quarta-feira, 25 de março de 2020

Controle de acesso: a peça-chave para a segurança da sua empresa


A atenção e o cuidado com a segurança das empresas são cada vez mais necessários e estão amparados por uma tecnologia que vem evoluindo rapidamente. Nesse universo, o controle de acesso se destaca como ponto-chave de um bom sistema de proteção patrimonial.

Existem diversas maneiras de realizar a gestão do fluxo de pessoas e veículos em uma empresa. Essa é uma importante medida para a organização e segurança do ambiente de trabalho. Continue a leitura e saiba tudo o que você precisa sobre controle de acesso, a peça-chave para a segurança da sua empresa.

O que é controle de acesso?

Quando se trata da segurança de uma empresa ou de um condomínio residencial, o controle de acesso é uma atividade essencial. Na verdade, é a primeira iniciativa com vistas à proteção patrimonial e das pessoas que ali frequentam ou residem. Mas, afinal, o que é exatamente o controle de acesso?

Todo sistema de segurança visa, antes de tudo, garantir que só estejam no ambiente as pessoas autorizadas. Nesse sentido, moradores, visitantes, colaboradores locais, clientes, fornecedores e entregadores são os principais frequentadores possíveis.

Desse modo, é preciso desenvolver uma estratégia para certificar-se de que apenas as pessoas certas poderão adentrar e circular pelo local. Esse é o papel do controle de acesso que, por sua vez, pode ser definido como o gerenciamento desse fluxo de entrada e saída de pessoas e veículos.

A grande importância do controle de acesso é que ao ser adotado, a forma de entrar no espaço protegido fica padronizada e não mais conforme a vontade de cada pessoa externa ou interna. Cria-se uma regra comum, ao mesmo tempo em que se inviabiliza o acesso e a circulação desautorizada.

A estratégia e o respectivo sistema de segurança a ser implantado dependem de diversas variáveis. Assim, é preciso levar em conta, entre outras:
  • as condições estruturais locais;
  • as características da região onde está inserido o condomínio ou a empresa;
  • o volume de pessoas e veículos que transitarão;
  • a política de segurança adotada no local (quando existente e quando não deve ser proposta).

Portanto, o controle de acesso efetivo não se alcança simplesmente instalando um portão e contratando um porteiro. Existem muitas possibilidades de burlar uma condição assim tão simples. Contudo, um bom planejamento de controle de acesso pode trazer maiores garantias de segurança. Entenda melhor, a seguir!

Como ele funciona?

Essencialmente, o controle de acesso funciona a partir de uma sequência simples de operações:
  • o interessado em acessar o local se aproxima e informa o destino ou a pessoa com quem deseja falar;
  • a estrutura do sistema adotado impede fisicamente o acesso;
  • o sistema (com porteiro presencial ou não) identifica o interessado;
  • o sistema confere se o interessado está autorizado (ou o destinatário é contatado e, então, se autoriza ou não o acesso);
  • o sistema libera ou não o acesso do interessado.

As variações se dão em razão de condições locais e do sistema de acesso adotado. Nesse sentido, a tecnologia tem sido a grande aliada da segurança, propiciando inúmeros meios e instrumentos para se definir o sistema de controle de acesso mais adequado a cada situação.

Desse modo, existem soluções para um simples prédio de condomínio de escritórios, assim como para um grande conglomerado de torres comerciais. Todas são assistidas por um sistema de segurança que utiliza o controle de acesso mais adequado a cada uma.

Assim, por exemplo, o acesso ao estacionamento até as salas comerciais constitui uma estratégia. Por sua vez, o acesso direto para as salas comerciais por pessoas, que deixaram o veículo do lado de fora, envolve outra abordagem.

Todas as possibilidades voltadas para controlar o acesso de pessoas e veículos a um perímetro de segurança basicamente variam em função da tecnologia adotada. De todo modo, seja o sistema mais complexo ou mais simples, a tecnologia, sobretudo a digital, faz toda diferença.

Qual a diferença entre controle de acesso físico e digital?

A escolha do tipo de mecanismo de controle de acesso encontra disponibilidade em uma infinidade de soluções desenhadas para esse fim. Todas essas possibilidades podem ser reunidas em dois grupos: controle físico e controle digital, ainda que com situações mistas.

Para fins de avaliação das diferenças entre um e outro, parte-se do pressuposto que a barreira perimetral pode ser a mesma. Assim, tanto para o sistema físico de acesso, como para o digital, a área está devidamente murada ou cercada (alambrado, cerca).

Da mesma forma, a utilização de mecanismos de segurança contra invasão também pode ser comum. A área pode dispor de cerca elétrica, concertina e outros instrumentos de persuasão. O que fará a diferença, de fato, é a forma de controlar a entrada e a saída.

Controle de acesso físico

Desde a antiga e rústica porteira com cadeado, o controle de acesso físico evoluiu junto com a própria arquitetura dos prédios e com a tecnologia disponível. Com isso, portas e portões podem ser liberados por uma chave mecânica, ou cartão magnético, empregada pelo próprio usuário.

O controle físico também inclui a presença de um porteiro, que realizará a abertura e o fechamento do acesso. Do mesmo modo, podem ser utilizadas cancelas (mecânicas ou eletrônicas) e catracas, também operadas por um cartão magnético do usuário ou liberadas pelo porteiro.

Em resumo, o controle físico faz uso de uma chave (mecânica ou eletrônica) ou da iniciativa de um porteiro presencial que auxilia no processo de abertura e fechamento do acesso. Pode ser utilizado para os acessos externos ou para deslocamentos internos para outras áreas controladas.

Áreas de condomínios residenciais ou empresariais contam, ainda, com o trabalho de consulta do porteiro ao local destinatário. Nesses casos, a liberação só ocorre quando o acesso é autorizado.

Controle de acesso digital

O controle digital para acesso de pessoas e veículos é bem mais diversificado, em razão das alternativas disponibilizadas pela tecnologia. Há uma grande tendência de reduzir a utilização presencial de um funcionário controlador das entradas e saídas.

Os meios digitais, como componentes da segurança eletrônica para o controle, podem ser resumidos nos seguintes princípios mais empregados com tecnologia digital:
  • reconhecimento facial;
  • leitura da íris do olho;
  • reconhecimento de voz;
  • biometria digital;
  • uso de senha e ID de acesso;
  • cartão de proximidade.

De modo geral, os usuários são cadastrados para que, no momento do acesso, se identifiquem para o sistema e sejam reconhecidos, tendo o acesso liberado. Para pessoas e veículos não cadastrados, sistemas como portarias remotas procedem à consulta ao local de destino.

Quais os tipos de controle de acesso existentes?

Dentro do que dispõe a tecnologia em segurança patrimonial, como se viu, são bem diversos os meios disponíveis para o controle de acesso. A seguir, cada um dos 5 principais tipos será avaliado mais detidamente.

1. Biometria

A biometria se baseia na aferição de determinadas medidas do corpo humano que são únicas para cada indivíduo. Nesse sentido, são mais comumente utilizados os seguintes aspectos para o controle de acesso, entre outros:
  • impressões digitais (dedos);
  • impressões da palma da mão;
  • desenhos da íris (olho);
  • reconhecimento facial.

A grande vantagem da identificação biométrica é que se trata de informação exclusiva de cada pessoa, confirmando que aquela é de fato a pessoa cadastrada no sistema. De modo geral, os processos de identificação por biometria se dão em 3 fases sucessivas:
  • captura da imagem;
  • leitura dos dados;
  • identificação da pessoa.

Impressões digitais

As impressões digitais são formadas por linhas de elevações da pele dos dedos. Seu desenho é único para cada pessoa, constituindo, desse modo, um meio extremamente seguro de confirmação do indivíduo.

Técnicas próprias de avaliação dessas linhas e suas características particulares constituem o ramo da Papiloscopia. Seus princípios são utilizados por softwares especializados capazes de fazer a leitura e a identificação individualizada.

Geometria da mão

A identificação de uma pessoa por meio da geometria da mão envolve a identificação de três aspectos da palma da mão:
  • o tamanho;
  • a estrutura;
  • a posição.

Um sensor óptico capta essas variáveis da estrutura das mãos e compara com um banco de dados. Assim, a pessoa já cadastrada é identificada e, no caso de controle de acesso, pode ser liberada.

Desenhos da íris

A íris é um músculo do olho que regula a abertura e o fechamento da pupila. Constitui a parte colorida dos olhos, única e estruturalmente distinta quando comparada com qualquer outro indivíduo.

Na verdade, a íris contém detalhes tão exclusivos de cada pessoa que a torna um dos mais seguros parâmetros biométricos para identificação. O processo de leitura se dá em 5 fases sucessivas:
  1. captura da imagem;
  2. segmentação e localização;
  3. normalização;
  4. representação;
  5. reconhecimento.

Reconhecimento facial

Para o reconhecimento facial, são utilizadas determinadas características da face humana. Essas características, conhecidas como pontos nodais, são em número de 80 para fins de análise. Entre alguns dos aspectos nodais utilizados podem ser destacados:
  • distância entre os olhos;
  • formato dos olhos e do nariz;
  • comprimento do nariz;
  • tamanho do queixo;
  • linha da mandíbula.

 

2. Identificação por senha

Algumas formas menos sofisticadas de controle de acesso ainda são muito utilizadas. Uma dessas é a identificação por meio de senha digitada na entrada.

O controle de acesso por meio da digitação de senha é mais comumente empregado nos ambientes internos das empresas. Do mesmo modo, também costuma ser utilizado em condomínios.

De maneira geral, a identificação por senha pode ser empregada também para a entrada e saída de veículos em garagens. Essa forma de autenticação utiliza tecnologia bem mais simples que os métodos por biometria.

Por sua vez, o risco de perda ou esquecimento da senha individual pode trazer limitações e, por vezes, até constrangimento quando se trata de acesso externo. Por essa razão, seu uso mais comum é em ambientes internos, como visto.

3. RFID

A tecnologia que utiliza radiofrequência ou RFID (radio frequency identification ou identificação por radiofrequência) é bem simples. Composta de um pequeno circuito, pode ser facilmente embutida em cartões ou em chaveiros.

Controles desse tipo também podem ser instalados em etiquetas, como ocorre com os controles de acesso a pedágios e a shoppings centers. A forma mais comum e usual de uso da tecnologia RFID é constituída pelos portões de garagens residenciais.

Quando se faz uso, por exemplo, de um cartão com RFID, diversos dados do acesso podem ser registrados. Assim, quem acessou, quando passou e quanto tempo permaneceu podem ser identificados. Isso permite a emissão periódica de relatórios de controle.

4. Cartão de proximidade

Cartões de proximidade possuem um chip pré-programado em seu interior. Cada chip possui um número de identificação, de modo que cada cartão se torna único em sua identidade.

Para operar a identificação, aproxima-se o cartão de um leitor que envia as informações do chip para um software. Este, por sua vez, reconhece a identidade e libera o acesso, ou não reconhece e impede o usuário de continuar em seu intento de adentrar o ambiente controlado.

Controle de acesso em hall de edifícios, por exemplo, podem fazer uso dessa tecnologia associada às catracas. Com a aproximação do cartão, o sistema reconhece o usuário autorizado e libera a passagem.

5. Portaria remota

A portaria remota é um sistema de controle de acesso que dispensa a presença física de um porteiro, sendo totalmente gerenciado à distância. Para isso, faz uso de câmeras e interfones conectados a uma central que opera 24 horas por dia.

Com isso, ficam muito reduzidas as possibilidades de falhas humanas no controle de acesso. Na portaria remota podem ser utilizados sistemas de biometria ou de cartões para o acesso rotineiro dos moradores de um condomínio, por exemplo.

A abertura e o fechamento de portões se faz por meio remoto, a partir da central de comando. Por sua vez, a recepção de correspondência passa a ser realizada pelo zelador. Para a entrega de encomendas, a central remota chama o destinatário que vem recebê-la pessoalmente.

Quais são os benefícios do controle de acesso?

A tecnologia entra em campo no âmbito da segurança, com vistas a melhorar a eficiência e a alcançar novos resultados. O controle de acesso traz diversos benefícios, confira!

Segurança do ambiente

Um sistema de controle de acesso é instalado para que se garanta a segurança do ambiente que protege. Assim, restringindo e controlando quem entra e quem sai impede que pessoas não autorizadas e possivelmente mal-intencionadas alcancem o patrimônio os frequentadores locais.

Nesse sentido, dependendo dos sistemas utilizados, os registros de acesso na forma de dados pessoais e de imagens facilitam a investigação na ocorrência de qualquer ilícito. Isso resulta, ainda, em maior sensação de segurança, especialmente, para moradores, nos casos de condomínios residenciais.

 

Controle do fluxo

O controle de acesso permite conhecer o fluxo de pessoas (e de veículos, quando pertinente). Informações dessa natureza são de grande importância para a administração local, em especial na adequação dos recursos de infraestrutura e de suporte.

Assim, o conhecimento de quantas pessoas transitam pelo local e os horários de maior concentração permite planejar melhor o cuidado estratégico com a segurança. Dessa forma, determinadas ocasiões podem requerer mais atenção do gestor ou síndico.

 

Redução do risco de vazamento de informações

Em muitas situações, especialmente nas empresas, a restrição de acesso a determinado local visa, na verdade, a proteção de informações estratégicas ou confidenciais. Assim, permitir o acesso apenas às pessoas autorizadas garante o cuidado necessário, evitando, assim, o vazamento de informações.

Para esse fim, são muito utilizados os sistemas de senha ou de cartões de proximidade. Em setores ainda mais críticos, que lidam com informações confidenciais, o controle de acesso faz uso de biometria com vistas a personificar com mais precisão o usuário.

 

Integração com outros sistemas de gestão

O controle de acesso pode ser integrado aos demais componentes do sistema de gestão ampliando suas vantagens. Assim, é possível promover a interação com a iluminação interna e externa e com o controle de temperatura e de circulação de ar nos ambientes fechados.

Por sua vez, integrando o controle de acesso aos sistemas anti-incêndio, pode-se permitir, por exemplo a liberação de catracas na ocorrência de um sinistro e de saída urgente. Para cada condição ou ambiente, o controle do acesso de pessoas não se limita a ser uma restrição de passagem.

 

Como integrar o controle de acesso ao sistema de segurança?

Quando se fala em integração, a ideia é fundir diversos instrumentos de segurança e proteção em um sistema que possa promover a interação entre eles. Com isso, é possível otimizar o potencial de cada solução existente.

A maior parte do controle de acesso que faz uso de tecnologia digital pode ser facilmente integrada ao sistema de segurança utilizado na empresa ou no condomínio. Nesse sentido, o controle de acesso é mais um componente do sistema (embora seja um dos mais importantes).

Nesse sentido, o próprio mercado tem se adequado a essas demandas crescentes. De maneira geral, estão cada vez mais presentes diversos recursos de proteção que interagem entre si e com sistemas já instalados, otimizando a segurança corporativa, patrimonial e pessoal.

Considere, por exemplo, um sistema de portaria remota e o monitoramento de perímetro à distância interligados a uma central 24 horas. Qualquer movimentação estranha ou tentativa de invasão é imediatamente sinalizada, de modo a garantir o suporte necessário. De modo geral, a tecnologia atual permite a integração de ferramentas do sistema de segurança como:
  • controle de acesso;
  • câmeras de segurança;
  • proteção perimetral;
  • acionamento de alarmes;
  • sinalização visual;
  • acionamento de central operacional à distância;
  • alarme de incêndio;
  • controle de iluminação.
Fonte: https://www.verzani.com.br/controle-de-acesso/


terça-feira, 24 de março de 2020

Combate à covid-19 exige profissionais de climatização qualificados

https://energeticaservicos.com.br/ 
 Associação espanhola pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital das empresas de refrigeração e ar condicionado durante o surto de coronavírus | Foto: Shutterstock.com

A associação espanhola de refrigeração e ar condicionado (AEFYT, na sigla em espanhol) pediu que a sociedade reconheça o trabalho vital dos engenheiros e técnicos da área, alertando os usuários finais que contratam empresas não qualificadas.

Diante do estado de alarme promulgado pelo governo do país europeu, devido à disseminação da covid-19 por toda a Espanha, a entidade sustenta que o setor assegura a prestação de serviços de instalação e manutenção necessários para manter em funcionamento plantas de medicamentos, alimentos e telecomunicações.

“Esses são três setores cruciais da economia em que os processos de refrigeração são essenciais. No caso de muitos medicamentos e alimentos, é preciso manter a cadeia do frio nos processos de produção e conservação; e, no caso das telecomunicações, é preciso climatizar os servidores nos data centers”, exemplifica a organização.

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A Espanha possui mais de cinco mil empresas autorizadas de instalação e manutenção de ar condicionado e refrigeração, com mais de 20 mil pessoas empregadas.

“Precisamos reconhecer e apoiar o trabalho das empresas de instalação e de todos os seus funcionários que, nesses tempos difíceis, prestam um serviço fundamental para a sociedade”, disse Manuel Lamúa, gerente da AEFYT.

“Da mesma forma, devemos advertir contra cair na tentação de buscar empresas não qualificadas. Somente instaladores qualificados têm a capacidade de realizar manutenção e reparos adequados, se necessário, fazendo isso com todas as garantias de segurança e desempenho”, acrescentou.

Fonte: https://blogdofrio.com.br/combate-a-covid-19-exige-profissionais-de-climatizacao-qualificados/
 

segunda-feira, 23 de março de 2020

Entenda o que é cabeamento estruturado e sua importância


Sempre que o termo “sistema de cabeamento estruturado (SCE)” está em pauta, é muito comum que algumas dúvidas também entrem em cena por parte dos gestores de TI, principalmente com relação ao investimento e a importância da implementação.

Embora este seja um tema pouco difundido entre os profissionais da área, o conceito de cabeamento estruturado é essencial para o planejamento de infraestrutura de TI. Aliás, estamos nos referindo a um aspecto que influencia diretamente no suporte, segurança e durabilidade dos equipamentos.

Quer saber mais sobre o assunto? Neste artigo apresentaremos tudo o que você precisa saber sobre cabeamento estruturado, seus benefícios e as razões para investir nessa solução. Confira!

O que é cabeamento estruturado?

O cabeamento estruturado é um método padronizado de cabear uma rede, considerando as normas de segurança — como a ANSI e a EIA / TIA —, melhores práticas e o maior aproveitamento de recursos dos equipamentos.

Quando falamos em Sistema de Cabeamento Estruturado, logo podemos relacionar a ideia ao ambiente de rede disposto de cabos responsáveis pela integração de serviços (dados e telecom), passando por algumas das instalações do edifício (entrada, armário de telecomunicações e sala de equipamentos, por exemplo).

A capacidade de se redirecionar por diferentes caminhos, dentro de uma mesma estrutura de cabeamento para que pontos distintos se comuniquem é uma das principais características do cabeamento estruturado.

Este conceito surgiu nos serviços de tecnologia de voz, porém, não demorou para se tornar uma solução para atender aos mais variados serviços de dados devido a grande adoção por parte das empresas e a organização criada por meio das normatizações.

Qual a sua importância?

Que tal iniciarmos este tópico propondo a você um teste? Tente imaginar o seguinte cenário: você está visitando um datacenter, pertencente a uma empresa altamente conceituada, e acaba por quase tropeçar em um cabo instalado no meio do caminho. No local, é possível ver outros cabos expostos a uma goteira e fios que atravessam as mesas do escritório.

Conseguiu adaptar a situação para a vida real? Logicamente, não! Em datacenters é praticamente impossível nos depararmos com isso, afinal, as grandes corporações fazem um planejamento de infraestrutura, tendo em vista o cumprimento de todas as normas técnicas (nacionais e internacionais) e o alto desempenho das máquinas.

Além disso, o cabeamento estruturado visa garantir que todo o projeto de infraestrutura seja plenamente capaz de operar por um período mínimo de 10 anos suportando, além dos processos, os servidores da rede local, a quantidade de switches, roteadores e sua extensão.

Por que a sua empresa também deve se atentar a esses aspectos?

Se assim como 77% das empresas (Dell & Intel) a sua também depende da Tecnologia da Informação para obter sucesso e crescimento,  preciso considerar que 70% dos problemas com a rede são decorrentes do cabeamento (Real Decisions Institute; Furukawa).

Outro fator crucial é a flexibilidade e adaptação às mudanças. A Tecnologia da Informação é um setor em constante evolução e, com isso, o surgimento de novas soluções que podem ser aplicadas aos negócios é algo contínuo.

Contudo, o sistema de cabeamento estruturado é planejado justamente para suportar a implementação de nova tecnologia, assim como para reduzir consideravelmente os seus custos.

Resumindo: uma empresa que pensa por este lado e, então, investe no cabeamento estruturado, garante não apenas a segurança e a prevenção contra problemas técnicos, que podem deixar o sistema inoperante, mas também que a infraestrutura funcione a longo prazo e esteja pronta para novas tecnologias.

O que levar em conta na implementação?

Diante de tamanha importância que o cabeamento estruturado tem para a infraestrutura de TI, é elementar a contratação de uma empresa especializada, registrada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), e com credibilidade no mercado para fazer essa operação.

Antes de fazer a contratação, verifique se a empresa prestadora de serviços tem credenciais de fabricantes e, se possível, faça uma consulta aos clientes que a contrataram recentemente.

Outra questão relevante é a atenção com a rede elétrica e aterramento. A rede elétrica deve ser dedicada e suportar todos os equipamentos ligados ao cabeamento estruturado, com vista em assegurar que a rede elétrica forneça a qualidade necessária, dadas as condições pelas quais ela passará.

O aterramento, por sua vez, deverá estar alinhado à rede elétrica de modo a fornecer toda a segurança e proteção necessárias, seguindo as normas da ABNT.

É muito importante também avaliar a competência da equipe de profissionais que a empresa fornece, sobretudo quanto à experiência com cabeamento estruturado e à utilização das normas técnicas. Pode parecer óbvio, mas vale a sugestão para que atente-se à qualidade dos produtos utilizados.

Quais as principais normas de cabeamento?

Já que falamos sobre normas técnicas, aproveitaremos o gancho para elencar as principais normatizações que influenciam na implementação do cabeamento estruturado.

Observação: a maioria das normas é internacional, portanto, foram criadas por institutos e associações renomados, como a IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), TIA (Telecomunications Industry Association) e EIA (Eletronics Industry Association).

Agora vamos às normas físicas mais conhecidas:
  • TIA/EIA-568-C.0 – Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises;
  • TIA 569-B – Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways and Spaces;
  • ANSI/TIA-606-A – Administration Standard for Commercial Telecommunications Infrastructure;
  • ANSI/TIA-607-B – Telecommunications Grounding (Earthing) and Bonding for Customer Premises;
  • ANSI/TIA-758-A – Customer-Owned Outside Plant Telecommunications Infrastructure Standard;
  • ANSI/TIA-862 – Building Automation Systems Cabling Standard for Commercial Buildings;
  • ANSI/TIA/EIA-1005 – Telecommunications Infrastructure Standard for Industrial Premises;
  • TIA-942 – Telecommunications Infrastructure Standard for Data Center;
  • IEEE-100BASE-TX – Fast Ethernet;
  • TIA/EIA-568-C.3 – Optical Fiber Cabling Components Standard.
Todos esses padrões definem o tipo de cabo utilizado, bem como os limites e requisitos (distância, segmentos, frequência etc.) que a estrutura deve atender para garantir o funcionamento adequado.

Quais tipos de cabo podem ser utilizados?

Temos os cabos trançados e os de fibra óptica como os mais usados atualmente, sendo estes selecionados conforme os objetivos do negócio, isto é, o tipo de rede que estamos lidando.

O primeiro deles, o trançado, certamente é o mais conhecido e “dominado” pelos especialistas em informática, até por se tratar de um cabo utilizado há muitos anos para a implementação de redes. Dentre suas maiores vantagens podemos destacar o baixo custo e a facilidade para ser adquirido pronto ou sob medida.

Do outro lado temos o cabo de fibra óptica, projetado para atender a uma tecnologia muito mais moderna e que oferece uma série de benefícios, a começar pelo fato de que a fibra óptica é livre de interferências eletromagnéticas e, é claro, pela capacidade de trabalhar com altas taxas de transferência de dados.

Ainda sobre o cabo de fibra óptica, vale salientar que a tendência para a migração desta tecnologia é muito significativa. Muito disso se deve ao Programa Brasil Inteligente, lançado pelo Ministério das Comunicações, que prevê altos investimentos com objetivo de disponibilizar redes de fibra óptica a 75% dos municípios brasileiros.

A fibra óptica, embora ofereça muitos benefícios, tem a desvantagem dos custos mais elevados e a necessidade de mão de obra especializada. Portanto, optar entre os tradicionais cabos trançados e a fibra óptica é uma questão estritamente ligada às demandas da empresa.

Esperamos ter ajudado você a entender a importância do cabeamento estruturado para as empresas.

Fonte: https://www.alctel.com.br/blog/entenda-o-que-e-cabeamento-estruturado-e-sua-importancia/


sexta-feira, 20 de março de 2020

Micro Usina Hidrelétrica: Seria a solução para regiões desprovidas de energia elétrica?



A energia de origem hídrica, a energia hidrelétrica, teve início no Brasil em 1889 no rio Paraibuna, com o início da operação comercial da usina Marmelos, próximo a Juiz de Fora. Visto na época como um grande salto para a inserção da nova tecnologia no país, que devido as suas características geográficas, principalmente de relevo e rios de grande porte, possuíam um alto potencial de crescimento nos estados brasileiros.

Usina Marmelos. Fonte: Prefeitura de Juiz de Fora, Patrimônio Cultural.

A partir disto, deu-se o início de uma diversidade de pesquisas, estudos e abertura de empresas especializadas na construção e operação de empreendimentos hidrelétricos, sejam estes de grande ou pequeno porte.

A energia produzida por estes empreendimentos, é transportada através das linhas e torres de transmissão de alta tensão, similares as vistas próximas a estradas, percorrendo grandes distâncias até a chegada nas cidades, onde passam por transformadores de tensão em subestações para se diminuir a voltagem.

Após isso, a energia elétrica segue pela rede de distribuição, onde os fios instalados em postes levam a energia até as ruas das casas, que também possuem transformadores de (instalados nos postes) para rebaixar a voltagem para 127 ou 220 volts. Em seguida, a energia vai para o medidor da residência, medindo o consumo de energia do local.

Deste trajeto da energia, os empreendimentos de geração são responsáveis pela geração propriamente dita da energia, as redes de transmissão e distribuição, de responsabilidade normalmente de outra empresa ou concessionária, atuam com o transporte e destinação às cidades.

Aqui neste artigo abordaremos uma nova tecnologia que vem ganhando espaço no mercado, focado na micro geração, se caracterizando por estrutura de porte reduzido pensado para geração de energia em regiões rurais afastadas.

Atualmente há empresas, tais como a empresa belga Turbulent se especializando na estruturação de usinas hidrelétricas de porte reduzido, para utilização em rios, riachos e canais, utilizando-se de turbina de redemoinho e aproveitando a água corrente para a geração de energia, em alguns casos podendo abastecer até sessenta casas. Segundo estas empresas, a energia de fonte limpa, consegue operar durante 24 horas e não impacta os peixes no local de instalação.

Estes projetos foram estruturados de forma a minimizar o impacto local, com fornecimento de energia descentralizada a baixo custo, sendo indicado para regiões isoladas da rede elétrica.

 Turbina Redemoinho de Usina Hidrelétrica de Pequeno Porte. Fonte: Ciclo Vivo.

Conforme ilustrado na figura acima, a turbina de redemoinho se aproveita da hidrodinâmica natural do rio, utilizando pequenas corredeiras e correntezas que se formam, e intensificando-as com a inserção de bacia de concreto pré-moldado, é incluindo também um gerador e impulsor no fundo desta bacia.

As comportas, quando acionadas, permitem a passagem da água até o reservatório, fazendo a turbina funcionar, transformando por sua vez a energia mecânica em energia elétrica através do gerador. Havendo água e fluxo suficiente no sistema, será viável a geração de energia.

 Exemplo de Funcionamento da Turbina. Fonte: Turbulent.

Segundo o site da empresa Turbulent a turbina possui vida útil longa e não prejudicam a passagem de peixes, devido a não existir obstruções na passagem ou vórtices de água inconstantes.

O principal objetivo deste tipo de construção é a descentralização da energia e assistência a regiões sem acesso a rede nacional de energia, sendo necessário a existência de diferença de altura de 1,5 metros para que a turbina de baixa pressão funcione. Em termos de geração nos testes e construções feitas na Bélgica e Chile estas estruturas podem gerar de 15, 30 a 100 quilowatts.

Tais soluções começaram a serem pensadas no contexto brasileiros, em virtude das características geográficas favoráveis do relevo, bem como, do cenário ainda existente de regiões desprovidas de acesso e energia elétrica por concessionárias, em muitos casos optando para o uso de moto-geradores movidos a diesel e gasolina.

No contexto brasileiro, mais especificamente em Curitiba iniciaram-se análises e construções de protótipos com concepções similares as turbinas redemoinhos, mas com aproveitamento exclusivo da queda natural do rio e focado para que cada residência gere sua própria energia para consumo, em uma estrutura do tamanho e formato de uma caixa de abelhas.

Esta usina é capaz de gerar até 720 quilowatts/hora por mês, gerando uma economia de cerca de R$ 500,00 por mês na conta de luz, sendo suficiente para abastecer de três a quatro residência urbanas ou de duas a três propriedades rurais. Neste caso, é pensado para que a energia gerada extra seja retornada para a rede da concessionária local, gerando crédito a residência que a produz, similar ao visto na utilização de painéis solares.


 Criação por Brasileiros de Micro Usina Hidrelétrica. Fonte: Ciclo Vivo.


Dentre os pré-requisitos para a viabilidade deste tipo de projeto tem-se a necessidade de fonte de água próxima, podendo ser de rio, riacho, garantindo disponibilidade mínima de água, bem como, uma queda natural (por gravidade) de pelo menos 15 metros de altura para que a correnteza tenha força o suficiente para acionar a turbina da usina.

Este projeto, criado por engenheiros brasileiros, já avançou da fase de protótipo e autorizações pertinentes, viabilizando a estruturação para a comercialização da solução em larga escala.

Maria Beatriz Ayello Leite
Redação Ambientebrasil
 Fonte: https://noticias.ambientebrasil.com.br/redacao/2019/08/28/153610-micro-usina-hidreletrica.html


quinta-feira, 19 de março de 2020

Saiba mais sobre Energia Eólica


A energia eólica diz respeito à transformação da energia do vento em energia útil, é uma forma de obter energia de forma renovável e limpa, uma vez que, não produz poluentes.

A energia eólica é uma fonte de energia que está permanentemente ao dispor do Homem.

O vento consiste num fluxo de gases em grande escala, proporcionando variações significativas ao longo do ano. Este movimento do ar em decorrência do aquecimento irregular da atmosfera pela radiação solar pode ser transformado em energia útil.

Este processo é conhecido como energia eólica e é usado para produzir energia mecânica através de moinhos de vento, produzir eletricidade ou impulsionar os veleiros através de velas. A energia eólica é renovável, limpa e é uma alternativa aos combustíveis fósseis, estando permanentemente disponível em qualquer região no Mundo.

A energia eólica “surgiu” com a crise do petróleo, nos anos 70. Um pouco por toda a Europa foi-se sentindo medo devido à escassez do petróleo, o que levou a procurar outras fontes de energia. No entanto, a origem da energia eólica não se situa exatamente na década de 70.

A origem da energia eólica é muito mais remota. Desde a antiguidade que se percebeu a força do vento. O vento era aproveitado nos barcos que se moviam impulsionados por este através de velas.
Os próprios moinhos trabalhavam graças à força do vento. Bombear água ou moer grãos para obter farinha eram conseguidos graças à energia do vento.

Como funciona a energia eólica

A energia do vento é transformada em energia elétrica através de um equipamento chamado turbina eólica (ou aerogerador), os quais incluem hélices que se movimentam com a velocidade do vento.
Um sistema eólico pode ser usado em três sistemas diferentes:
  • Sistema isolado: sistemas que se encontram privados de energia elétrica proveniente da rede pública, sendo utilizados para abastecer certas regiões
  • Sistema híbrido: sistemas que produzem energia elétrica em simultâneo com mais de uma fonte, nomeadamente painéis fotovoltaicos ou turbinas eólicas
  • Sistema interligado à rede: sistemas que inserem a energia produzida por eles mesmos na rede elétrica pública
A energia do vento pode, portanto, ser aproveitada e transformada em energia elétrica e mecânica.

Hoje em dia, a energia do vento é essencialmente aproveitada para produzir eletricidade. Esta transformação é conseguida através de aerogeradores. Os aerogeradores são colocados estrategicamente em zonas ventosas, que normalmente são em zonas de maior altitude.

O vento forte é capaz de rodar as pás de uma turbina. Um aerogerador comunica com um eixo central e este, por sua vez, é acoplado a uma caixa multiplicadora (Gearbox) onde a velocidade de rotação é incrementada, segundo características específicas de cada fabricante.

Os aerogeradores possuem um sistema capaz de controlar a velocidade do rotor de forma a manter uma velocidade estável com a variação da velocidade do vento. os mais elevados e for demasiado forte, impede a rotação muito rápida do aerogerador. O gerador ligado ao transmissor mecânico produz energia elétrica.

Uma concentração ou aglomerado de aerogeradores denomina-se de parque eólico, sendo utilizados para produzir energia elétrica, geralmente para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.

Existem dois tipos de parques eólicos, onshore e offshore, os parques eólicos onshore encontram-se localizados em terra ao largo da costa marítima ou no interior.

Os parques eólicos offshore são parques onde os aerogeradores são instalados no mar.

Energia eólica no Brasil

O Brasil apresenta uma grande potencial eólico, sobretudo nas regiões sudeste, nordeste e sul do país. Infelizmente, o aproveitamento do seu potencial é pequeno, mas representa uma importante fonte de complementação à energia hidroelétrica, da qual o Brasil é fortemente dependente.
Com a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) em 2002, o setor elétrico no Brasil apresentou um rápido crescimento. Este incentivo proporcionou a instalação de novos geradores em diversas locais e, no final de 2006, o país já tinha uma capacidade de produção de 237 MW.
No ano 2013, o Brasil encontrava-se na 13ª posição no ranking dos países com maior produção de energia eólica, tendo obtido uma capacidade de 1000 MW em 2011, suficiente para abastecer 400 mil habitações.
A grande expetativa no Brasil é que, em 2020, possam ser extraídos cerca de 20 GW.

Sobre as vantagens e desvantagens da energia eólica

Um dos grandes inconveniente a apontar à energia eólica é a poluição sonora. As turbinas não são de todo silenciosas e o desconforto pode fazer-se sentir, mesmo a grandes distâncias. Mas até esta desvantagem está a ser minimizada pela tecnologia, com uma diminuição do ruído provocado pelos aerogeradores de última geração.
A poluição visual é uma outra desvantagem apontada apenas por alguns. Não é portanto um ponto unânime. Há quem considere que um parque eólico tem grande impacto visual e há quem não considere.

Vantagens da energia eólica

  • Diminuição da dependência de combustíveis fósseis
  • Redução da emissão de dióxido de carbono na atmosfera
  • É inesgotável
  • Ótima rentabilidade de investimento (em cerca de 6 meses recupera a energia gasta com a instalação e manutenção)
  • Geração de emprego nas regiões

Desvantagens da energia eólica

  • Poluição visual, visto que parques eólicos são instalados em áreas livres para aproveitar da melhor forma os ventos
  • Poluição sonora proveniente do funcionamento dos equipamentos pode ser perturbador para a população local
  • Impatos sobre a fauna, nomeadamente a colisão de morcegos e aves
  • Variações signitificativas da velocidade do vento ao longo do ano, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária em determinado local
Perante as metas ambientais traçadas para cada país são cada vez mais os países que apostam em energias renováveis, sendo a eólica alvo de grande atenção. Esta forma de energia renovável apresenta um crescimento superior a 25% por ano, a nível global.

Mas não é só a Europa que aposta na energia eólica. São mais de 80 países que contam já com a energia do vento para produzir parte da eletricidade de cada nação.

Fonte: https://www.portal-energia.com/energia-eolica/


quarta-feira, 18 de março de 2020

Verdades e mitos sobre o ar-condicionado no verão


O uso do ar-condicionado no verão é positivo, pois ameniza o efeito do calor excessivo sobre o organismo, que, além de desconforto e mal-estar, pode ser prejudicial à saúde, explica Dr. Gradim, salientando: “Ao contrário do que muitas vezes se propaga, baixar artificialmente a temperatura do ambiente nas casas, empresas e veículos não causa gripes e resfriados ou quaisquer outras doenças. No entanto, é preciso adotar alguns cuidados, para se evitarem riscos e se obterem apenas benefícios”.

A primeira medida é manter-se bem hidratado, pois o ar-condicionado retira a umidade do ar e deixa o ambiente mais seco. Isto — e não a baixa temperatura — pode provocar infecções respiratórias, pois o ressecamento do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que defendem o organismo contra os germes. “É fundamental tomar água e líquidos com frequência durante todo o período em que o aparelho estiver ligado”, orienta o médico. À noite, aconselha-se deixar um copo de água ao lado da cama, para tomar antes de dormir. Também se pode deixar um recipiente com água no ambiente, para que o ar não fique muito seco. Umedecer as narinas, com uso de soro fisiológico, colírios e hidratantes para a pele também podem ajudar.

“O mais importante, porém, é manter o aparelho de ar-condicionado sempre limpo e em boas condições de funcionamento. Os filtros devem ser lavados pelo menos uma vez por mês e trocados a cada seis meses se o local não tiver muito movimento. Se o ambiente for frequentado diariamente por número grande de pessoas, o ideal é limpar a cada 15 dias e trocar a cada três meses”, ressalta Dr. Gradim, alertando: “Quando os filtros estão sujos, acabam concentrando pó, bactérias, fungos e outros microrganismos prejudiciais à saúde, principalmente afetando os pulmões. Por isso, o equipamento deve estar sempre limpo e em perfeitas condições”.

Deve-se regular bem a temperatura. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os aparelhos sejam ajustados na temperatura de 23ºC. O ideal é manter o local fresco, saudável e agradável para o organismo.

Unidades de lazer
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), maior entidade do gênero na América Latina, mantém 20 unidades de lazer para hospedagem de seus associados em municípios turísticos. Dentre os equipamentos para oferecer conforto aos hóspedes, na maioria delas há ar-condicionado, cujo uso adequado proporciona conforto e bem-estar.

Sobre a AFPESP
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) é uma entidade sem fins lucrativos e direcionada ao bem-estar dos servidores civis estaduais, municipais e federais atuantes do território paulista. Fundada há oito décadas, é a maior instituição associativa da América Latina, com mais de 250 mil associados.

Está presente em mais de 30 cidades. Tem sede e subsede social no centro da capital paulista, 20 unidades de lazer com hospedagem em tradicionais cidades turísticas litorâneas, rurais e urbanas de São Paulo e Minas Gerais, além de 14 unidades regionais distribuídas estrategicamente no Estado de São Paulo.

Fonte: https://espalhafatos.com.br/verdades-e-mitos-sobre-o-ar-condicionado-no-verao/


segunda-feira, 16 de março de 2020

Portão automático: saiba o necessário antes de colocar em casa

Existem diversos benefícios em realizar a automatização do portão de uma residência, pois além de uma solução prática e segura para a sua casa, tudo isso pode ser alcançado sem custos muito elevados.


Foto: Pinterest

Para a rotina, o investimento se mostra bastante útil, servindo tanto para o ambiente residencial quanto profissional. A seguir, confira algumas dicas e cuidados antes de aderir ao portão automático para ajudar no dia a dia:

Avalie os custos e o processo de instalação

Antes de automatizar o seu portão é importante que entenda todos os custos envolvidos no projeto. Mesmo que a relação custo x benefício seja boa, existem outros pontos importantes, como o investimento inicial e a manutenção.
Inicialmente, os custos são com a instalação, e incluem motores, peças, acessórios e o tipo de portão utilizado. Diferente de um portão comum, o portão automatizado é feito de alumínio ou algum material mais leve que ferro. Isso acontece para que o motor não seja forçado excessivamente em cada acionamento.
Quanto ao sistema de abertura, também existem diferenças. Deve-se considerar o espaço disponível ao redor do portão para assim definir qual o sistema de acionamento mais adequado para a sua casa.
Isso pois, cada tipo de portão funciona de um jeito, e o seu movimento não pode ser interrompido ou forçado para que o motor não quebre frequentemente.

Escolha um tipo de portão

Referente aos sistemas mais comuns para portões automáticos estão: o deslizante, pivotante e basculante. A diferença entre os três é a seguinte:

Deslizante



Foto: Tok Door

O portão deslizante tem um sistema de abertura lateral. Nele, o motor fica no chão e o portão corre sobre um trilho. Por isso o modelo exige um espaço maior na lateral para deslizar. 
Por não ficar suspenso em momento algum e sempre manter o portão apoiado, esse tipo de acionamento depende de poucas manutenções, pois toda a sua movimentação é sustentada pelo chão.
A indicação para esse tipo de motor é que seja colocado em residências com espaço lateral, como casas que tenham um muro ao lado do portão.

Pivotante



Foto: Soluções Industriais

O portão pivotante abre para o lado de dentro e funciona com dobradiças. O acionamento dobra o portão ao meio, e por isso esse tipo de motor exige um número maior de manutenções. Principalmente ao somar o número de vezes que for usado ao longo do dia.
É recomendado para casas com espaço na garagem, pois deve levar em consideração que ao dobrar, o espaço próximo ao portão não pode estar ocupado a uma altura média.

Basculante



Foto: Pinterest

O portão basculante, que também é o mais visto em residências e comumente usado em comércios, fica suspenso quando aberto. O motor levanta o portão e o mantém no alto em posição horizontal.
Para ele é importante verificar a altura do teto e se o portão manterá um espaço suficiente enquanto aberto. Os carros passarão por baixo dele, e a altura do veículo deve ser bem pensada considerando o portão aberto.

Deixe sua residência mais segura


Assim como a utilização de alarmes residenciais funciona como um item de segurança e bem estar para os moradores, a automação de portões tem a mesma função. 
A segurança desse tipo de portão se torna mais evidente no dia a dia. Imagine chegar em casa muito tarde, quando ninguém mais está nas ruas, e precisar descer do carro para abrir o portão. 
Todo esse processo, além de tempo, é pouco seguro, sendo que pode ser facilitado por meio de um portão automático. O acionamento remoto para abrir e fechar possibilita que você entre na sua residência sem se expor.
Além disso, imagine também os dias de chuva! É muito mais prático e simples se puder abrir o portão remotamente, sem precisar sair do veículo ou pedir para alguém de dentro de casa abrir para você. É muito melhor, não acha?

Aproveite a automação de portões


A automação residencial traz mais segurança para a sua casa, além da praticidade e o ótimo custo benefício.
Antes de instalar na sua casa é importante avaliar os custos do processo, além dos espaços necessários para os diferentes tipos de portões automáticos. Existem três, e são eles o deslizante, pivotante e basculante.
Além de tornar a chegada e saída de casa mais práticas e seguras para todos os moradores, a utilização de um portão automático deixa a fachada da sua residência muito bonita, e sem abrir mão da flexibilidade.
Esse item de segurança possui uma série de diferenciais, profissionais qualificados e produtos no mercado, possibilitando o atendimento a todos os públicos.
Independente da região em que mora ou o tipo de auxílio que busca para a sua residência, a automatização de portão se mostra um ótimo recurso para todos, pois além de ajudar com o dia a dia, mostra o quanto a automação residencial funciona como um facilitador para a vida doméstica.