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segunda-feira, 1 de março de 2021


 A cerca elétrica é constituída de fios de aços, isoladores e hastes que interligam esses fios e recebem a tensão por meio de uma central de eletrificação que pode gerar choque não letal (de8.000 a 20.000 Volts) não mata, mas proporciona um grande desconforto.

Dica: Para uma segurança ainda maior, além de aumentar a tensão da cerca dentro dos padrões legais, quanto mais fios em diferentes locais e alturas forem instalados, mais seguro estará o imóvel.

Também estão à disposição do consumidor as cercas com monitoramento e as sem monitoramento:

 As monitoradas são interligadas a uma central de alarme e quando violadas disparam sirene de alarme e acionam uma empresa de segurança ou disca para o numero de seu telefone.

• As não monitoradas não são interligadas a uma central de alarme e quando violadas disparam sirene de alarme. Ou seja, tem um nível de proteção a menos.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Entenda mais sobre Cerca Elétrica Industrial

https://energeticaservicos.com.br/

É um recurso muito utilizado por aqueles que buscam um sistema de proteção eficaz para sua empresa, indústria ou comércio, porque ela é mais segura que itens usados para proteção patrimonial como a concertina ou sistemas de sensores de presença.

Cerca elétrica industrial não é apenas usado em indústrias como o nome pode sugerir. A palavra industrial alude à qualidade mais robusta dos produtos que compõem uma cerca elétrica industrial. Assim, poderá ser instalada também em condomínios, residências, comércios, propriedades rurais, presídio, etc.

A cerca elétrica industrial segue basicamente o mesmo principio tecnológico da cerca elétrica convencional com algumas vantagens em relação à segurança, efeito moral, resistência e durabilidade. No caso dessa cerca elétrica, são utilizadas hastes feitas de alumínio ou ferro com a espessura necessária exigida pela quantidade de fios e a altura da cerca elétrica. Esse material é tratado contra ferrugem, serão feitos todos os ajustes necessários no local inclusive de serralheria ou alvenaria para a fixação das hastes.

A cerca elétrica industrial assim como a cerca elétrica convencional permite a instalação de sensores de alarmes no imóvel e discadora para que o próprio cliente possa monitorar o seu imóvel sem que haja a necessidade de contratar uma empresa e ter custos com mensalidades de monitoramento.

Este equipamento gera alta tensão que pode chegar a 20.000 Volts entre fios, mas com baixa amperagem. Trabalhamos com equipamentos homologados, seguindo normas internacionais da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o órgão responsável pela normatização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trabalhamos com centrais industriais SPEEDRITE, SHELTER, GENO e SECURI SERVICE.

Com hastes de 4 isoladores 80cm, haste de 6 isoladores de 100 e 120cm e com 12 isoladores de 180 e 200 cm.

A super cerca elétrica industrial e a CERCA FORTE da Energética Serviços

 

Com fabricação própria a SUPER CERCA ELÉTRICA INDUSTRIAL é confeccionada com perfil de ferro quadrado que pode ser feita com haste de 4 isoladores 80 cm, haste 6 isoladores 120cm, haste de 8 isoladores 160cm e  haste de 10 isoladores de 200 cm. Podendo ser chumbadas no muro ou soldada em gradil.


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quarta-feira, 25 de março de 2020

Controle de acesso: a peça-chave para a segurança da sua empresa


A atenção e o cuidado com a segurança das empresas são cada vez mais necessários e estão amparados por uma tecnologia que vem evoluindo rapidamente. Nesse universo, o controle de acesso se destaca como ponto-chave de um bom sistema de proteção patrimonial.

Existem diversas maneiras de realizar a gestão do fluxo de pessoas e veículos em uma empresa. Essa é uma importante medida para a organização e segurança do ambiente de trabalho. Continue a leitura e saiba tudo o que você precisa sobre controle de acesso, a peça-chave para a segurança da sua empresa.

O que é controle de acesso?

Quando se trata da segurança de uma empresa ou de um condomínio residencial, o controle de acesso é uma atividade essencial. Na verdade, é a primeira iniciativa com vistas à proteção patrimonial e das pessoas que ali frequentam ou residem. Mas, afinal, o que é exatamente o controle de acesso?

Todo sistema de segurança visa, antes de tudo, garantir que só estejam no ambiente as pessoas autorizadas. Nesse sentido, moradores, visitantes, colaboradores locais, clientes, fornecedores e entregadores são os principais frequentadores possíveis.

Desse modo, é preciso desenvolver uma estratégia para certificar-se de que apenas as pessoas certas poderão adentrar e circular pelo local. Esse é o papel do controle de acesso que, por sua vez, pode ser definido como o gerenciamento desse fluxo de entrada e saída de pessoas e veículos.

A grande importância do controle de acesso é que ao ser adotado, a forma de entrar no espaço protegido fica padronizada e não mais conforme a vontade de cada pessoa externa ou interna. Cria-se uma regra comum, ao mesmo tempo em que se inviabiliza o acesso e a circulação desautorizada.

A estratégia e o respectivo sistema de segurança a ser implantado dependem de diversas variáveis. Assim, é preciso levar em conta, entre outras:
  • as condições estruturais locais;
  • as características da região onde está inserido o condomínio ou a empresa;
  • o volume de pessoas e veículos que transitarão;
  • a política de segurança adotada no local (quando existente e quando não deve ser proposta).

Portanto, o controle de acesso efetivo não se alcança simplesmente instalando um portão e contratando um porteiro. Existem muitas possibilidades de burlar uma condição assim tão simples. Contudo, um bom planejamento de controle de acesso pode trazer maiores garantias de segurança. Entenda melhor, a seguir!

Como ele funciona?

Essencialmente, o controle de acesso funciona a partir de uma sequência simples de operações:
  • o interessado em acessar o local se aproxima e informa o destino ou a pessoa com quem deseja falar;
  • a estrutura do sistema adotado impede fisicamente o acesso;
  • o sistema (com porteiro presencial ou não) identifica o interessado;
  • o sistema confere se o interessado está autorizado (ou o destinatário é contatado e, então, se autoriza ou não o acesso);
  • o sistema libera ou não o acesso do interessado.

As variações se dão em razão de condições locais e do sistema de acesso adotado. Nesse sentido, a tecnologia tem sido a grande aliada da segurança, propiciando inúmeros meios e instrumentos para se definir o sistema de controle de acesso mais adequado a cada situação.

Desse modo, existem soluções para um simples prédio de condomínio de escritórios, assim como para um grande conglomerado de torres comerciais. Todas são assistidas por um sistema de segurança que utiliza o controle de acesso mais adequado a cada uma.

Assim, por exemplo, o acesso ao estacionamento até as salas comerciais constitui uma estratégia. Por sua vez, o acesso direto para as salas comerciais por pessoas, que deixaram o veículo do lado de fora, envolve outra abordagem.

Todas as possibilidades voltadas para controlar o acesso de pessoas e veículos a um perímetro de segurança basicamente variam em função da tecnologia adotada. De todo modo, seja o sistema mais complexo ou mais simples, a tecnologia, sobretudo a digital, faz toda diferença.

Qual a diferença entre controle de acesso físico e digital?

A escolha do tipo de mecanismo de controle de acesso encontra disponibilidade em uma infinidade de soluções desenhadas para esse fim. Todas essas possibilidades podem ser reunidas em dois grupos: controle físico e controle digital, ainda que com situações mistas.

Para fins de avaliação das diferenças entre um e outro, parte-se do pressuposto que a barreira perimetral pode ser a mesma. Assim, tanto para o sistema físico de acesso, como para o digital, a área está devidamente murada ou cercada (alambrado, cerca).

Da mesma forma, a utilização de mecanismos de segurança contra invasão também pode ser comum. A área pode dispor de cerca elétrica, concertina e outros instrumentos de persuasão. O que fará a diferença, de fato, é a forma de controlar a entrada e a saída.

Controle de acesso físico

Desde a antiga e rústica porteira com cadeado, o controle de acesso físico evoluiu junto com a própria arquitetura dos prédios e com a tecnologia disponível. Com isso, portas e portões podem ser liberados por uma chave mecânica, ou cartão magnético, empregada pelo próprio usuário.

O controle físico também inclui a presença de um porteiro, que realizará a abertura e o fechamento do acesso. Do mesmo modo, podem ser utilizadas cancelas (mecânicas ou eletrônicas) e catracas, também operadas por um cartão magnético do usuário ou liberadas pelo porteiro.

Em resumo, o controle físico faz uso de uma chave (mecânica ou eletrônica) ou da iniciativa de um porteiro presencial que auxilia no processo de abertura e fechamento do acesso. Pode ser utilizado para os acessos externos ou para deslocamentos internos para outras áreas controladas.

Áreas de condomínios residenciais ou empresariais contam, ainda, com o trabalho de consulta do porteiro ao local destinatário. Nesses casos, a liberação só ocorre quando o acesso é autorizado.

Controle de acesso digital

O controle digital para acesso de pessoas e veículos é bem mais diversificado, em razão das alternativas disponibilizadas pela tecnologia. Há uma grande tendência de reduzir a utilização presencial de um funcionário controlador das entradas e saídas.

Os meios digitais, como componentes da segurança eletrônica para o controle, podem ser resumidos nos seguintes princípios mais empregados com tecnologia digital:
  • reconhecimento facial;
  • leitura da íris do olho;
  • reconhecimento de voz;
  • biometria digital;
  • uso de senha e ID de acesso;
  • cartão de proximidade.

De modo geral, os usuários são cadastrados para que, no momento do acesso, se identifiquem para o sistema e sejam reconhecidos, tendo o acesso liberado. Para pessoas e veículos não cadastrados, sistemas como portarias remotas procedem à consulta ao local de destino.

Quais os tipos de controle de acesso existentes?

Dentro do que dispõe a tecnologia em segurança patrimonial, como se viu, são bem diversos os meios disponíveis para o controle de acesso. A seguir, cada um dos 5 principais tipos será avaliado mais detidamente.

1. Biometria

A biometria se baseia na aferição de determinadas medidas do corpo humano que são únicas para cada indivíduo. Nesse sentido, são mais comumente utilizados os seguintes aspectos para o controle de acesso, entre outros:
  • impressões digitais (dedos);
  • impressões da palma da mão;
  • desenhos da íris (olho);
  • reconhecimento facial.

A grande vantagem da identificação biométrica é que se trata de informação exclusiva de cada pessoa, confirmando que aquela é de fato a pessoa cadastrada no sistema. De modo geral, os processos de identificação por biometria se dão em 3 fases sucessivas:
  • captura da imagem;
  • leitura dos dados;
  • identificação da pessoa.

Impressões digitais

As impressões digitais são formadas por linhas de elevações da pele dos dedos. Seu desenho é único para cada pessoa, constituindo, desse modo, um meio extremamente seguro de confirmação do indivíduo.

Técnicas próprias de avaliação dessas linhas e suas características particulares constituem o ramo da Papiloscopia. Seus princípios são utilizados por softwares especializados capazes de fazer a leitura e a identificação individualizada.

Geometria da mão

A identificação de uma pessoa por meio da geometria da mão envolve a identificação de três aspectos da palma da mão:
  • o tamanho;
  • a estrutura;
  • a posição.

Um sensor óptico capta essas variáveis da estrutura das mãos e compara com um banco de dados. Assim, a pessoa já cadastrada é identificada e, no caso de controle de acesso, pode ser liberada.

Desenhos da íris

A íris é um músculo do olho que regula a abertura e o fechamento da pupila. Constitui a parte colorida dos olhos, única e estruturalmente distinta quando comparada com qualquer outro indivíduo.

Na verdade, a íris contém detalhes tão exclusivos de cada pessoa que a torna um dos mais seguros parâmetros biométricos para identificação. O processo de leitura se dá em 5 fases sucessivas:
  1. captura da imagem;
  2. segmentação e localização;
  3. normalização;
  4. representação;
  5. reconhecimento.

Reconhecimento facial

Para o reconhecimento facial, são utilizadas determinadas características da face humana. Essas características, conhecidas como pontos nodais, são em número de 80 para fins de análise. Entre alguns dos aspectos nodais utilizados podem ser destacados:
  • distância entre os olhos;
  • formato dos olhos e do nariz;
  • comprimento do nariz;
  • tamanho do queixo;
  • linha da mandíbula.

 

2. Identificação por senha

Algumas formas menos sofisticadas de controle de acesso ainda são muito utilizadas. Uma dessas é a identificação por meio de senha digitada na entrada.

O controle de acesso por meio da digitação de senha é mais comumente empregado nos ambientes internos das empresas. Do mesmo modo, também costuma ser utilizado em condomínios.

De maneira geral, a identificação por senha pode ser empregada também para a entrada e saída de veículos em garagens. Essa forma de autenticação utiliza tecnologia bem mais simples que os métodos por biometria.

Por sua vez, o risco de perda ou esquecimento da senha individual pode trazer limitações e, por vezes, até constrangimento quando se trata de acesso externo. Por essa razão, seu uso mais comum é em ambientes internos, como visto.

3. RFID

A tecnologia que utiliza radiofrequência ou RFID (radio frequency identification ou identificação por radiofrequência) é bem simples. Composta de um pequeno circuito, pode ser facilmente embutida em cartões ou em chaveiros.

Controles desse tipo também podem ser instalados em etiquetas, como ocorre com os controles de acesso a pedágios e a shoppings centers. A forma mais comum e usual de uso da tecnologia RFID é constituída pelos portões de garagens residenciais.

Quando se faz uso, por exemplo, de um cartão com RFID, diversos dados do acesso podem ser registrados. Assim, quem acessou, quando passou e quanto tempo permaneceu podem ser identificados. Isso permite a emissão periódica de relatórios de controle.

4. Cartão de proximidade

Cartões de proximidade possuem um chip pré-programado em seu interior. Cada chip possui um número de identificação, de modo que cada cartão se torna único em sua identidade.

Para operar a identificação, aproxima-se o cartão de um leitor que envia as informações do chip para um software. Este, por sua vez, reconhece a identidade e libera o acesso, ou não reconhece e impede o usuário de continuar em seu intento de adentrar o ambiente controlado.

Controle de acesso em hall de edifícios, por exemplo, podem fazer uso dessa tecnologia associada às catracas. Com a aproximação do cartão, o sistema reconhece o usuário autorizado e libera a passagem.

5. Portaria remota

A portaria remota é um sistema de controle de acesso que dispensa a presença física de um porteiro, sendo totalmente gerenciado à distância. Para isso, faz uso de câmeras e interfones conectados a uma central que opera 24 horas por dia.

Com isso, ficam muito reduzidas as possibilidades de falhas humanas no controle de acesso. Na portaria remota podem ser utilizados sistemas de biometria ou de cartões para o acesso rotineiro dos moradores de um condomínio, por exemplo.

A abertura e o fechamento de portões se faz por meio remoto, a partir da central de comando. Por sua vez, a recepção de correspondência passa a ser realizada pelo zelador. Para a entrega de encomendas, a central remota chama o destinatário que vem recebê-la pessoalmente.

Quais são os benefícios do controle de acesso?

A tecnologia entra em campo no âmbito da segurança, com vistas a melhorar a eficiência e a alcançar novos resultados. O controle de acesso traz diversos benefícios, confira!

Segurança do ambiente

Um sistema de controle de acesso é instalado para que se garanta a segurança do ambiente que protege. Assim, restringindo e controlando quem entra e quem sai impede que pessoas não autorizadas e possivelmente mal-intencionadas alcancem o patrimônio os frequentadores locais.

Nesse sentido, dependendo dos sistemas utilizados, os registros de acesso na forma de dados pessoais e de imagens facilitam a investigação na ocorrência de qualquer ilícito. Isso resulta, ainda, em maior sensação de segurança, especialmente, para moradores, nos casos de condomínios residenciais.

 

Controle do fluxo

O controle de acesso permite conhecer o fluxo de pessoas (e de veículos, quando pertinente). Informações dessa natureza são de grande importância para a administração local, em especial na adequação dos recursos de infraestrutura e de suporte.

Assim, o conhecimento de quantas pessoas transitam pelo local e os horários de maior concentração permite planejar melhor o cuidado estratégico com a segurança. Dessa forma, determinadas ocasiões podem requerer mais atenção do gestor ou síndico.

 

Redução do risco de vazamento de informações

Em muitas situações, especialmente nas empresas, a restrição de acesso a determinado local visa, na verdade, a proteção de informações estratégicas ou confidenciais. Assim, permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas garante o cuidado necessário, evitando, assim, o vazamento de informações.

Para esse fim, são muito utilizados os sistemas de senha ou de cartões de proximidade. Em setores ainda mais críticos, que lidam com informações confidenciais, o controle de acesso faz uso de biometria com vistas a personificar com mais precisão o usuário.

 

Integração com outros sistemas de gestão

O controle de acesso pode ser integrado aos demais componentes do sistema de gestão ampliando suas vantagens. Assim, é possível promover a interação com a iluminação interna e externa e com o controle de temperatura e de circulação de ar nos ambientes fechados.

Por sua vez, integrando o controle de acesso aos sistemas anti-incêndio, pode-se permitir, por exemplo a liberação de catracas na ocorrência de um sinistro e de saída urgente. Para cada condição ou ambiente, o controle do acesso de pessoas não se limita a ser uma restrição de passagem.

 

Como integrar o controle de acesso ao sistema de segurança?

Quando se fala em integração, a ideia é fundir diversos instrumentos de segurança e proteção em um sistema que possa promover a interação entre eles. Com isso, é possível otimizar o potencial de cada solução existente.

A maior parte do controle de acesso que faz uso de tecnologia digital pode ser facilmente integrada ao sistema de segurança utilizado na empresa ou no condomínio. Nesse sentido, o controle de acesso é mais um componente do sistema (embora seja um dos mais importantes).

Nesse sentido, o próprio mercado tem se adequado a essas demandas crescentes. De maneira geral, estão cada vez mais presentes diversos recursos de proteção que interagem entre si e com sistemas já instalados, otimizando a segurança corporativa, patrimonial e pessoal.

Considere, por exemplo, um sistema de portaria remota e o monitoramento de perímetro à distância interligados a uma central 24 horas. Qualquer movimentação estranha ou tentativa de invasão é imediatamente sinalizada, de modo a garantir o suporte necessário. De modo geral, a tecnologia atual permite a integração de ferramentas do sistema de segurança como:
  • controle de acesso;
  • câmeras de segurança;
  • proteção perimetral;
  • acionamento de alarmes;
  • sinalização visual;
  • acionamento de central operacional à distância;
  • alarme de incêndio;
  • controle de iluminação.
Fonte: https://www.verzani.com.br/controle-de-acesso/


segunda-feira, 23 de março de 2020

Entenda o que é cabeamento estruturado e sua importância


Sempre que o termo “sistema de cabeamento estruturado (SCE)” está em pauta, é muito comum que algumas dúvidas também entrem em cena por parte dos gestores de TI, principalmente com relação ao investimento e a importância da implementação.

Embora este seja um tema pouco difundido entre os profissionais da área, o conceito de cabeamento estruturado é essencial para o planejamento de infraestrutura de TI. Aliás, estamos nos referindo a um aspecto que influencia diretamente no suporte, segurança e durabilidade dos equipamentos.

Quer saber mais sobre o assunto? Neste artigo apresentaremos tudo o que você precisa saber sobre cabeamento estruturado, seus benefícios e as razões para investir nessa solução. Confira!

O que é cabeamento estruturado?

O cabeamento estruturado é um método padronizado de cabear uma rede, considerando as normas de segurança — como a ANSI e a EIA / TIA —, melhores práticas e o maior aproveitamento de recursos dos equipamentos.

Quando falamos em Sistema de Cabeamento Estruturado, logo podemos relacionar a ideia ao ambiente de rede disposto de cabos responsáveis pela integração de serviços (dados e telecom), passando por algumas das instalações do edifício (entrada, armário de telecomunicações e sala de equipamentos, por exemplo).

A capacidade de se redirecionar por diferentes caminhos, dentro de uma mesma estrutura de cabeamento para que pontos distintos se comuniquem é uma das principais características do cabeamento estruturado.

Este conceito surgiu nos serviços de tecnologia de voz, porém, não demorou para se tornar uma solução para atender aos mais variados serviços de dados devido a grande adoção por parte das empresas e a organização criada por meio das normatizações.

Qual a sua importância?

Que tal iniciarmos este tópico propondo a você um teste? Tente imaginar o seguinte cenário: você está visitando um datacenter, pertencente a uma empresa altamente conceituada, e acaba por quase tropeçar em um cabo instalado no meio do caminho. No local, é possível ver outros cabos expostos a uma goteira e fios que atravessam as mesas do escritório.

Conseguiu adaptar a situação para a vida real? Logicamente, não! Em datacenters é praticamente impossível nos depararmos com isso, afinal, as grandes corporações fazem um planejamento de infraestrutura, tendo em vista o cumprimento de todas as normas técnicas (nacionais e internacionais) e o alto desempenho das máquinas.

Além disso, o cabeamento estruturado visa garantir que todo o projeto de infraestrutura seja plenamente capaz de operar por um período mínimo de 10 anos suportando, além dos processos, os servidores da rede local, a quantidade de switches, roteadores e sua extensão.

Por que a sua empresa também deve se atentar a esses aspectos?

Se assim como 77% das empresas (Dell & Intel) a sua também depende da Tecnologia da Informação para obter sucesso e crescimento,  preciso considerar que 70% dos problemas com a rede são decorrentes do cabeamento (Real Decisions Institute; Furukawa).

Outro fator crucial é a flexibilidade e adaptação às mudanças. A Tecnologia da Informação é um setor em constante evolução e, com isso, o surgimento de novas soluções que podem ser aplicadas aos negócios é algo contínuo.

Contudo, o sistema de cabeamento estruturado é planejado justamente para suportar a implementação de nova tecnologia, assim como para reduzir consideravelmente os seus custos.

Resumindo: uma empresa que pensa por este lado e, então, investe no cabeamento estruturado, garante não apenas a segurança e a prevenção contra problemas técnicos, que podem deixar o sistema inoperante, mas também que a infraestrutura funcione a longo prazo e esteja pronta para novas tecnologias.

O que levar em conta na implementação?

Diante de tamanha importância que o cabeamento estruturado tem para a infraestrutura de TI, é elementar a contratação de uma empresa especializada, registrada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), e com credibilidade no mercado para fazer essa operação.

Antes de fazer a contratação, verifique se a empresa prestadora de serviços tem credenciais de fabricantes e, se possível, faça uma consulta aos clientes que a contrataram recentemente.

Outra questão relevante é a atenção com a rede elétrica e aterramento. A rede elétrica deve ser dedicada e suportar todos os equipamentos ligados ao cabeamento estruturado, com vista em assegurar que a rede elétrica forneça a qualidade necessária, dadas as condições pelas quais ela passará.

O aterramento, por sua vez, deverá estar alinhado à rede elétrica de modo a fornecer toda a segurança e proteção necessárias, seguindo as normas da ABNT.

É muito importante também avaliar a competência da equipe de profissionais que a empresa fornece, sobretudo quanto à experiência com cabeamento estruturado e à utilização das normas técnicas. Pode parecer óbvio, mas vale a sugestão para que atente-se à qualidade dos produtos utilizados.

Quais as principais normas de cabeamento?

Já que falamos sobre normas técnicas, aproveitaremos o gancho para elencar as principais normatizações que influenciam na implementação do cabeamento estruturado.

Observação: a maioria das normas é internacional, portanto, foram criadas por institutos e associações renomados, como a IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), TIA (Telecomunications Industry Association) e EIA (Eletronics Industry Association).

Agora vamos às normas físicas mais conhecidas:
  • TIA/EIA-568-C.0 – Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises;
  • TIA 569-B – Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways and Spaces;
  • ANSI/TIA-606-A – Administration Standard for Commercial Telecommunications Infrastructure;
  • ANSI/TIA-607-B – Telecommunications Grounding (Earthing) and Bonding for Customer Premises;
  • ANSI/TIA-758-A – Customer-Owned Outside Plant Telecommunications Infrastructure Standard;
  • ANSI/TIA-862 – Building Automation Systems Cabling Standard for Commercial Buildings;
  • ANSI/TIA/EIA-1005 – Telecommunications Infrastructure Standard for Industrial Premises;
  • TIA-942 – Telecommunications Infrastructure Standard for Data Center;
  • IEEE-100BASE-TX – Fast Ethernet;
  • TIA/EIA-568-C.3 – Optical Fiber Cabling Components Standard.
Todos esses padrões definem o tipo de cabo utilizado, bem como os limites e requisitos (distância, segmentos, frequência etc.) que a estrutura deve atender para garantir o funcionamento adequado.

Quais tipos de cabo podem ser utilizados?

Temos os cabos trançados e os de fibra óptica como os mais usados atualmente, sendo estes selecionados conforme os objetivos do negócio, isto é, o tipo de rede que estamos lidando.

O primeiro deles, o trançado, certamente é o mais conhecido e “dominado” pelos especialistas em informática, até por se tratar de um cabo utilizado há muitos anos para a implementação de redes. Dentre suas maiores vantagens podemos destacar o baixo custo e a facilidade para ser adquirido pronto ou sob medida.

Do outro lado temos o cabo de fibra óptica, projetado para atender a uma tecnologia muito mais moderna e que oferece uma série de benefícios, a começar pelo fato de que a fibra óptica é livre de interferências eletromagnéticas e, é claro, pela capacidade de trabalhar com altas taxas de transferência de dados.

Ainda sobre o cabo de fibra óptica, vale salientar que a tendência para a migração desta tecnologia é muito significativa. Muito disso se deve ao Programa Brasil Inteligente, lançado pelo Ministério das Comunicações, que prevê altos investimentos com objetivo de disponibilizar redes de fibra óptica a 75% dos municípios brasileiros.

A fibra óptica, embora ofereça muitos benefícios, tem a desvantagem dos custos mais elevados e a necessidade de mão de obra especializada. Portanto, optar entre os tradicionais cabos trançados e a fibra óptica é uma questão estritamente ligada às demandas da empresa.

Esperamos ter ajudado você a entender a importância do cabeamento estruturado para as empresas.

Fonte: https://www.alctel.com.br/blog/entenda-o-que-e-cabeamento-estruturado-e-sua-importancia/


quinta-feira, 19 de março de 2020

Saiba mais sobre Energia Eólica


A energia eólica diz respeito à transformação da energia do vento em energia útil, é uma forma de obter energia de forma renovável e limpa, uma vez que, não produz poluentes.

A energia eólica é uma fonte de energia que está permanentemente ao dispor do Homem.

O vento consiste num fluxo de gases em grande escala, proporcionando variações significativas ao longo do ano. Este movimento do ar em decorrência do aquecimento irregular da atmosfera pela radiação solar pode ser transformado em energia útil.

Este processo é conhecido como energia eólica e é usado para produzir energia mecânica através de moinhos de vento, produzir eletricidade ou impulsionar os veleiros através de velas. A energia eólica é renovável, limpa e é uma alternativa aos combustíveis fósseis, estando permanentemente disponível em qualquer região no Mundo.

A energia eólica “surgiu” com a crise do petróleo, nos anos 70. Um pouco por toda a Europa foi-se sentindo medo devido à escassez do petróleo, o que levou a procurar outras fontes de energia. No entanto, a origem da energia eólica não se situa exatamente na década de 70.

A origem da energia eólica é muito mais remota. Desde a antiguidade que se percebeu a força do vento. O vento era aproveitado nos barcos que se moviam impulsionados por este através de velas.
Os próprios moinhos trabalhavam graças à força do vento. Bombear água ou moer grãos para obter farinha eram conseguidos graças à energia do vento.

Como funciona a energia eólica

A energia do vento é transformada em energia elétrica através de um equipamento chamado turbina eólica (ou aerogerador), os quais incluem hélices que se movimentam com a velocidade do vento.
Um sistema eólico pode ser usado em três sistemas diferentes:
  • Sistema isolado: sistemas que se encontram privados de energia elétrica proveniente da rede pública, sendo utilizados para abastecer certas regiões
  • Sistema híbrido: sistemas que produzem energia elétrica em simultâneo com mais de uma fonte, nomeadamente painéis fotovoltaicos ou turbinas eólicas
  • Sistema interligado à rede: sistemas que inserem a energia produzida por eles mesmos na rede elétrica pública
A energia do vento pode, portanto, ser aproveitada e transformada em energia elétrica e mecânica.

Hoje em dia, a energia do vento é essencialmente aproveitada para produzir eletricidade. Esta transformação é conseguida através de aerogeradores. Os aerogeradores são colocados estrategicamente em zonas ventosas, que normalmente são em zonas de maior altitude.

O vento forte é capaz de rodar as pás de uma turbina. Um aerogerador comunica com um eixo central e este, por sua vez, é acoplado a uma caixa multiplicadora (Gearbox) onde a velocidade de rotação é incrementada, segundo características específicas de cada fabricante.

Os aerogeradores possuem um sistema capaz de controlar a velocidade do rotor de forma a manter uma velocidade estável com a variação da velocidade do vento. os mais elevados e for demasiado forte, impede a rotação muito rápida do aerogerador. O gerador ligado ao transmissor mecânico produz energia elétrica.

Uma concentração ou aglomerado de aerogeradores denomina-se de parque eólico, sendo utilizados para produzir energia elétrica, geralmente para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.

Existem dois tipos de parques eólicos, onshore e offshore, os parques eólicos onshore encontram-se localizados em terra ao largo da costa marítima ou no interior.

Os parques eólicos offshore são parques onde os aerogeradores são instalados no mar.

Energia eólica no Brasil

O Brasil apresenta uma grande potencial eólico, sobretudo nas regiões sudeste, nordeste e sul do país. Infelizmente, o aproveitamento do seu potencial é pequeno, mas representa uma importante fonte de complementação à energia hidroelétrica, da qual o Brasil é fortemente dependente.
Com a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) em 2002, o setor elétrico no Brasil apresentou um rápido crescimento. Este incentivo proporcionou a instalação de novos geradores em diversas locais e, no final de 2006, o país já tinha uma capacidade de produção de 237 MW.
No ano 2013, o Brasil encontrava-se na 13ª posição no ranking dos países com maior produção de energia eólica, tendo obtido uma capacidade de 1000 MW em 2011, suficiente para abastecer 400 mil habitações.
A grande expetativa no Brasil é que, em 2020, possam ser extraídos cerca de 20 GW.

Sobre as vantagens e desvantagens da energia eólica

Um dos grandes inconveniente a apontar à energia eólica é a poluição sonora. As turbinas não são de todo silenciosas e o desconforto pode fazer-se sentir, mesmo a grandes distâncias. Mas até esta desvantagem está a ser minimizada pela tecnologia, com uma diminuição do ruído provocado pelos aerogeradores de última geração.
A poluição visual é uma outra desvantagem apontada apenas por alguns. Não é portanto um ponto unânime. Há quem considere que um parque eólico tem grande impacto visual e há quem não considere.

Vantagens da energia eólica

  • Diminuição da dependência de combustíveis fósseis
  • Redução da emissão de dióxido de carbono na atmosfera
  • É inesgotável
  • Ótima rentabilidade de investimento (em cerca de 6 meses recupera a energia gasta com a instalação e manutenção)
  • Geração de emprego nas regiões

Desvantagens da energia eólica

  • Poluição visual, visto que parques eólicos são instalados em áreas livres para aproveitar da melhor forma os ventos
  • Poluição sonora proveniente do funcionamento dos equipamentos pode ser perturbador para a população local
  • Impatos sobre a fauna, nomeadamente a colisão de morcegos e aves
  • Variações signitificativas da velocidade do vento ao longo do ano, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária em determinado local
Perante as metas ambientais traçadas para cada país são cada vez mais os países que apostam em energias renováveis, sendo a eólica alvo de grande atenção. Esta forma de energia renovável apresenta um crescimento superior a 25% por ano, a nível global.

Mas não é só a Europa que aposta na energia eólica. São mais de 80 países que contam já com a energia do vento para produzir parte da eletricidade de cada nação.

Fonte: https://www.portal-energia.com/energia-eolica/


sexta-feira, 13 de março de 2020

Tudo o que você precisa saber sobre CFTV e câmeras de segurança


O mercado de câmeras de segurança avançou muito nos últimos anos, surgiram novas tecnologias, como as câmeras de trilho, novos softwares para análises de vídeos, como os softwares de gestão de PDV, e diversos modelos surgem a cada nova demanda. Para a realidade dos supermercados e sua preocupação com gerenciamento e prevenção de perdas, isso é uma enorme vantagem, mas, ao mesmo tempo, traz uma série de dúvidas sobre as tecnologias, seu funcionamento e diferenças.
Estas informações muitas vezes ficam restritas aos técnicos, além de serem encontradas em linguagens complexas e de difícil entendimento. Para alguém leigo ou que conhece apenas superficialmente o assunto pode ser realmente complicado entender manuais técnicos. Sabendo desta dificuldade, buscamos, junto a nossos técnicos, responder às perguntas mais frequentes sobre os sistemas de CFTV para supermercados e lojas de varejo, para facilitar os varejistas no momento da escolha das câmeras ideais para seu negócio.

Qual a autonomia de gravação de um CFTV?

A autonomia de gravação depende de vários fatores como: número de câmeras, resolução, taxa de frames por segundo e do tamanho do HD do aparelho em que serão gravadas as imagens.Outro fator importante, que devemos levar em consideração, é o algoritmo de compactação que o aparelho utiliza para realizar a gravação. Há, no mercado, uma série de equipamentos com diferentes tipos de compactação. Os mais comuns são: MPEG2,MPEG4 e H.264. Este último é o mais eficiente e é o que a Gunnebo utiliza em seus equipamentos.

Quais os tipos de câmeras disponíveis atualmente no mercado?



São diversos os tipos de câmeras de segurança disponíveis, cada um com suas especificidades, e podem ser agrupados em: fixas ou móveis, analógicas ou IP.
As câmeras fixas se dividem em:


  • Box: são conhecidas por seu formato parecido ao de uma caixa;
  • Dome: bastante comuns, têm formato arredondado, parecido com uma bolha;
  • Bullet: com formato cilíndrico em lente, tem sensor infravermelho;
  • Pinhole: São extremamente pequenas e possuem lentes com o tamanho de uma cabeça de alfinete. Indicadas para locais onde há a real necessidade de ocultar as câmeras.

Em relação às câmeras citadas acima, podem possuir lentes do tipo fixa - que tem um valor que não pode ser alterado - por exemplo: 3.6mm, que é a lente mais comum utilizada no mercado por se aproximar à visão do olho humano. Outra possibilidade é a lente varifocal - onde o valor pode ser ajustado conforme necessidade - por exemplo: lentes de 4 a 12mm, onde 4mm é valor mínimo de visualização, e 12mm é o zoom de 3 vezes na visualização da imagem.
Já as câmeras de segurança móveis são divididas em:
  • Speed Dome: é a câmera ideal para trabalhos de segurança ostensiva, por possuir uma alta velocidade horizontal, taxa de zoom elevado, sendo os mais comuns 23x, 25x, 27x e 32x de zoom. Possui vários tipos de ajustes dentre eles BLC, DNR, WDR e opções de presets, patern e outros.
  • Pan-tilt: é mais utilizada por operadoras de estradas, não sendo tão conhecida no mercado de varejo. É uma caixa estilizada, com movimento horizontal e perpendicular, a câmera se encontra dentro de uma caixa de proteção, do tipo box com lente varifocal.


O que é a TUB Câmera? Por que ela é inovadora?


A TUB Câmera poderia ser inserida dentro da categoria de câmeras móveis, mas suas vantagens competitivas a transformam em uma ferramenta diferenciada para o mercado de varejo. Por ser uma câmera de trilho, ela é ideal para monitoramento de grandes espaços com maior produtividade e menos custos.
Com a Tub Câmera, a área monitorada pode ser ilimitada e com cobertura visual de 360° (sem interferências de colunas ou banners nas lojas), o que é um grande diferencial quando comparada a outras câmeras móveis. Também pode funcionar como um excelente auxiliar ao CFTV já instalado, deslocando-se com precisão e grande velocidade no interior de um tubo com total discrição, sem limite de comprimento.
Sua velocidade de deslocamento permite acompanhar todos os eventos suspeitos em uma mesma tela com imagem de alta resolução em tempo real, facilitando o trabalho do operador que é capaz de controlar mais facilmente o sistema, antecipar ocorrências e acompanhar todas as atividades sem perda de informação.


Qual a diferença entre a Câmera IP e a Analógica?

O grande diferencial entre uma Câmera IP e uma Câmera Analógica é o sinal gerado por elas. Na câmera analógica, o sinal não tem compactação. O contrário ocorre na Câmera IP, que passa por um tratamento para transformar o sinal de vídeo em digital.

Qual tensão preciso disponibilizar para a instalação do CFTV?


A tensão a ser utilizada não tem restrição, desde que seja estabilizada.

O que é e qual a função do DVR?


DVR – sigla em inglês para Digital Video Recorder – nada mais é do que um gravador de vídeo para CFTV. Sua função primária é gravar imagens geradas por câmeras, transmiti-las ao vivo para os monitores principal e auxiliares, estocá-las para reprodução e backup e fazer a transmissão e reprodução remota (via rede). Para saber qual a melhor opção para o seu negócio é preciso saber qual o tempo necessário de gravação e a quantidade de câmeras de segurança disponíveis em sua loja.


O que é um DVR híbrido?

O DVR híbrido é um aparelho onde podem ser visualizadas e gravadas imagens tanto de câmera analógica quanto de Câmera IP.


O que é e qual a função de um NVR?

NVR – sigla em inglês para Network Video Recorder – é o sistema responsável por gerenciar e armazenar as imagens das câmeras de segurança com comunicação por rede TCP/IP ou simplesmente Câmera IP. Em uma explicação mais simples, ele seria o correspondente a um DVR, mas específico para Câmeras IP.


O que é o Digipryn?

O Digipryn é um NVR que monitora e permite analisar as imagens das câmeras com monitoramento remoto pela internet ou redes 4G. Seu grande diferencial competitivo são os diversos recursos de gerenciamento de imagens que garante mais qualidade e segurança aos clientes que investem em Circuitos Fechados de TV.
Um dos recursos que mais se destaca nesta solução é a possibilidade de visualizar as imagens ao vivo, controlar as câmeras móveis, a reprodução e a exportação de imagens sem a instalação de nenhum software dedicado, reduzindo os custos do varejista. Sua interface intuitiva possibilita que qualquer operador realize a análise e detecção de intrusão, a detecção de objetos suspeitos ou falta de objetos e o monitoramento das filas de caixa.
Além disso, a solução também traz a função matriz com até 32 canais, ampliando a possibilidade de monitoramento, e disponibiliza vários métodos de pesquisa: por data e hora, por «marca», por zona na imagem, por arquivo. O Digipryn é o verdadeiro olho do dono no estabelecimento.

O que é e para que serve um Cabo UTP?

O Cabo UTP é um dos tipos de o cabo de par trançado, que é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Ele foi desenvolvido para construção de redes de computadores e vem sendo largamente utilizado para criação de Circuitos de TV. Isto aconteceu em virtude de ser um cabo mais barato e disponibilizar a opção de passar mais de uma câmera por cada cabo, reduzindo o tamanho e o gasto da infraestrutura final de um sistema.

Quantas imagens posso ver ao mesmo tempo no monitor?

Com o monitor ligado diretamente ao DVR, a quantidade de imagens é de 16 câmeras. Mas há a possibilidade de utilizar um Client, fornecido pela Gunnebo ou pela sua empresa responsável, tornando possível visualizar um número máximo de até 64 câmeras. Um número 4 vezes maior do que o normal.

Por quanto tempo posso gravar as imagens das câmeras?

O tempo de gravação vai ser determinado pelo tamanho de seu HD, assim como pelas configurações impostas ao DVR ou NVR utilizado.



Fonte: http://blog.gunnebo.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-cftv-e-cameras-de-seguranca

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A Cerca Elétrica

A cerca elétrica é muito comum em casas, condomínios e empresas! Mas vocês sabem quais são os principais benefícios desse equipamento?

1- Baixo custo


Devida a sua popularização atualmente a cerca elétrica é uma das soluções de segurança 
mais baratas. Existem diversas empresas que produzem todos os materiais necessários à montagem e instalação da cerca.

2- Resistência


Todos os equipamentos usados em um sistema de cercas elétricas são feitos de materiais 
duros e imunes a oxidação, desta forma a cerca não é facilmente danificada por invasores e nem pela água da chuva.

3- Alta Confiabilidade


Uma cerca elétrica tem entre 8 e 10 mil volts circulando pelo circuito criado pelos fios e a central de choque. Por não conter corrente essa enorme voltagem não é capaz de levar um ser humano a morte, porém, é capaz de paralisar o invasor. É importante ressaltar que caso haja algum dano aos fios ou hastes da cerca o alarme da central é acionado imediatamente.

A cerca elétrica é realmente uma solução segura e barata para a proteção de imóveis, entre 
em contato conosco para solicitar um orçamento e saber mais sobre a instalação. Ligue (11) 2264-3060.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Mitos e Verdades sobre Cerca Elétrica

Com a popularização dos sistemas de cerca elétrica na década de 2000, surgiram muitas dúvidas e muitos mitos sobre as cercas elétricas, as quais trataremos a seguir.

1. A cerca elétrica mata animais e pessoas ?

Não. Nos filamentos ou fios da cerca elétrica, apesar de possuírem uma tensão alta (8.000 a 20.000volts), elas não possuem amperagem ou corrente de carga. Sendo assim fica impossível matar pessoas ou animais. Isto porque a central de choque não emite amperagem e sua tensão é pulsativa, ou seja intermitente não sendo possível sequer ficar grudado na cerca.

2. Então porque vemos notícias de pessoas que morreram na 
cerca elétrica?
Isto ocorre porque, pessoas não profissionais ou inconsequentes, instalam verdadeiras gambiarras (muitas vezes com consentimentos do proprietário do imóvel). São instalações clandestinas que se utilizam da rede de energia elétrica direta do imóvel sem o uso de uma Central de choque homologada. Desta forma a cerca possui amperagem ou corrente de carga como dito antes, por se tratar de uma ligação direta a rede de força. Estas pessoas correm o risco de serem processadas por homicídio doloso.

3. O consumo de energia da 
cerca elétrica aumenta muito o valor da minha conta ?
Não. Este é mais um mito criado, o consumo de uma central de choque é de 3,6 Kw mês, isto equivale a um consumo menor que um rádio relógio.


4. Se cortarem o fio da 
cerca elétrica, também fico desprotegido ?
Não. Atualmente os sistemas de cerca elétrica possuem um dispositivo de proteção contra cortes. este dispositivo monitora todo o circuito do perímetro através de resistores, quanto há um corte a central de choque detecta e dispara uma sirene acoplada, inibindo o intruso.

5. É possível burlar a 
cerca elétrica ?
Sim. Porém isto requer um certo conhecimento e é muito difícil de acontecer, simplesmente porquê dá trabalho e leva tempo, o que o intruso não quer que aconteça.

6. Existem leis sobre a instalação e uso da 
cerca elétrica ?
Não. Atualmente não existe uma legislação específica que trata sobre o tema, porém alguns municípios aderiram a normas técnica internacionais como: instalação a uma altura mínima de 2,20 metros do piso, utilização de placas de advertência a cada 10 metros, uso obrigatório de uma central de choque eletrificadora compatível e homologada, contratação de uma empresa especializada.

7. Qual o nível de eficácia e segurança que a 
cerca pode proporcionar ?
Em recente pesquisa feita pela ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica) a cada 100 imóveis com sistemas de segurança 98 não sofreram mais tentativas de intrusão;. Sendo assim podemos concluir que se trata de um equipamento de alta eficiência inibidora e muito segura.