do aproveitamento de cursos d’água que fazem o acionamento de micro-centrais para gerar energia elétrica.

Frente a este cenário, a racional implantação de micro-usinas hidrelétricas tornou-se uma alternativa plausível para as comunidades rurais na medida em que oferece condições técnico/econômicas aliada às novas tecnologias disponíveis, como a tradição e a confiabilidade técnica das nossas unidades geradoras, sem, contudo contar que hoje a realidade em função da alta demanda e a escassez energética do planeta é muito mais complexa do que se pode imaginar.

Os pequenos aproveitamentos hídricos voltaram a receber substancial atenção por parte dos órgãos federais.

Micro Usina Hidrelétrica, como funciona?

Uma queda d’água de um córrego, rio ou igarapé constitui uma fonte hidroenergética natural, renovável e gratuita.

Implantando uma Micro Usina Hidrelétrica, esta energia pode ser transformada e reaproveitada em forma de eletricidade reduzindo significativamente os custos de sua propriedade.

Tal sistemática funciona da seguinte forma:
A energia cinético-hidráulica derivada desta queda é convertida em energia mecânica por meio de uma turbina hidráulica que por sua vez a converte em energia elétrica por um gerador, sendo esta energia transportada por linhas de transmissão.

A micro usina geradora pode fornecer energia elétrica para sítios, fazendas, comunidades rurais ou agro indústrias.

Em suma, as micro-centrais hidrelétricas podem possuir várias concepções técnicas. Elegemos as turbinas de ação (rodas PELTON), por tratarem-se da tecnologia que empregamos em nossos equipamentos. Sua configuração é a fio d’água não necessitando de reservatório para armazenar água.É composta de canal de adução, grades de retenção, comporta, câmara de carga, tubulação forçada ou “PENSTOCK”, casa de máquinas (ou de força) e linhas de transmissão e distribuição.

Projeto e instalação de micro usina hidrelétrica 

Agora não é mais necessário “grandes caudais” para que pequenas propriedades rurais tenham sua própria energia elétrica. Com a tecnologia que dispomos até mesmo um pequeno córrego é capaz de gerar energia para atender suas necessidades domésticas.

Você pode optar por maior ou menor produção de energia de acordo com seu volume de água e desnível topográfico (queda d’água).

Se interessou ? Entre em contato conosco e faça um orçamento!


quinta-feira, 26 de março de 2020

Qual sistema de interfone para condomínios é o mais ideal?



O interfone para condomínios é essencial para a segurança e bom funcionamento condominial. Por meio dele a comunicação entre o porteiro e os condôminos é facilitada, bem como a entrada de visitantes e prestadores de serviços.

Na hora de instalar o interfone para condomínios, surge a dúvida a respeito da melhor maneira de fazer isso e qual tipo de sistema é o mais ideal.

Para facilitar essa decisão, explicaremos quais as principais características dos três sistemas de interfone para condomínios disponíveis no mercado.


Por que instalar um sistema de interfone para condomínios?

Por meio de um sistema de comunicação interna, também chamado de PAX, é possível que haja uma maior comunicação entre moradores do mesmo prédio ou condomínio, ou de departamentos distintos de uma empresa. Para os condomínios, o interfone é ainda mais importante, já que possui também uma comunicação direta com a portaria e oferece a possibilidade da liberação de entrada dos visitantes. Dessa maneira, além de facilitar a comunicação, o interfone para condomínios funciona como um dispositivo extra de segurança.

Além da comunicação interna, é possível também que o PAX realize ligações externas, caso seja interligado à uma central PABX. Sendo assim, o sistema de interfone para condomínios é a melhor maneira de facilitar a comunicação e reforçar a segurança de todos os condôminos.

Quais são os sistemas de interfone para condomínios disponíveis?

São três os tipos de sistemas de interfone para condomínios disponíveis no mercado: sistema analógico, sistema digital e sistema por PABX.

Sistema de interfone analógico

Esse sistema de interfone para condomínios permite a comunicação entre o interior da casa e o exterior do condomínio, com o objetivo de identificar visitantes e prestadores de serviço e liberar a sua entrada. A liberação acontece de maneira automática e é acionada por meio de um botão, instalado junto ao interfone interno. A comunicação entre condôminos também é possível, mas, só pode ser feita por intermédio da central, ou seja, só é possível a comunicação interna desde que seja intermediada pela portaria. É o sistema mais comum e mais indicado para residências e condomínios com poucos apartamentos.

Sistema de interfone digital

O sistema digital funciona, a principio, da mesma maneira que o analógico. Dois fones, um interno e outro externo, se comunicam de maneira direta, havendo a possibilidade da liberação de entrada por meio do acionamento de um botão. A diferença, que torna o digital mais prático, é a possibilidade da comunicação direta entre apartamentos. Dessa maneira, não é necessário nenhum contato primeiramente com a portaria, uma vez que o interfone para condomínios com sistema digital é integrado diretamente com todos os apartamentos. Além disso, a qualidade da ligação é superior nesse tipo de sistema, o que eleva um pouco os custos, tornando-o mais adequado para grandes condomínios.

Sistema de interfone por PABX

O PABX é uma central telefônica, que permite realizar e receber chamadas de vários ramais, simultaneamente. Além da possibilidade de atender as ligações internas, seja dos outros condôminos, da portaria ou de algum visitante que queira se identificar, o interfone para condomínios, quando integrado ao sistema PABX, permite também ligações externas, ou seja, funciona também como um telefone comum. Esse tipo de sistema é muito utilizado por empresas, de pequeno ou grande porte, e por condomínios que, além de área residencial, conta também com salas empresariais.

Qual sistema de interfone para condomínios devo escolher?

Antes de escolher o interfone para condomínios ideal, é fundamental saber quais são as necessidades de todos os que moram no condomínio e farão uso desse sistema de comunicação. Também é preciso levar em conta a intensidade com que o sistema será usado. Não faz sentido, por exemplo, instalar um sistema de interfone PABX se a única utilidade será atender aos visitantes. Também não é viável instalar um sistema analógico em um grande condomínio, principalmente se há comunicação constante entre os condôminos, porque isso acabaria sobrecarregando os funcionários da portaria e o atendimento seria prejudicado.

Portanto, não existe um modelo de sistema de interfone para condomínios que seja melhor e outro pior. O que cabe ser observado é a adequação de cada sistema às necessidades dos condôminos.

Se você pretende instalar uma central de interfone para condomínios ou ainda têm dúvidas a respeito de qual sistema utilizar, entre em contato com a Energética Serviços! Atuamos há 20 anos no mercado de segurança eletrônica, com os três tipos de interfone para condomínios, além de CFTV, automatização de portões e demais sistemas que deixarão a sua casa ou empresa mais seguras.

Entre em contato, conheça todas as soluções que oferecemos e peça seu orçamento!

Fonte: https://ser-tel.com.br/interfone-para-condominios/

quarta-feira, 25 de março de 2020

Controle de acesso: a peça-chave para a segurança da sua empresa


A atenção e o cuidado com a segurança das empresas são cada vez mais necessários e estão amparados por uma tecnologia que vem evoluindo rapidamente. Nesse universo, o controle de acesso se destaca como ponto-chave de um bom sistema de proteção patrimonial.

Existem diversas maneiras de realizar a gestão do fluxo de pessoas e veículos em uma empresa. Essa é uma importante medida para a organização e segurança do ambiente de trabalho. Continue a leitura e saiba tudo o que você precisa sobre controle de acesso, a peça-chave para a segurança da sua empresa.

O que é controle de acesso?

Quando se trata da segurança de uma empresa ou de um condomínio residencial, o controle de acesso é uma atividade essencial. Na verdade, é a primeira iniciativa com vistas à proteção patrimonial e das pessoas que ali frequentam ou residem. Mas, afinal, o que é exatamente o controle de acesso?

Todo sistema de segurança visa, antes de tudo, garantir que só estejam no ambiente as pessoas autorizadas. Nesse sentido, moradores, visitantes, colaboradores locais, clientes, fornecedores e entregadores são os principais frequentadores possíveis.

Desse modo, é preciso desenvolver uma estratégia para certificar-se de que apenas as pessoas certas poderão adentrar e circular pelo local. Esse é o papel do controle de acesso que, por sua vez, pode ser definido como o gerenciamento desse fluxo de entrada e saída de pessoas e veículos.

A grande importância do controle de acesso é que ao ser adotado, a forma de entrar no espaço protegido fica padronizada e não mais conforme a vontade de cada pessoa externa ou interna. Cria-se uma regra comum, ao mesmo tempo em que se inviabiliza o acesso e a circulação desautorizada.

A estratégia e o respectivo sistema de segurança a ser implantado dependem de diversas variáveis. Assim, é preciso levar em conta, entre outras:
  • as condições estruturais locais;
  • as características da região onde está inserido o condomínio ou a empresa;
  • o volume de pessoas e veículos que transitarão;
  • a política de segurança adotada no local (quando existente e quando não deve ser proposta).

Portanto, o controle de acesso efetivo não se alcança simplesmente instalando um portão e contratando um porteiro. Existem muitas possibilidades de burlar uma condição assim tão simples. Contudo, um bom planejamento de controle de acesso pode trazer maiores garantias de segurança. Entenda melhor, a seguir!

Como ele funciona?

Essencialmente, o controle de acesso funciona a partir de uma sequência simples de operações:
  • o interessado em acessar o local se aproxima e informa o destino ou a pessoa com quem deseja falar;
  • a estrutura do sistema adotado impede fisicamente o acesso;
  • o sistema (com porteiro presencial ou não) identifica o interessado;
  • o sistema confere se o interessado está autorizado (ou o destinatário é contatado e, então, se autoriza ou não o acesso);
  • o sistema libera ou não o acesso do interessado.

As variações se dão em razão de condições locais e do sistema de acesso adotado. Nesse sentido, a tecnologia tem sido a grande aliada da segurança, propiciando inúmeros meios e instrumentos para se definir o sistema de controle de acesso mais adequado a cada situação.

Desse modo, existem soluções para um simples prédio de condomínio de escritórios, assim como para um grande conglomerado de torres comerciais. Todas são assistidas por um sistema de segurança que utiliza o controle de acesso mais adequado a cada uma.

Assim, por exemplo, o acesso ao estacionamento até as salas comerciais constitui uma estratégia. Por sua vez, o acesso direto para as salas comerciais por pessoas, que deixaram o veículo do lado de fora, envolve outra abordagem.

Todas as possibilidades voltadas para controlar o acesso de pessoas e veículos a um perímetro de segurança basicamente variam em função da tecnologia adotada. De todo modo, seja o sistema mais complexo ou mais simples, a tecnologia, sobretudo a digital, faz toda diferença.

Qual a diferença entre controle de acesso físico e digital?

A escolha do tipo de mecanismo de controle de acesso encontra disponibilidade em uma infinidade de soluções desenhadas para esse fim. Todas essas possibilidades podem ser reunidas em dois grupos: controle físico e controle digital, ainda que com situações mistas.

Para fins de avaliação das diferenças entre um e outro, parte-se do pressuposto que a barreira perimetral pode ser a mesma. Assim, tanto para o sistema físico de acesso, como para o digital, a área está devidamente murada ou cercada (alambrado, cerca).

Da mesma forma, a utilização de mecanismos de segurança contra invasão também pode ser comum. A área pode dispor de cerca elétrica, concertina e outros instrumentos de persuasão. O que fará a diferença, de fato, é a forma de controlar a entrada e a saída.

Controle de acesso físico

Desde a antiga e rústica porteira com cadeado, o controle de acesso físico evoluiu junto com a própria arquitetura dos prédios e com a tecnologia disponível. Com isso, portas e portões podem ser liberados por uma chave mecânica, ou cartão magnético, empregada pelo próprio usuário.

O controle físico também inclui a presença de um porteiro, que realizará a abertura e o fechamento do acesso. Do mesmo modo, podem ser utilizadas cancelas (mecânicas ou eletrônicas) e catracas, também operadas por um cartão magnético do usuário ou liberadas pelo porteiro.

Em resumo, o controle físico faz uso de uma chave (mecânica ou eletrônica) ou da iniciativa de um porteiro presencial que auxilia no processo de abertura e fechamento do acesso. Pode ser utilizado para os acessos externos ou para deslocamentos internos para outras áreas controladas.

Áreas de condomínios residenciais ou empresariais contam, ainda, com o trabalho de consulta do porteiro ao local destinatário. Nesses casos, a liberação só ocorre quando o acesso é autorizado.

Controle de acesso digital

O controle digital para acesso de pessoas e veículos é bem mais diversificado, em razão das alternativas disponibilizadas pela tecnologia. Há uma grande tendência de reduzir a utilização presencial de um funcionário controlador das entradas e saídas.

Os meios digitais, como componentes da segurança eletrônica para o controle, podem ser resumidos nos seguintes princípios mais empregados com tecnologia digital:
  • reconhecimento facial;
  • leitura da íris do olho;
  • reconhecimento de voz;
  • biometria digital;
  • uso de senha e ID de acesso;
  • cartão de proximidade.

De modo geral, os usuários são cadastrados para que, no momento do acesso, se identifiquem para o sistema e sejam reconhecidos, tendo o acesso liberado. Para pessoas e veículos não cadastrados, sistemas como portarias remotas procedem à consulta ao local de destino.

Quais os tipos de controle de acesso existentes?

Dentro do que dispõe a tecnologia em segurança patrimonial, como se viu, são bem diversos os meios disponíveis para o controle de acesso. A seguir, cada um dos 5 principais tipos será avaliado mais detidamente.

1. Biometria

A biometria se baseia na aferição de determinadas medidas do corpo humano que são únicas para cada indivíduo. Nesse sentido, são mais comumente utilizados os seguintes aspectos para o controle de acesso, entre outros:
  • impressões digitais (dedos);
  • impressões da palma da mão;
  • desenhos da íris (olho);
  • reconhecimento facial.

A grande vantagem da identificação biométrica é que se trata de informação exclusiva de cada pessoa, confirmando que aquela é de fato a pessoa cadastrada no sistema. De modo geral, os processos de identificação por biometria se dão em 3 fases sucessivas:
  • captura da imagem;
  • leitura dos dados;
  • identificação da pessoa.

Impressões digitais

As impressões digitais são formadas por linhas de elevações da pele dos dedos. Seu desenho é único para cada pessoa, constituindo, desse modo, um meio extremamente seguro de confirmação do indivíduo.

Técnicas próprias de avaliação dessas linhas e suas características particulares constituem o ramo da Papiloscopia. Seus princípios são utilizados por softwares especializados capazes de fazer a leitura e a identificação individualizada.

Geometria da mão

A identificação de uma pessoa por meio da geometria da mão envolve a identificação de três aspectos da palma da mão:
  • o tamanho;
  • a estrutura;
  • a posição.

Um sensor óptico capta essas variáveis da estrutura das mãos e compara com um banco de dados. Assim, a pessoa já cadastrada é identificada e, no caso de controle de acesso, pode ser liberada.

Desenhos da íris

A íris é um músculo do olho que regula a abertura e o fechamento da pupila. Constitui a parte colorida dos olhos, única e estruturalmente distinta quando comparada com qualquer outro indivíduo.

Na verdade, a íris contém detalhes tão exclusivos de cada pessoa que a torna um dos mais seguros parâmetros biométricos para identificação. O processo de leitura se dá em 5 fases sucessivas:
  1. captura da imagem;
  2. segmentação e localização;
  3. normalização;
  4. representação;
  5. reconhecimento.

Reconhecimento facial

Para o reconhecimento facial, são utilizadas determinadas características da face humana. Essas características, conhecidas como pontos nodais, são em número de 80 para fins de análise. Entre alguns dos aspectos nodais utilizados podem ser destacados:
  • distância entre os olhos;
  • formato dos olhos e do nariz;
  • comprimento do nariz;
  • tamanho do queixo;
  • linha da mandíbula.

 

2. Identificação por senha

Algumas formas menos sofisticadas de controle de acesso ainda são muito utilizadas. Uma dessas é a identificação por meio de senha digitada na entrada.

O controle de acesso por meio da digitação de senha é mais comumente empregado nos ambientes internos das empresas. Do mesmo modo, também costuma ser utilizado em condomínios.

De maneira geral, a identificação por senha pode ser empregada também para a entrada e saída de veículos em garagens. Essa forma de autenticação utiliza tecnologia bem mais simples que os métodos por biometria.

Por sua vez, o risco de perda ou esquecimento da senha individual pode trazer limitações e, por vezes, até constrangimento quando se trata de acesso externo. Por essa razão, seu uso mais comum é em ambientes internos, como visto.

3. RFID

A tecnologia que utiliza radiofrequência ou RFID (radio frequency identification ou identificação por radiofrequência) é bem simples. Composta de um pequeno circuito, pode ser facilmente embutida em cartões ou em chaveiros.

Controles desse tipo também podem ser instalados em etiquetas, como ocorre com os controles de acesso a pedágios e a shoppings centers. A forma mais comum e usual de uso da tecnologia RFID é constituída pelos portões de garagens residenciais.

Quando se faz uso, por exemplo, de um cartão com RFID, diversos dados do acesso podem ser registrados. Assim, quem acessou, quando passou e quanto tempo permaneceu podem ser identificados. Isso permite a emissão periódica de relatórios de controle.

4. Cartão de proximidade

Cartões de proximidade possuem um chip pré-programado em seu interior. Cada chip possui um número de identificação, de modo que cada cartão se torna único em sua identidade.

Para operar a identificação, aproxima-se o cartão de um leitor que envia as informações do chip para um software. Este, por sua vez, reconhece a identidade e libera o acesso, ou não reconhece e impede o usuário de continuar em seu intento de adentrar o ambiente controlado.

Controle de acesso em hall de edifícios, por exemplo, podem fazer uso dessa tecnologia associada às catracas. Com a aproximação do cartão, o sistema reconhece o usuário autorizado e libera a passagem.

5. Portaria remota

A portaria remota é um sistema de controle de acesso que dispensa a presença física de um porteiro, sendo totalmente gerenciado à distância. Para isso, faz uso de câmeras e interfones conectados a uma central que opera 24 horas por dia.

Com isso, ficam muito reduzidas as possibilidades de falhas humanas no controle de acesso. Na portaria remota podem ser utilizados sistemas de biometria ou de cartões para o acesso rotineiro dos moradores de um condomínio, por exemplo.

A abertura e o fechamento de portões se faz por meio remoto, a partir da central de comando. Por sua vez, a recepção de correspondência passa a ser realizada pelo zelador. Para a entrega de encomendas, a central remota chama o destinatário que vem recebê-la pessoalmente.

Quais são os benefícios do controle de acesso?

A tecnologia entra em campo no âmbito da segurança, com vistas a melhorar a eficiência e a alcançar novos resultados. O controle de acesso traz diversos benefícios, confira!

Segurança do ambiente

Um sistema de controle de acesso é instalado para que se garanta a segurança do ambiente que protege. Assim, restringindo e controlando quem entra e quem sai impede que pessoas não autorizadas e possivelmente mal-intencionadas alcancem o patrimônio os frequentadores locais.

Nesse sentido, dependendo dos sistemas utilizados, os registros de acesso na forma de dados pessoais e de imagens facilitam a investigação na ocorrência de qualquer ilícito. Isso resulta, ainda, em maior sensação de segurança, especialmente, para moradores, nos casos de condomínios residenciais.

 

Controle do fluxo

O controle de acesso permite conhecer o fluxo de pessoas (e de veículos, quando pertinente). Informações dessa natureza são de grande importância para a administração local, em especial na adequação dos recursos de infraestrutura e de suporte.

Assim, o conhecimento de quantas pessoas transitam pelo local e os horários de maior concentração permite planejar melhor o cuidado estratégico com a segurança. Dessa forma, determinadas ocasiões podem requerer mais atenção do gestor ou síndico.

 

Redução do risco de vazamento de informações

Em muitas situações, especialmente nas empresas, a restrição de acesso a determinado local visa, na verdade, a proteção de informações estratégicas ou confidenciais. Assim, permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas garante o cuidado necessário, evitando, assim, o vazamento de informações.

Para esse fim, são muito utilizados os sistemas de senha ou de cartões de proximidade. Em setores ainda mais críticos, que lidam com informações confidenciais, o controle de acesso faz uso de biometria com vistas a personificar com mais precisão o usuário.

 

Integração com outros sistemas de gestão

O controle de acesso pode ser integrado aos demais componentes do sistema de gestão ampliando suas vantagens. Assim, é possível promover a interação com a iluminação interna e externa e com o controle de temperatura e de circulação de ar nos ambientes fechados.

Por sua vez, integrando o controle de acesso aos sistemas anti-incêndio, pode-se permitir, por exemplo a liberação de catracas na ocorrência de um sinistro e de saída urgente. Para cada condição ou ambiente, o controle do acesso de pessoas não se limita a ser uma restrição de passagem.

 

Como integrar o controle de acesso ao sistema de segurança?

Quando se fala em integração, a ideia é fundir diversos instrumentos de segurança e proteção em um sistema que possa promover a interação entre eles. Com isso, é possível otimizar o potencial de cada solução existente.

A maior parte do controle de acesso que faz uso de tecnologia digital pode ser facilmente integrada ao sistema de segurança utilizado na empresa ou no condomínio. Nesse sentido, o controle de acesso é mais um componente do sistema (embora seja um dos mais importantes).

Nesse sentido, o próprio mercado tem se adequado a essas demandas crescentes. De maneira geral, estão cada vez mais presentes diversos recursos de proteção que interagem entre si e com sistemas já instalados, otimizando a segurança corporativa, patrimonial e pessoal.

Considere, por exemplo, um sistema de portaria remota e o monitoramento de perímetro à distância interligados a uma central 24 horas. Qualquer movimentação estranha ou tentativa de invasão é imediatamente sinalizada, de modo a garantir o suporte necessário. De modo geral, a tecnologia atual permite a integração de ferramentas do sistema de segurança como:
  • controle de acesso;
  • câmeras de segurança;
  • proteção perimetral;
  • acionamento de alarmes;
  • sinalização visual;
  • acionamento de central operacional à distância;
  • alarme de incêndio;
  • controle de iluminação.
Fonte: https://www.verzani.com.br/controle-de-acesso/


terça-feira, 24 de março de 2020

Combate à covid-19 exige profissionais de climatização qualificados

https://energeticaservicos.com.br/ 
 Associação espanhola pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital das empresas de refrigeração e ar condicionado durante o surto de coronavírus | Foto: Shutterstock.com

A associação espanhola de refrigeração e ar condicionado (AEFYT, na sigla em espanhol) pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital dos engenheiros e técnicos da área, alertando os usuários finais que contratam empresas não qualificadas.

Diante do estado de alarme promulgado pelo governo do país europeu, devido à disseminação da covid-19 por toda a Espanha, a entidade sustenta que o setor assegura a prestação de serviços de instalação e manutenção necessários para manter em funcionamento plantas de medicamentos, alimentos e telecomunicações.

“Esses são três setores cruciais da economia em que os processos de refrigeração são essenciais. No caso de muitos medicamentos e alimentos, é preciso manter a cadeia do frio nos processos de produção e conservação; e, no caso das telecomunicações, é preciso climatizar os servidores nos data centers”, exemplifica a organização.

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A Espanha possui mais de cinco mil empresas autorizadas de instalação e manutenção de ar condicionado e refrigeração, com mais de 20 mil pessoas empregadas.

“Precisamos reconhecer e apoiar o trabalho das empresas de instalação e de todos os seus funcionários que, nesses tempos difíceis, prestam um serviço fundamental para a sociedade”, disse Manuel Lamúa, gerente da AEFYT.

“Da mesma forma, devemos advertir contra cair na tentação de buscar empresas não qualificadas. Somente instaladores qualificados têm a capacidade de realizar manutenção e reparos adequados, se necessário, fazendo isso com todas as garantias de segurança e desempenho”, acrescentou.

Fonte: https://blogdofrio.com.br/combate-a-covid-19-exige-profissionais-de-climatizacao-qualificados/
 

segunda-feira, 23 de março de 2020

Entenda o que é cabeamento estruturado e sua importância


Sempre que o termo “sistema de cabeamento estruturado (SCE)” está em pauta, é muito comum que algumas dúvidas também entrem em cena por parte dos gestores de TI, principalmente com relação ao investimento e a importância da implementação.

Embora este seja um tema pouco difundido entre os profissionais da área, o conceito de cabeamento estruturado é essencial para o planejamento de infraestrutura de TI. Aliás, estamos nos referindo a um aspecto que influencia diretamente no suporte, segurança e durabilidade dos equipamentos.

Quer saber mais sobre o assunto? Neste artigo apresentaremos tudo o que você precisa saber sobre cabeamento estruturado, seus benefícios e as razões para investir nessa solução. Confira!

O que é cabeamento estruturado?

O cabeamento estruturado é um método padronizado de cabear uma rede, considerando as normas de segurança — como a ANSI e a EIA / TIA —, melhores práticas e o maior aproveitamento de recursos dos equipamentos.

Quando falamos em Sistema de Cabeamento Estruturado, logo podemos relacionar a ideia ao ambiente de rede disposto de cabos responsáveis pela integração de serviços (dados e telecom), passando por algumas das instalações do edifício (entrada, armário de telecomunicações e sala de equipamentos, por exemplo).

A capacidade de se redirecionar por diferentes caminhos, dentro de uma mesma estrutura de cabeamento para que pontos distintos se comuniquem é uma das principais características do cabeamento estruturado.

Este conceito surgiu nos serviços de tecnologia de voz, porém, não demorou para se tornar uma solução para atender aos mais variados serviços de dados devido a grande adoção por parte das empresas e a organização criada por meio das normatizações.

Qual a sua importância?

Que tal iniciarmos este tópico propondo a você um teste? Tente imaginar o seguinte cenário: você está visitando um datacenter, pertencente a uma empresa altamente conceituada, e acaba por quase tropeçar em um cabo instalado no meio do caminho. No local, é possível ver outros cabos expostos a uma goteira e fios que atravessam as mesas do escritório.

Conseguiu adaptar a situação para a vida real? Logicamente, não! Em datacenters é praticamente impossível nos depararmos com isso, afinal, as grandes corporações fazem um planejamento de infraestrutura, tendo em vista o cumprimento de todas as normas técnicas (nacionais e internacionais) e o alto desempenho das máquinas.

Além disso, o cabeamento estruturado visa garantir que todo o projeto de infraestrutura seja plenamente capaz de operar por um período mínimo de 10 anos suportando, além dos processos, os servidores da rede local, a quantidade de switches, roteadores e sua extensão.

Por que a sua empresa também deve se atentar a esses aspectos?

Se assim como 77% das empresas (Dell & Intel) a sua também depende da Tecnologia da Informação para obter sucesso e crescimento,  preciso considerar que 70% dos problemas com a rede são decorrentes do cabeamento (Real Decisions Institute; Furukawa).

Outro fator crucial é a flexibilidade e adaptação às mudanças. A Tecnologia da Informação é um setor em constante evolução e, com isso, o surgimento de novas soluções que podem ser aplicadas aos negócios é algo contínuo.

Contudo, o sistema de cabeamento estruturado é planejado justamente para suportar a implementação de nova tecnologia, assim como para reduzir consideravelmente os seus custos.

Resumindo: uma empresa que pensa por este lado e, então, investe no cabeamento estruturado, garante não apenas a segurança e a prevenção contra problemas técnicos, que podem deixar o sistema inoperante, mas também que a infraestrutura funcione a longo prazo e esteja pronta para novas tecnologias.

O que levar em conta na implementação?

Diante de tamanha importância que o cabeamento estruturado tem para a infraestrutura de TI, é elementar a contratação de uma empresa especializada, registrada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), e com credibilidade no mercado para fazer essa operação.

Antes de fazer a contratação, verifique se a empresa prestadora de serviços tem credenciais de fabricantes e, se possível, faça uma consulta aos clientes que a contrataram recentemente.

Outra questão relevante é a atenção com a rede elétrica e aterramento. A rede elétrica deve ser dedicada e suportar todos os equipamentos ligados ao cabeamento estruturado, com vista em assegurar que a rede elétrica forneça a qualidade necessária, dadas as condições pelas quais ela passará.

O aterramento, por sua vez, deverá estar alinhado à rede elétrica de modo a fornecer toda a segurança e proteção necessárias, seguindo as normas da ABNT.

É muito importante também avaliar a competência da equipe de profissionais que a empresa fornece, sobretudo quanto à experiência com cabeamento estruturado e à utilização das normas técnicas. Pode parecer óbvio, mas vale a sugestão para que atente-se à qualidade dos produtos utilizados.

Quais as principais normas de cabeamento?

Já que falamos sobre normas técnicas, aproveitaremos o gancho para elencar as principais normatizações que influenciam na implementação do cabeamento estruturado.

Observação: a maioria das normas é internacional, portanto, foram criadas por institutos e associações renomados, como a IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), TIA (Telecomunications Industry Association) e EIA (Eletronics Industry Association).

Agora vamos às normas físicas mais conhecidas:
  • TIA/EIA-568-C.0 – Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises;
  • TIA 569-B – Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways and Spaces;
  • ANSI/TIA-606-A – Administration Standard for Commercial Telecommunications Infrastructure;
  • ANSI/TIA-607-B – Telecommunications Grounding (Earthing) and Bonding for Customer Premises;
  • ANSI/TIA-758-A – Customer-Owned Outside Plant Telecommunications Infrastructure Standard;
  • ANSI/TIA-862 – Building Automation Systems Cabling Standard for Commercial Buildings;
  • ANSI/TIA/EIA-1005 – Telecommunications Infrastructure Standard for Industrial Premises;
  • TIA-942 – Telecommunications Infrastructure Standard for Data Center;
  • IEEE-100BASE-TX – Fast Ethernet;
  • TIA/EIA-568-C.3 – Optical Fiber Cabling Components Standard.
Todos esses padrões definem o tipo de cabo utilizado, bem como os limites e requisitos (distância, segmentos, frequência etc.) que a estrutura deve atender para garantir o funcionamento adequado.

Quais tipos de cabo podem ser utilizados?

Temos os cabos trançados e os de fibra óptica como os mais usados atualmente, sendo estes selecionados conforme os objetivos do negócio, isto é, o tipo de rede que estamos lidando.

O primeiro deles, o trançado, certamente é o mais conhecido e “dominado” pelos especialistas em informática, até por se tratar de um cabo utilizado há muitos anos para a implementação de redes. Dentre suas maiores vantagens podemos destacar o baixo custo e a facilidade para ser adquirido pronto ou sob medida.

Do outro lado temos o cabo de fibra óptica, projetado para atender a uma tecnologia muito mais moderna e que oferece uma série de benefícios, a começar pelo fato de que a fibra óptica é livre de interferências eletromagnéticas e, é claro, pela capacidade de trabalhar com altas taxas de transferência de dados.

Ainda sobre o cabo de fibra óptica, vale salientar que a tendência para a migração desta tecnologia é muito significativa. Muito disso se deve ao Programa Brasil Inteligente, lançado pelo Ministério das Comunicações, que prevê altos investimentos com objetivo de disponibilizar redes de fibra óptica a 75% dos municípios brasileiros.

A fibra óptica, embora ofereça muitos benefícios, tem a desvantagem dos custos mais elevados e a necessidade de mão de obra especializada. Portanto, optar entre os tradicionais cabos trançados e a fibra óptica é uma questão estritamente ligada às demandas da empresa.

Esperamos ter ajudado você a entender a importância do cabeamento estruturado para as empresas.

Fonte: https://www.alctel.com.br/blog/entenda-o-que-e-cabeamento-estruturado-e-sua-importancia/


sexta-feira, 20 de março de 2020

Micro Usina Hidrelétrica: Seria a solução para regiões desprovidas de energia elétrica?



A energia de origem hídrica, a energia hidrelétrica, teve início no Brasil em 1889 no rio Paraibuna, com o início da operação comercial da usina Marmelos, próximo a Juiz de Fora. Visto na época como um grande salto para a inserção da nova tecnologia no país, que devido as suas características geográficas, principalmente de relevo e rios de grande porte, possuíam um alto potencial de crescimento nos estados brasileiros.

Usina Marmelos. Fonte: Prefeitura de Juiz de Fora, Patrimônio Cultural.

A partir disto, deu-se o início de uma diversidade de pesquisas, estudos e abertura de empresas especializadas na construção e operação de empreendimentos hidrelétricos, sejam estes de grande ou pequeno porte.

A energia produzida por estes empreendimentos, é transportada através das linhas e torres de transmissão de alta tensão, similares as vistas próximas a estradas, percorrendo grandes distâncias até a chegada nas cidades, onde passam por transformadores de tensão em subestações para se diminuir a voltagem.

Após isso, a energia elétrica segue pela rede de distribuição, onde os fios instalados em postes levam a energia até as ruas das casas, que também possuem transformadores de (instalados nos postes) para rebaixar a voltagem para 127 ou 220 volts. Em seguida, a energia vai para o medidor da residência, medindo o consumo de energia do local.

Deste trajeto da energia, os empreendimentos de geração são responsáveis pela geração propriamente dita da energia, as redes de transmissão e distribuição, de responsabilidade normalmente de outra empresa ou concessionária, atuam com o transporte e destinação às cidades.

Aqui neste artigo abordaremos uma nova tecnologia que vem ganhando espaço no mercado, focado na micro geração, se caracterizando por estrutura de porte reduzido pensado para geração de energia em regiões rurais afastadas.

Atualmente há empresas, tais como a empresa belga Turbulent se especializando na estruturação de usinas hidrelétricas de porte reduzido, para utilização em rios, riachos e canais, utilizando-se de turbina de redemoinho e aproveitando a água corrente para a geração de energia, em alguns casos podendo abastecer até sessenta casas. Segundo estas empresas, a energia de fonte limpa, consegue operar durante 24 horas e não impacta os peixes no local de instalação.

Estes projetos foram estruturados de forma a minimizar o impacto local, com fornecimento de energia descentralizada a baixo custo, sendo indicado para regiões isoladas da rede elétrica.

 Turbina Redemoinho de Usina Hidrelétrica de Pequeno Porte. Fonte: Ciclo Vivo.

Conforme ilustrado na figura acima, a turbina de redemoinho se aproveita da hidrodinâmica natural do rio, utilizando pequenas corredeiras e correntezas que se formam, e intensificando-as com a inserção de bacia de concreto pré-moldado, é incluindo também um gerador e impulsor no fundo desta bacia.

As comportas, quando acionadas, permitem a passagem da água até o reservatório, fazendo a turbina funcionar, transformando por sua vez a energia mecânica em energia elétrica através do gerador. Havendo água e fluxo suficiente no sistema, será viável a geração de energia.

 Exemplo de Funcionamento da Turbina. Fonte: Turbulent.

Segundo o site da empresa Turbulent a turbina possui vida útil longa e não prejudicam a passagem de peixes, devido a não existir obstruções na passagem ou vórtices de água inconstantes.

O principal objetivo deste tipo de construção é a descentralização da energia e assistência a regiões sem acesso a rede nacional de energia, sendo necessário a existência de diferença de altura de 1,5 metros para que a turbina de baixa pressão funcione. Em termos de geração nos testes e construções feitas na Bélgica e Chile estas estruturas podem gerar de 15, 30 a 100 quilowatts.

Tais soluções começaram a serem pensadas no contexto brasileiros, em virtude das características geográficas favoráveis do relevo, bem como, do cenário ainda existente de regiões desprovidas de acesso e energia elétrica por concessionárias, em muitos casos optando para o uso de moto-geradores movidos a diesel e gasolina.

No contexto brasileiro, mais especificamente em Curitiba iniciaram-se análises e construções de protótipos com concepções similares as turbinas redemoinhos, mas com aproveitamento exclusivo da queda natural do rio e focado para que cada residência gere sua própria energia para consumo, em uma estrutura do tamanho e formato de uma caixa de abelhas.

Esta usina é capaz de gerar até 720 quilowatts/hora por mês, gerando uma economia de cerca de R$ 500,00 por mês na conta de luz, sendo suficiente para abastecer de três a quatro residência urbanas ou de duas a três propriedades rurais. Neste caso, é pensado para que a energia gerada extra seja retornada para a rede da concessionária local, gerando crédito a residência que a produz, similar ao visto na utilização de painéis solares.


 Criação por Brasileiros de Micro Usina Hidrelétrica. Fonte: Ciclo Vivo.


Dentre os pré-requisitos para a viabilidade deste tipo de projeto tem-se a necessidade de fonte de água próxima, podendo ser de rio, riacho, garantindo disponibilidade mínima de água, bem como, uma queda natural (por gravidade) de pelo menos 15 metros de altura para que a correnteza tenha força o suficiente para acionar a turbina da usina.

Este projeto, criado por engenheiros brasileiros, já avançou da fase de protótipo e autorizações pertinentes, viabilizando a estruturação para a comercialização da solução em larga escala.

Maria Beatriz Ayello Leite
Redação Ambientebrasil
 Fonte: https://noticias.ambientebrasil.com.br/redacao/2019/08/28/153610-micro-usina-hidreletrica.html


quinta-feira, 19 de março de 2020

Saiba mais sobre Energia Eólica


A energia eólica diz respeito à transformação da energia do vento em energia útil, é uma forma de obter energia de forma renovável e limpa, uma vez que, não produz poluentes.

A energia eólica é uma fonte de energia que está permanentemente ao dispor do Homem.

O vento consiste num fluxo de gases em grande escala, proporcionando variações significativas ao longo do ano. Este movimento do ar em decorrência do aquecimento irregular da atmosfera pela radiação solar pode ser transformado em energia útil.

Este processo é conhecido como energia eólica e é usado para produzir energia mecânica através de moinhos de vento, produzir eletricidade ou impulsionar os veleiros através de velas. A energia eólica é renovável, limpa e é uma alternativa aos combustíveis fósseis, estando permanentemente disponível em qualquer região no Mundo.

A energia eólica “surgiu” com a crise do petróleo, nos anos 70. Um pouco por toda a Europa foi-se sentindo medo devido à escassez do petróleo, o que levou a procurar outras fontes de energia. No entanto, a origem da energia eólica não se situa exatamente na década de 70.

A origem da energia eólica é muito mais remota. Desde a antiguidade que se percebeu a força do vento. O vento era aproveitado nos barcos que se moviam impulsionados por este através de velas.
Os próprios moinhos trabalhavam graças à força do vento. Bombear água ou moer grãos para obter farinha eram conseguidos graças à energia do vento.

Como funciona a energia eólica

A energia do vento é transformada em energia elétrica através de um equipamento chamado turbina eólica (ou aerogerador), os quais incluem hélices que se movimentam com a velocidade do vento.
Um sistema eólico pode ser usado em três sistemas diferentes:
  • Sistema isolado: sistemas que se encontram privados de energia elétrica proveniente da rede pública, sendo utilizados para abastecer certas regiões
  • Sistema híbrido: sistemas que produzem energia elétrica em simultâneo com mais de uma fonte, nomeadamente painéis fotovoltaicos ou turbinas eólicas
  • Sistema interligado à rede: sistemas que inserem a energia produzida por eles mesmos na rede elétrica pública
A energia do vento pode, portanto, ser aproveitada e transformada em energia elétrica e mecânica.

Hoje em dia, a energia do vento é essencialmente aproveitada para produzir eletricidade. Esta transformação é conseguida através de aerogeradores. Os aerogeradores são colocados estrategicamente em zonas ventosas, que normalmente são em zonas de maior altitude.

O vento forte é capaz de rodar as pás de uma turbina. Um aerogerador comunica com um eixo central e este, por sua vez, é acoplado a uma caixa multiplicadora (Gearbox) onde a velocidade de rotação é incrementada, segundo características específicas de cada fabricante.

Os aerogeradores possuem um sistema capaz de controlar a velocidade do rotor de forma a manter uma velocidade estável com a variação da velocidade do vento. os mais elevados e for demasiado forte, impede a rotação muito rápida do aerogerador. O gerador ligado ao transmissor mecânico produz energia elétrica.

Uma concentração ou aglomerado de aerogeradores denomina-se de parque eólico, sendo utilizados para produzir energia elétrica, geralmente para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.

Existem dois tipos de parques eólicos, onshore e offshore, os parques eólicos onshore encontram-se localizados em terra ao largo da costa marítima ou no interior.

Os parques eólicos offshore são parques onde os aerogeradores são instalados no mar.

Energia eólica no Brasil

O Brasil apresenta uma grande potencial eólico, sobretudo nas regiões sudeste, nordeste e sul do país. Infelizmente, o aproveitamento do seu potencial é pequeno, mas representa uma importante fonte de complementação à energia hidroelétrica, da qual o Brasil é fortemente dependente.
Com a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) em 2002, o setor elétrico no Brasil apresentou um rápido crescimento. Este incentivo proporcionou a instalação de novos geradores em diversas locais e, no final de 2006, o país já tinha uma capacidade de produção de 237 MW.
No ano 2013, o Brasil encontrava-se na 13ª posição no ranking dos países com maior produção de energia eólica, tendo obtido uma capacidade de 1000 MW em 2011, suficiente para abastecer 400 mil habitações.
A grande expetativa no Brasil é que, em 2020, possam ser extraídos cerca de 20 GW.

Sobre as vantagens e desvantagens da energia eólica

Um dos grandes inconveniente a apontar à energia eólica é a poluição sonora. As turbinas não são de todo silenciosas e o desconforto pode fazer-se sentir, mesmo a grandes distâncias. Mas até esta desvantagem está a ser minimizada pela tecnologia, com uma diminuição do ruído provocado pelos aerogeradores de última geração.
A poluição visual é uma outra desvantagem apontada apenas por alguns. Não é portanto um ponto unânime. Há quem considere que um parque eólico tem grande impacto visual e há quem não considere.

Vantagens da energia eólica

  • Diminuição da dependência de combustíveis fósseis
  • Redução da emissão de dióxido de carbono na atmosfera
  • É inesgotável
  • Ótima rentabilidade de investimento (em cerca de 6 meses recupera a energia gasta com a instalação e manutenção)
  • Geração de emprego nas regiões

Desvantagens da energia eólica

  • Poluição visual, visto que parques eólicos são instalados em áreas livres para aproveitar da melhor forma os ventos
  • Poluição sonora proveniente do funcionamento dos equipamentos pode ser perturbador para a população local
  • Impatos sobre a fauna, nomeadamente a colisão de morcegos e aves
  • Variações signitificativas da velocidade do vento ao longo do ano, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária em determinado local
Perante as metas ambientais traçadas para cada país são cada vez mais os países que apostam em energias renováveis, sendo a eólica alvo de grande atenção. Esta forma de energia renovável apresenta um crescimento superior a 25% por ano, a nível global.

Mas não é só a Europa que aposta na energia eólica. São mais de 80 países que contam já com a energia do vento para produzir parte da eletricidade de cada nação.

Fonte: https://www.portal-energia.com/energia-eolica/


quarta-feira, 18 de março de 2020

Verdades e mitos sobre o ar-condicionado no verão


O uso do ar-condicionado no verão é positivo, pois ameniza o efeito do calor excessivo sobre o organismo, que, além de desconforto e mal-estar, pode ser prejudicial à saúde, explica Dr. Gradim, salientando: “Ao contrário do que muitas vezes se propaga, baixar artificialmente a temperatura do ambiente nas casas, empresas e veículos não causa gripes e resfriados ou quaisquer outras doenças. No entanto, é preciso adotar alguns cuidados, para se evitarem riscos e se obterem apenas benefícios”.

A primeira medida é manter-se bem hidratado, pois o ar-condicionado retira a umidade do ar e deixa o ambiente mais seco. Isto — e não a baixa temperatura — pode provocar infecções respiratórias, pois o ressecamento do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que defendem o organismo contra os germes. “É fundamental tomar água e líquidos com frequência durante todo o período em que o aparelho estiver ligado”, orienta o médico. À noite, aconselha-se deixar um copo de água ao lado da cama, para tomar antes de dormir. Também se pode deixar um recipiente com água no ambiente, para que o ar não fique muito seco. Umedecer as narinas, com uso de soro fisiológico, colírios e hidratantes para a pele também podem ajudar.

“O mais importante, porém, é manter o aparelho de ar-condicionado sempre limpo e em boas condições de funcionamento. Os filtros devem ser lavados pelo menos uma vez por mês e trocados a cada seis meses se o local não tiver muito movimento. Se o ambiente for frequentado diariamente por número grande de pessoas, o ideal é limpar a cada 15 dias e trocar a cada três meses”, ressalta Dr. Gradim, alertando: “Quando os filtros estão sujos, acabam concentrando pó, bactérias, fungos e outros microrganismos prejudiciais à saúde, principalmente afetando os pulmões. Por isso, o equipamento deve estar sempre limpo e em perfeitas condições”.

Deve-se regular bem a temperatura. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os aparelhos sejam ajustados na temperatura de 23ºC. O ideal é manter o local fresco, saudável e agradável para o organismo.

Unidades de lazer
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), maior entidade do gênero na América Latina, mantém 20 unidades de lazer para hospedagem de seus associados em municípios turísticos. Dentre os equipamentos para oferecer conforto aos hóspedes, na maioria delas há ar-condicionado, cujo uso adequado proporciona conforto e bem-estar.

Sobre a AFPESP
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) é uma entidade sem fins lucrativos e direcionada ao bem-estar dos servidores civis estaduais, municipais e federais atuantes do território paulista. Fundada há oito décadas, é a maior instituição associativa da América Latina, com mais de 250 mil associados.

Está presente em mais de 30 cidades. Tem sede e subsede social no centro da capital paulista, 20 unidades de lazer com hospedagem em tradicionais cidades turísticas litorâneas, rurais e urbanas de São Paulo e Minas Gerais, além de 14 unidades regionais distribuídas estrategicamente no Estado de São Paulo.

Fonte: https://espalhafatos.com.br/verdades-e-mitos-sobre-o-ar-condicionado-no-verao/


quinta-feira, 12 de março de 2020

Energia Solar: entenda como funciona

Energia Solar

A energia solar é proveniente da luz e do calor do Sol, os quais são convertidos em eletricidade. Existem dois tipos de energia solar: fotovoltaica e térmica.
Energia solar corresponde à energia proveniente da luz e do calor emitidos pelo Sol. Essa fonte de energia pode ser aproveitada de forma fotovoltaica ou térmica, gerando energia elétrica e térmica, respectivamente. Por ser considerada uma fonte de energia limpa, a energia solar é uma das fontes alternativas mais promissoras para obtenção energética.

Como funciona a energia solar?

A energia solar, como o próprio nome indica, refere-se à energia cuja fonte é o Sol. Sua captação pode ser feita por meio de diversas tecnologias, como painéis fotovoltaicos, usinas heliotérmicas e aquecedores solares.
Basicamente, ao ser captada, a luz solar é convertida em energia. Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica.

Tipos de energia solar

A energia solar pode ser usada na produção de energia elétrica por meio de dois sistemas: heliotérmico e fotovoltaico.

Energia solar fotovoltaica

Energia solar fotovoltaica nada mais é do que a conversão direta da radiação solar em energia elétrica. Essa conversão é realizada pelas chamadas células fotovoltaicas, compostas por material semicondutor, normalmente o silício. Ao incidir sobre as células, a luz solar provoca a movimentação dos elétrons do material condutor, transportando-os pelo material até serem captados por um campo elétrico (formado por uma diferença de potencial existente entre os semicondutores). Dessa forma, gera-se eletricidade.
Constituído por painéis, módulos e equipamentos elétricos, o sistema fotovoltaico não exige um ambiente com alta radiação para funcionar. No entanto, a quantidade de energia produzida depende da densidade das nuvens, ou seja, quanto menos nuvens houver no céu, maior será a produção de eletricidade.
Essa forma de obtenção de energia, uma das mais promissoras atualmente, vem crescendo cada vez mais em virtude da redução dos preços e dos incentivos oferecidos para que os países adotem fontes renováveis de energia.
Os painéis solares captam a radiação solar, transformando-a em energia que abastece as residências.

Energia solar heliotérmica

No sistema heliotérmico, a energia proveniente do Sol é transformada em calor, aquecendo, principalmente, a água de residências, hotéis e clubes. Para que isso seja possível, são utilizados painéis solares (espelhos, coletores, helióstatos), que refletem a luz solar, concentrando-a em um único ponto no qual há um receptor.
O receptor é constituído por um líquido, que é aquecido pela luz solar refletida nos painéis. Esse líquido é responsável pelo armazenamento de calor, aquecendo a água nas usinas e, assim, produzindo vapor. Esse vapor movimenta as turbinas nas usinas, provocando o acionamento de geradores, que produzem energia elétrica.
Regiões com grande incidência solar, poucas nuvens e terrenos planos são próprias para produção de energia solar heliotérmica. No Brasil, as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste destacam-se na produção desse tipo de energia solar.

Vantagens e desvantagens

A energia solar é considerada uma fonte renovável de energia, já que é obtida por meio de uma fonte inesgotável: o Sol. Apesar de apresentar inúmeros benefícios para o meio ambiente, o uso dessa fonte energética apresenta também algumas desvantagens. Observe o quadro abaixo:

VantagensDesvantagens
Fonte renovável e inesgotável de energia.Para ser fabricado, um painel solar consome grande quantidade de energia, que, às vezes, é maior do que a própria energia gerada por ele.
Não poluente.Preços elevados em relação à produção de energia por meio de fontes não renováveis.
Exige pouca manutenção em suas centrais de produção.Produção variável de acordo com as condições atmosféricas.
Painéis solares cada vez mais eficientes e com custos cada vez mais baixos.Durante a noite, a energia solar não é produzida.
Fonte de energia viável para lugares afastados e de difícil acesso, visto que não necessita de grandes investimentos na manutenção de equipamentos.Regiões localizadas em latitudes médias/altas produzem pouca energia durante o inverno.
Excelente fonte de energia para países tropicais, como o Brasil, cuja radiação solar costuma ser intensa durante boa parte do ano.O armazenamento desse tipo de energia é pouco eficiente se comparado à energia hidrelétrica, aos combustíveis fósseis e à biomassa.
Requer áreas menos extensas para ser produzida.Requer um sistema eficiente de armazenamento.

Energia solar no Brasil

O Brasil foi o primeiro país subdesenvolvido a fabricar células fotovoltaicas. Por estar localizado próximo à Linha do Equador, uma região de alta incidência solar, o país conta com um cenário extremamente favorável para a geração energética a partir da energia solar. Além disso, é abundante em silício, matéria-prima usada para fabricação das células fotovoltaicas.
Atualmente, o Brasil possui cerca de 30 mil geradores de energia fotovoltaica. De acordo com a Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento), existem no país cerca de 500 mil coletores solares residenciais. A previsão é de que Brasil fechará o ano de 2018 com uma capacidade instalada de energia solar próxima aos 2,5 gigawatts, eficiência cerca de 115% maior em relação ao ano anterior.
No país, há ainda alguns projetos a respeito da geração da energia heliotérmica, principalmente na região Nordeste. Em 2010, o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação iniciaram um acordo para a construção de plataforma de pesquisa em Petrolina, Pernambuco, com o objetivo de introduzir a energia solar no mercado brasileiro.
Outro projeto é o SMILE (Sistema Solar Híbrido com Microturbina para Geração de Eletricidade e Cogeração de Calor na Agroindústria), cujo objetivo é construir duas usinas solares para geração de eletricidade integrada às atividades agroindustriais. A previsão é que seja construída uma usina em Pirassununga, no estado São Paulo, e outra em Caiçara do Rio do Vento, no Rio Grande do Norte.
Apesar disso, os custos para geração de energia solar ainda são bastante elevados se comparados a outras fontes de energia, como a hidráulica e os combustíveis fósseis. A instalação de um sistema de energia solar no Brasil custa cerca de 3,5 mil euros por kWp (quilo-watt pico). O elevado custo de instalação, somado à falta de informação a respeito da efetividade dos painéis fotovoltaicos, explica o fato de a energia solar ainda não ter alcançado boa parte das residências, estabelecimentos e indústrias no Brasil. Sendo assim, o país ainda não se configura entre os líderes na produção e no uso de energia solar.

Energia Solar no Mundo

Apesar do crescimento do uso da energia solar nos últimos anos, essa forma energética representa apenas 1,3% da energia elétrica gerada no mundo.
Quando o assunto é uso de energia solar, a China aparece como líder no ranking de países que investem nesse setor, representando cerca de 26% das instalações de energia solar do mundo. Países como Estados Unidos e Japão também se destacam, cada um representando, aproximadamente, 13% da produção.
Veja a seguir a lista dos países líderes em produção de energia solar:
China
Em 2016, a China representou cerca de 40% da capacidade solar instalada no mundo.
Alemanha
É o país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, cerca de 500 watts por habitante.
Japão
É o segundo país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, com aproximadamente 337 watts por habitante.
Estados Unidos
A energia solar representa cerca de 10% da geração de energia elétrica nesse país.
Itália
Cerca de 7,8% da produção de energia elétrica nesse país é representada pela energia solar.
A energia solar é uma fonte renovável utilizada para gerar energia por meio de painéis fotovoltaicos.

Fonte: SOUSA, Rafaela. “Energia Solar”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/energia-solar.htm. Acesso em 12 de março de 2020.