sexta-feira, 20 de março de 2020

Micro Usina Hidrelétrica: Seria a solução para regiões desprovidas de energia elétrica?



A energia de origem hídrica, a energia hidrelétrica, teve início no Brasil em 1889 no rio Paraibuna, com o início da operação comercial da usina Marmelos, próximo a Juiz de Fora. Visto na época como um grande salto para a inserção da nova tecnologia no país, que devido as suas características geográficas, principalmente de relevo e rios de grande porte, possuíam um alto potencial de crescimento nos estados brasileiros.

Usina Marmelos. Fonte: Prefeitura de Juiz de Fora, Patrimônio Cultural.

A partir disto, deu-se o início de uma diversidade de pesquisas, estudos e abertura de empresas especializadas na construção e operação de empreendimentos hidrelétricos, sejam estes de grande ou pequeno porte.

A energia produzida por estes empreendimentos, é transportada através das linhas e torres de transmissão de alta tensão, similares as vistas próximas a estradas, percorrendo grandes distâncias até a chegada nas cidades, onde passam por transformadores de tensão em subestações para se diminuir a voltagem.

Após isso, a energia elétrica segue pela rede de distribuição, onde os fios instalados em postes levam a energia até as ruas das casas, que também possuem transformadores de (instalados nos postes) para rebaixar a voltagem para 127 ou 220 volts. Em seguida, a energia vai para o medidor da residência, medindo o consumo de energia do local.

Deste trajeto da energia, os empreendimentos de geração são responsáveis pela geração propriamente dita da energia, as redes de transmissão e distribuição, de responsabilidade normalmente de outra empresa ou concessionária, atuam com o transporte e destinação às cidades.

Aqui neste artigo abordaremos uma nova tecnologia que vem ganhando espaço no mercado, focado na micro geração, se caracterizando por estrutura de porte reduzido pensado para geração de energia em regiões rurais afastadas.

Atualmente há empresas, tais como a empresa belga Turbulent se especializando na estruturação de usinas hidrelétricas de porte reduzido, para utilização em rios, riachos e canais, utilizando-se de turbina de redemoinho e aproveitando a água corrente para a geração de energia, em alguns casos podendo abastecer até sessenta casas. Segundo estas empresas, a energia de fonte limpa, consegue operar durante 24 horas e não impacta os peixes no local de instalação.

Estes projetos foram estruturados de forma a minimizar o impacto local, com fornecimento de energia descentralizada a baixo custo, sendo indicado para regiões isoladas da rede elétrica.

 Turbina Redemoinho de Usina Hidrelétrica de Pequeno Porte. Fonte: Ciclo Vivo.

Conforme ilustrado na figura acima, a turbina de redemoinho se aproveita da hidrodinâmica natural do rio, utilizando pequenas corredeiras e correntezas que se formam, e intensificando-as com a inserção de bacia de concreto pré-moldado, é incluindo também um gerador e impulsor no fundo desta bacia.

As comportas, quando acionadas, permitem a passagem da água até o reservatório, fazendo a turbina funcionar, transformando por sua vez a energia mecânica em energia elétrica através do gerador. Havendo água e fluxo suficiente no sistema, será viável a geração de energia.

 Exemplo de Funcionamento da Turbina. Fonte: Turbulent.

Segundo o site da empresa Turbulent a turbina possui vida útil longa e não prejudicam a passagem de peixes, devido a não existir obstruções na passagem ou vórtices de água inconstantes.

O principal objetivo deste tipo de construção é a descentralização da energia e assistência a regiões sem acesso a rede nacional de energia, sendo necessário a existência de diferença de altura de 1,5 metros para que a turbina de baixa pressão funcione. Em termos de geração nos testes e construções feitas na Bélgica e Chile estas estruturas podem gerar de 15, 30 a 100 quilowatts.

Tais soluções começaram a serem pensadas no contexto brasileiros, em virtude das características geográficas favoráveis do relevo, bem como, do cenário ainda existente de regiões desprovidas de acesso e energia elétrica por concessionárias, em muitos casos optando para o uso de moto-geradores movidos a diesel e gasolina.

No contexto brasileiro, mais especificamente em Curitiba iniciaram-se análises e construções de protótipos com concepções similares as turbinas redemoinhos, mas com aproveitamento exclusivo da queda natural do rio e focado para que cada residência gere sua própria energia para consumo, em uma estrutura do tamanho e formato de uma caixa de abelhas.

Esta usina é capaz de gerar até 720 quilowatts/hora por mês, gerando uma economia de cerca de R$ 500,00 por mês na conta de luz, sendo suficiente para abastecer de três a quatro residência urbanas ou de duas a três propriedades rurais. Neste caso, é pensado para que a energia gerada extra seja retornada para a rede da concessionária local, gerando crédito a residência que a produz, similar ao visto na utilização de painéis solares.


 Criação por Brasileiros de Micro Usina Hidrelétrica. Fonte: Ciclo Vivo.


Dentre os pré-requisitos para a viabilidade deste tipo de projeto tem-se a necessidade de fonte de água próxima, podendo ser de rio, riacho, garantindo disponibilidade mínima de água, bem como, uma queda natural (por gravidade) de pelo menos 15 metros de altura para que a correnteza tenha força o suficiente para acionar a turbina da usina.

Este projeto, criado por engenheiros brasileiros, já avançou da fase de protótipo e autorizações pertinentes, viabilizando a estruturação para a comercialização da solução em larga escala.

Maria Beatriz Ayello Leite
Redação Ambientebrasil
 Fonte: https://noticias.ambientebrasil.com.br/redacao/2019/08/28/153610-micro-usina-hidreletrica.html


quinta-feira, 19 de março de 2020

Saiba mais sobre Energia Eólica


A energia eólica diz respeito à transformação da energia do vento em energia útil, é uma forma de obter energia de forma renovável e limpa, uma vez que, não produz poluentes.

A energia eólica é uma fonte de energia que está permanentemente ao dispor do Homem.

O vento consiste num fluxo de gases em grande escala, proporcionando variações significativas ao longo do ano. Este movimento do ar em decorrência do aquecimento irregular da atmosfera pela radiação solar pode ser transformado em energia útil.

Este processo é conhecido como energia eólica e é usado para produzir energia mecânica através de moinhos de vento, produzir eletricidade ou impulsionar os veleiros através de velas. A energia eólica é renovável, limpa e é uma alternativa aos combustíveis fósseis, estando permanentemente disponível em qualquer região no Mundo.

A energia eólica “surgiu” com a crise do petróleo, nos anos 70. Um pouco por toda a Europa foi-se sentindo medo devido à escassez do petróleo, o que levou a procurar outras fontes de energia. No entanto, a origem da energia eólica não se situa exatamente na década de 70.

A origem da energia eólica é muito mais remota. Desde a antiguidade que se percebeu a força do vento. O vento era aproveitado nos barcos que se moviam impulsionados por este através de velas.
Os próprios moinhos trabalhavam graças à força do vento. Bombear água ou moer grãos para obter farinha eram conseguidos graças à energia do vento.

Como funciona a energia eólica

A energia do vento é transformada em energia elétrica através de um equipamento chamado turbina eólica (ou aerogerador), os quais incluem hélices que se movimentam com a velocidade do vento.
Um sistema eólico pode ser usado em três sistemas diferentes:
  • Sistema isolado: sistemas que se encontram privados de energia elétrica proveniente da rede pública, sendo utilizados para abastecer certas regiões
  • Sistema híbrido: sistemas que produzem energia elétrica em simultâneo com mais de uma fonte, nomeadamente painéis fotovoltaicos ou turbinas eólicas
  • Sistema interligado à rede: sistemas que inserem a energia produzida por eles mesmos na rede elétrica pública
A energia do vento pode, portanto, ser aproveitada e transformada em energia elétrica e mecânica.

Hoje em dia, a energia do vento é essencialmente aproveitada para produzir eletricidade. Esta transformação é conseguida através de aerogeradores. Os aerogeradores são colocados estrategicamente em zonas ventosas, que normalmente são em zonas de maior altitude.

O vento forte é capaz de rodar as pás de uma turbina. Um aerogerador comunica com um eixo central e este, por sua vez, é acoplado a uma caixa multiplicadora (Gearbox) onde a velocidade de rotação é incrementada, segundo características específicas de cada fabricante.

Os aerogeradores possuem um sistema capaz de controlar a velocidade do rotor de forma a manter uma velocidade estável com a variação da velocidade do vento. os mais elevados e for demasiado forte, impede a rotação muito rápida do aerogerador. O gerador ligado ao transmissor mecânico produz energia elétrica.

Uma concentração ou aglomerado de aerogeradores denomina-se de parque eólico, sendo utilizados para produzir energia elétrica, geralmente para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.

Existem dois tipos de parques eólicos, onshore e offshore, os parques eólicos onshore encontram-se localizados em terra ao largo da costa marítima ou no interior.

Os parques eólicos offshore são parques onde os aerogeradores são instalados no mar.

Energia eólica no Brasil

O Brasil apresenta uma grande potencial eólico, sobretudo nas regiões sudeste, nordeste e sul do país. Infelizmente, o aproveitamento do seu potencial é pequeno, mas representa uma importante fonte de complementação à energia hidroelétrica, da qual o Brasil é fortemente dependente.
Com a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) em 2002, o setor elétrico no Brasil apresentou um rápido crescimento. Este incentivo proporcionou a instalação de novos geradores em diversas locais e, no final de 2006, o país já tinha uma capacidade de produção de 237 MW.
No ano 2013, o Brasil encontrava-se na 13ª posição no ranking dos países com maior produção de energia eólica, tendo obtido uma capacidade de 1000 MW em 2011, suficiente para abastecer 400 mil habitações.
A grande expetativa no Brasil é que, em 2020, possam ser extraídos cerca de 20 GW.

Sobre as vantagens e desvantagens da energia eólica

Um dos grandes inconveniente a apontar à energia eólica é a poluição sonora. As turbinas não são de todo silenciosas e o desconforto pode fazer-se sentir, mesmo a grandes distâncias. Mas até esta desvantagem está a ser minimizada pela tecnologia, com uma diminuição do ruído provocado pelos aerogeradores de última geração.
A poluição visual é uma outra desvantagem apontada apenas por alguns. Não é portanto um ponto unânime. Há quem considere que um parque eólico tem grande impacto visual e há quem não considere.

Vantagens da energia eólica

  • Diminuição da dependência de combustíveis fósseis
  • Redução da emissão de dióxido de carbono na atmosfera
  • É inesgotável
  • Ótima rentabilidade de investimento (em cerca de 6 meses recupera a energia gasta com a instalação e manutenção)
  • Geração de emprego nas regiões

Desvantagens da energia eólica

  • Poluição visual, visto que parques eólicos são instalados em áreas livres para aproveitar da melhor forma os ventos
  • Poluição sonora proveniente do funcionamento dos equipamentos pode ser perturbador para a população local
  • Impatos sobre a fauna, nomeadamente a colisão de morcegos e aves
  • Variações signitificativas da velocidade do vento ao longo do ano, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária em determinado local
Perante as metas ambientais traçadas para cada país são cada vez mais os países que apostam em energias renováveis, sendo a eólica alvo de grande atenção. Esta forma de energia renovável apresenta um crescimento superior a 25% por ano, a nível global.

Mas não é só a Europa que aposta na energia eólica. São mais de 80 países que contam já com a energia do vento para produzir parte da eletricidade de cada nação.

Fonte: https://www.portal-energia.com/energia-eolica/


quarta-feira, 18 de março de 2020

Verdades e mitos sobre o ar-condicionado no verão


O uso do ar-condicionado no verão é positivo, pois ameniza o efeito do calor excessivo sobre o organismo, que, além de desconforto e mal-estar, pode ser prejudicial à saúde, explica Dr. Gradim, salientando: “Ao contrário do que muitas vezes se propaga, baixar artificialmente a temperatura do ambiente nas casas, empresas e veículos não causa gripes e resfriados ou quaisquer outras doenças. No entanto, é preciso adotar alguns cuidados, para se evitarem riscos e se obterem apenas benefícios”.

A primeira medida é manter-se bem hidratado, pois o ar-condicionado retira a umidade do ar e deixa o ambiente mais seco. Isto — e não a baixa temperatura — pode provocar infecções respiratórias, pois o ressecamento do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que defendem o organismo contra os germes. “É fundamental tomar água e líquidos com frequência durante todo o período em que o aparelho estiver ligado”, orienta o médico. À noite, aconselha-se deixar um copo de água ao lado da cama, para tomar antes de dormir. Também se pode deixar um recipiente com água no ambiente, para que o ar não fique muito seco. Umedecer as narinas, com uso de soro fisiológico, colírios e hidratantes para a pele também podem ajudar.

“O mais importante, porém, é manter o aparelho de ar-condicionado sempre limpo e em boas condições de funcionamento. Os filtros devem ser lavados pelo menos uma vez por mês e trocados a cada seis meses se o local não tiver muito movimento. Se o ambiente for frequentado diariamente por número grande de pessoas, o ideal é limpar a cada 15 dias e trocar a cada três meses”, ressalta Dr. Gradim, alertando: “Quando os filtros estão sujos, acabam concentrando pó, bactérias, fungos e outros microrganismos prejudiciais à saúde, principalmente afetando os pulmões. Por isso, o equipamento deve estar sempre limpo e em perfeitas condições”.

Deve-se regular bem a temperatura. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os aparelhos sejam ajustados na temperatura de 23ºC. O ideal é manter o local fresco, saudável e agradável para o organismo.

Unidades de lazer
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), maior entidade do gênero na América Latina, mantém 20 unidades de lazer para hospedagem de seus associados em municípios turísticos. Dentre os equipamentos para oferecer conforto aos hóspedes, na maioria delas há ar-condicionado, cujo uso adequado proporciona conforto e bem-estar.

Sobre a AFPESP
A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) é uma entidade sem fins lucrativos e direcionada ao bem-estar dos servidores civis estaduais, municipais e federais atuantes do território paulista. Fundada há oito décadas, é a maior instituição associativa da América Latina, com mais de 250 mil associados.

Está presente em mais de 30 cidades. Tem sede e subsede social no centro da capital paulista, 20 unidades de lazer com hospedagem em tradicionais cidades turísticas litorâneas, rurais e urbanas de São Paulo e Minas Gerais, além de 14 unidades regionais distribuídas estrategicamente no Estado de São Paulo.

Fonte: https://espalhafatos.com.br/verdades-e-mitos-sobre-o-ar-condicionado-no-verao/


segunda-feira, 16 de março de 2020

Portão automático: saiba o necessário antes de colocar em casa

Existem diversos benefícios em realizar a automatização do portão de uma residência, pois além de uma solução prática e segura para a sua casa, tudo isso pode ser alcançado sem custos muito elevados.


Foto: Pinterest

Para a rotina, o investimento se mostra bastante útil, servindo tanto para o ambiente residencial quanto profissional. A seguir, confira algumas dicas e cuidados antes de aderir ao portão automático para ajudar no dia a dia:

Avalie os custos e o processo de instalação

Antes de automatizar o seu portão é importante que entenda todos os custos envolvidos no projeto. Mesmo que a relação custo x benefício seja boa, existem outros pontos importantes, como o investimento inicial e a manutenção.
Inicialmente, os custos são com a instalação, e incluem motores, peças, acessórios e o tipo de portão utilizado. Diferente de um portão comum, o portão automatizado é feito de alumínio ou algum material mais leve que ferro. Isso acontece para que o motor não seja forçado excessivamente em cada acionamento.
Quanto ao sistema de abertura, também existem diferenças. Deve-se considerar o espaço disponível ao redor do portão para assim definir qual o sistema de acionamento mais adequado para a sua casa.
Isso pois, cada tipo de portão funciona de um jeito, e o seu movimento não pode ser interrompido ou forçado para que o motor não quebre frequentemente.

Escolha um tipo de portão

Referente aos sistemas mais comuns para portões automáticos estão: o deslizante, pivotante e basculante. A diferença entre os três é a seguinte:

Deslizante



Foto: Tok Door

O portão deslizante tem um sistema de abertura lateral. Nele, o motor fica no chão e o portão corre sobre um trilho. Por isso o modelo exige um espaço maior na lateral para deslizar. 
Por não ficar suspenso em momento algum e sempre manter o portão apoiado, esse tipo de acionamento depende de poucas manutenções, pois toda a sua movimentação é sustentada pelo chão.
A indicação para esse tipo de motor é que seja colocado em residências com espaço lateral, como casas que tenham um muro ao lado do portão.

Pivotante



Foto: Soluções Industriais

O portão pivotante abre para o lado de dentro e funciona com dobradiças. O acionamento dobra o portão ao meio, e por isso esse tipo de motor exige um número maior de manutenções. Principalmente ao somar o número de vezes que for usado ao longo do dia.
É recomendado para casas com espaço na garagem, pois deve levar em consideração que ao dobrar, o espaço próximo ao portão não pode estar ocupado a uma altura média.

Basculante



Foto: Pinterest

O portão basculante, que também é o mais visto em residências e comumente usado em comércios, fica suspenso quando aberto. O motor levanta o portão e o mantém no alto em posição horizontal.
Para ele é importante verificar a altura do teto e se o portão manterá um espaço suficiente enquanto aberto. Os carros passarão por baixo dele, e a altura do veículo deve ser bem pensada considerando o portão aberto.

Deixe sua residência mais segura


Assim como a utilização de alarmes residenciais funciona como um item de segurança e bem estar para os moradores, a automação de portões tem a mesma função. 
A segurança desse tipo de portão se torna mais evidente no dia a dia. Imagine chegar em casa muito tarde, quando ninguém mais está nas ruas, e precisar descer do carro para abrir o portão. 
Todo esse processo, além de tempo, é pouco seguro, sendo que pode ser facilitado por meio de um portão automático. O acionamento remoto para abrir e fechar possibilita que você entre na sua residência sem se expor.
Além disso, imagine também os dias de chuva! É muito mais prático e simples se puder abrir o portão remotamente, sem precisar sair do veículo ou pedir para alguém de dentro de casa abrir para você. É muito melhor, não acha?

Aproveite a automação de portões


A automação residencial traz mais segurança para a sua casa, além da praticidade e o ótimo custo benefício.
Antes de instalar na sua casa é importante avaliar os custos do processo, além dos espaços necessários para os diferentes tipos de portões automáticos. Existem três, e são eles o deslizante, pivotante e basculante.
Além de tornar a chegada e saída de casa mais práticas e seguras para todos os moradores, a utilização de um portão automático deixa a fachada da sua residência muito bonita, e sem abrir mão da flexibilidade.
Esse item de segurança possui uma série de diferenciais, profissionais qualificados e produtos no mercado, possibilitando o atendimento a todos os públicos.
Independente da região em que mora ou o tipo de auxílio que busca para a sua residência, a automatização de portão se mostra um ótimo recurso para todos, pois além de ajudar com o dia a dia, mostra o quanto a automação residencial funciona como um facilitador para a vida doméstica.




sexta-feira, 13 de março de 2020

Tudo o que você precisa saber sobre CFTV e câmeras de segurança


O mercado de câmeras de segurança avançou muito nos últimos anos, surgiram novas tecnologias, como as câmeras de trilho, novos softwares para análises de vídeos, como os softwares de gestão de PDV, e diversos modelos surgem a cada nova demanda. Para a realidade dos supermercados e sua preocupação com gerenciamento e prevenção de perdas, isso é uma enorme vantagem, mas, ao mesmo tempo, traz uma série de dúvidas sobre as tecnologias, seu funcionamento e diferenças.
Estas informações muitas vezes ficam restritas aos técnicos, além de serem encontradas em linguagens complexas e de difícil entendimento. Para alguém leigo ou que conhece apenas superficialmente o assunto pode ser realmente complicado entender manuais técnicos. Sabendo desta dificuldade, buscamos, junto a nossos técnicos, responder às perguntas mais frequentes sobre os sistemas de CFTV para supermercados e lojas de varejo, para facilitar os varejistas no momento da escolha das câmeras ideais para seu negócio.

Qual a autonomia de gravação de um CFTV?

A autonomia de gravação depende de vários fatores como: número de câmeras, resolução, taxa de frames por segundo e do tamanho do HD do aparelho em que serão gravadas as imagens.Outro fator importante, que devemos levar em consideração, é o algoritmo de compactação que o aparelho utiliza para realizar a gravação. Há, no mercado, uma série de equipamentos com diferentes tipos de compactação. Os mais comuns são: MPEG2,MPEG4 e H.264. Este último é o mais eficiente e é o que a Gunnebo utiliza em seus equipamentos.

Quais os tipos de câmeras disponíveis atualmente no mercado?



São diversos os tipos de câmeras de segurança disponíveis, cada um com suas especificidades, e podem ser agrupados em: fixas ou móveis, analógicas ou IP.
As câmeras fixas se dividem em:


  • Box: são conhecidas por seu formato parecido ao de uma caixa;
  • Dome: bastante comuns, têm formato arredondado, parecido com uma bolha;
  • Bullet: com formato cilíndrico em lente, tem sensor infravermelho;
  • Pinhole: São extremamente pequenas e possuem lentes com o tamanho de uma cabeça de alfinete. Indicadas para locais onde há a real necessidade de ocultar as câmeras.

Em relação às câmeras citadas acima, podem possuir lentes do tipo fixa - que tem um valor que não pode ser alterado - por exemplo: 3.6mm, que é a lente mais comum utilizada no mercado por se aproximar à visão do olho humano. Outra possibilidade é a lente varifocal - onde o valor pode ser ajustado conforme necessidade - por exemplo: lentes de 4 a 12mm, onde 4mm é valor mínimo de visualização, e 12mm é o zoom de 3 vezes na visualização da imagem.
Já as câmeras de segurança móveis são divididas em:
  • Speed Dome: é a câmera ideal para trabalhos de segurança ostensiva, por possuir uma alta velocidade horizontal, taxa de zoom elevado, sendo os mais comuns 23x, 25x, 27x e 32x de zoom. Possui vários tipos de ajustes dentre eles BLC, DNR, WDR e opções de presets, patern e outros.
  • Pan-tilt: é mais utilizada por operadoras de estradas, não sendo tão conhecida no mercado de varejo. É uma caixa estilizada, com movimento horizontal e perpendicular, a câmera se encontra dentro de uma caixa de proteção, do tipo box com lente varifocal.


O que é a TUB Câmera? Por que ela é inovadora?


A TUB Câmera poderia ser inserida dentro da categoria de câmeras móveis, mas suas vantagens competitivas a transformam em uma ferramenta diferenciada para o mercado de varejo. Por ser uma câmera de trilho, ela é ideal para monitoramento de grandes espaços com maior produtividade e menos custos.
Com a Tub Câmera, a área monitorada pode ser ilimitada e com cobertura visual de 360° (sem interferências de colunas ou banners nas lojas), o que é um grande diferencial quando comparada a outras câmeras móveis. Também pode funcionar como um excelente auxiliar ao CFTV já instalado, deslocando-se com precisão e grande velocidade no interior de um tubo com total discrição, sem limite de comprimento.
Sua velocidade de deslocamento permite acompanhar todos os eventos suspeitos em uma mesma tela com imagem de alta resolução em tempo real, facilitando o trabalho do operador que é capaz de controlar mais facilmente o sistema, antecipar ocorrências e acompanhar todas as atividades sem perda de informação.


Qual a diferença entre a Câmera IP e a Analógica?

O grande diferencial entre uma Câmera IP e uma Câmera Analógica é o sinal gerado por elas. Na câmera analógica, o sinal não tem compactação. O contrário ocorre na Câmera IP, que passa por um tratamento para transformar o sinal de vídeo em digital.

Qual tensão preciso disponibilizar para a instalação do CFTV?


A tensão a ser utilizada não tem restrição, desde que seja estabilizada.

O que é e qual a função do DVR?


DVR – sigla em inglês para Digital Video Recorder – nada mais é do que um gravador de vídeo para CFTV. Sua função primária é gravar imagens geradas por câmeras, transmiti-las ao vivo para os monitores principal e auxiliares, estocá-las para reprodução e backup e fazer a transmissão e reprodução remota (via rede). Para saber qual a melhor opção para o seu negócio é preciso saber qual o tempo necessário de gravação e a quantidade de câmeras de segurança disponíveis em sua loja.


O que é um DVR híbrido?

O DVR híbrido é um aparelho onde podem ser visualizadas e gravadas imagens tanto de câmera analógica quanto de Câmera IP.


O que é e qual a função de um NVR?

NVR – sigla em inglês para Network Video Recorder – é o sistema responsável por gerenciar e armazenar as imagens das câmeras de segurança com comunicação por rede TCP/IP ou simplesmente Câmera IP. Em uma explicação mais simples, ele seria o correspondente a um DVR, mas específico para Câmeras IP.


O que é o Digipryn?

O Digipryn é um NVR que monitora e permite analisar as imagens das câmeras com monitoramento remoto pela internet ou redes 4G. Seu grande diferencial competitivo são os diversos recursos de gerenciamento de imagens que garante mais qualidade e segurança aos clientes que investem em Circuitos Fechados de TV.
Um dos recursos que mais se destaca nesta solução é a possibilidade de visualizar as imagens ao vivo, controlar as câmeras móveis, a reprodução e a exportação de imagens sem a instalação de nenhum software dedicado, reduzindo os custos do varejista. Sua interface intuitiva possibilita que qualquer operador realize a análise e detecção de intrusão, a detecção de objetos suspeitos ou falta de objetos e o monitoramento das filas de caixa.
Além disso, a solução também traz a função matriz com até 32 canais, ampliando a possibilidade de monitoramento, e disponibiliza vários métodos de pesquisa: por data e hora, por «marca», por zona na imagem, por arquivo. O Digipryn é o verdadeiro olho do dono no estabelecimento.

O que é e para que serve um Cabo UTP?

O Cabo UTP é um dos tipos de o cabo de par trançado, que é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Ele foi desenvolvido para construção de redes de computadores e vem sendo largamente utilizado para criação de Circuitos de TV. Isto aconteceu em virtude de ser um cabo mais barato e disponibilizar a opção de passar mais de uma câmera por cada cabo, reduzindo o tamanho e o gasto da infraestrutura final de um sistema.

Quantas imagens posso ver ao mesmo tempo no monitor?

Com o monitor ligado diretamente ao DVR, a quantidade de imagens é de 16 câmeras. Mas há a possibilidade de utilizar um Client, fornecido pela Gunnebo ou pela sua empresa responsável, tornando possível visualizar um número máximo de até 64 câmeras. Um número 4 vezes maior do que o normal.

Por quanto tempo posso gravar as imagens das câmeras?

O tempo de gravação vai ser determinado pelo tamanho de seu HD, assim como pelas configurações impostas ao DVR ou NVR utilizado.



Fonte: http://blog.gunnebo.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-cftv-e-cameras-de-seguranca

quinta-feira, 12 de março de 2020

Energia Solar: entenda como funciona

Energia Solar

A energia solar é proveniente da luz e do calor do Sol, os quais são convertidos em eletricidade. Existem dois tipos de energia solar: fotovoltaica e térmica.
Energia solar corresponde à energia proveniente da luz e do calor emitidos pelo Sol. Essa fonte de energia pode ser aproveitada de forma fotovoltaica ou térmica, gerando energia elétrica e térmica, respectivamente. Por ser considerada uma fonte de energia limpa, a energia solar é uma das fontes alternativas mais promissoras para obtenção energética.

Como funciona a energia solar?

A energia solar, como o próprio nome indica, refere-se à energia cuja fonte é o Sol. Sua captação pode ser feita por meio de diversas tecnologias, como painéis fotovoltaicos, usinas heliotérmicas e aquecedores solares.
Basicamente, ao ser captada, a luz solar é convertida em energia. Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica.

Tipos de energia solar

A energia solar pode ser usada na produção de energia elétrica por meio de dois sistemas: heliotérmico e fotovoltaico.

Energia solar fotovoltaica

Energia solar fotovoltaica nada mais é do que a conversão direta da radiação solar em energia elétrica. Essa conversão é realizada pelas chamadas células fotovoltaicas, compostas por material semicondutor, normalmente o silício. Ao incidir sobre as células, a luz solar provoca a movimentação dos elétrons do material condutor, transportando-os pelo material até serem captados por um campo elétrico (formado por uma diferença de potencial existente entre os semicondutores). Dessa forma, gera-se eletricidade.
Constituído por painéis, módulos e equipamentos elétricos, o sistema fotovoltaico não exige um ambiente com alta radiação para funcionar. No entanto, a quantidade de energia produzida depende da densidade das nuvens, ou seja, quanto menos nuvens houver no céu, maior será a produção de eletricidade.
Essa forma de obtenção de energia, uma das mais promissoras atualmente, vem crescendo cada vez mais em virtude da redução dos preços e dos incentivos oferecidos para que os países adotem fontes renováveis de energia.
Os painéis solares captam a radiação solar, transformando-a em energia que abastece as residências.

Energia solar heliotérmica

No sistema heliotérmico, a energia proveniente do Sol é transformada em calor, aquecendo, principalmente, a água de residências, hotéis e clubes. Para que isso seja possível, são utilizados painéis solares (espelhos, coletores, helióstatos), que refletem a luz solar, concentrando-a em um único ponto no qual há um receptor.
O receptor é constituído por um líquido, que é aquecido pela luz solar refletida nos painéis. Esse líquido é responsável pelo armazenamento de calor, aquecendo a água nas usinas e, assim, produzindo vapor. Esse vapor movimenta as turbinas nas usinas, provocando o acionamento de geradores, que produzem energia elétrica.
Regiões com grande incidência solar, poucas nuvens e terrenos planos são próprias para produção de energia solar heliotérmica. No Brasil, as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste destacam-se na produção desse tipo de energia solar.

Vantagens e desvantagens

A energia solar é considerada uma fonte renovável de energia, já que é obtida por meio de uma fonte inesgotável: o Sol. Apesar de apresentar inúmeros benefícios para o meio ambiente, o uso dessa fonte energética apresenta também algumas desvantagens. Observe o quadro abaixo:

VantagensDesvantagens
Fonte renovável e inesgotável de energia.Para ser fabricado, um painel solar consome grande quantidade de energia, que, às vezes, é maior do que a própria energia gerada por ele.
Não poluente.Preços elevados em relação à produção de energia por meio de fontes não renováveis.
Exige pouca manutenção em suas centrais de produção.Produção variável de acordo com as condições atmosféricas.
Painéis solares cada vez mais eficientes e com custos cada vez mais baixos.Durante a noite, a energia solar não é produzida.
Fonte de energia viável para lugares afastados e de difícil acesso, visto que não necessita de grandes investimentos na manutenção de equipamentos.Regiões localizadas em latitudes médias/altas produzem pouca energia durante o inverno.
Excelente fonte de energia para países tropicais, como o Brasil, cuja radiação solar costuma ser intensa durante boa parte do ano.O armazenamento desse tipo de energia é pouco eficiente se comparado à energia hidrelétrica, aos combustíveis fósseis e à biomassa.
Requer áreas menos extensas para ser produzida.Requer um sistema eficiente de armazenamento.

Energia solar no Brasil

O Brasil foi o primeiro país subdesenvolvido a fabricar células fotovoltaicas. Por estar localizado próximo à Linha do Equador, uma região de alta incidência solar, o país conta com um cenário extremamente favorável para a geração energética a partir da energia solar. Além disso, é abundante em silício, matéria-prima usada para fabricação das células fotovoltaicas.
Atualmente, o Brasil possui cerca de 30 mil geradores de energia fotovoltaica. De acordo com a Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento), existem no país cerca de 500 mil coletores solares residenciais. A previsão é de que Brasil fechará o ano de 2018 com uma capacidade instalada de energia solar próxima aos 2,5 gigawatts, eficiência cerca de 115% maior em relação ao ano anterior.
No país, há ainda alguns projetos a respeito da geração da energia heliotérmica, principalmente na região Nordeste. Em 2010, o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação iniciaram um acordo para a construção de plataforma de pesquisa em Petrolina, Pernambuco, com o objetivo de introduzir a energia solar no mercado brasileiro.
Outro projeto é o SMILE (Sistema Solar Híbrido com Microturbina para Geração de Eletricidade e Cogeração de Calor na Agroindústria), cujo objetivo é construir duas usinas solares para geração de eletricidade integrada às atividades agroindustriais. A previsão é que seja construída uma usina em Pirassununga, no estado São Paulo, e outra em Caiçara do Rio do Vento, no Rio Grande do Norte.
Apesar disso, os custos para geração de energia solar ainda são bastante elevados se comparados a outras fontes de energia, como a hidráulica e os combustíveis fósseis. A instalação de um sistema de energia solar no Brasil custa cerca de 3,5 mil euros por kWp (quilo-watt pico). O elevado custo de instalação, somado à falta de informação a respeito da efetividade dos painéis fotovoltaicos, explica o fato de a energia solar ainda não ter alcançado boa parte das residências, estabelecimentos e indústrias no Brasil. Sendo assim, o país ainda não se configura entre os líderes na produção e no uso de energia solar.

Energia Solar no Mundo

Apesar do crescimento do uso da energia solar nos últimos anos, essa forma energética representa apenas 1,3% da energia elétrica gerada no mundo.
Quando o assunto é uso de energia solar, a China aparece como líder no ranking de países que investem nesse setor, representando cerca de 26% das instalações de energia solar do mundo. Países como Estados Unidos e Japão também se destacam, cada um representando, aproximadamente, 13% da produção.
Veja a seguir a lista dos países líderes em produção de energia solar:
China
Em 2016, a China representou cerca de 40% da capacidade solar instalada no mundo.
Alemanha
É o país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, cerca de 500 watts por habitante.
Japão
É o segundo país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, com aproximadamente 337 watts por habitante.
Estados Unidos
A energia solar representa cerca de 10% da geração de energia elétrica nesse país.
Itália
Cerca de 7,8% da produção de energia elétrica nesse país é representada pela energia solar.
A energia solar é uma fonte renovável utilizada para gerar energia por meio de painéis fotovoltaicos.

Fonte: SOUSA, Rafaela. “Energia Solar”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/energia-solar.htm. Acesso em 12 de março de 2020.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A Cerca Elétrica

A cerca elétrica é muito comum em casas, condomínios e empresas! Mas vocês sabem quais são os principais benefícios desse equipamento?

1- Baixo custo


Devida a sua popularização atualmente a cerca elétrica é uma das soluções de segurança 
mais baratas. Existem diversas empresas que produzem todos os materiais necessários à montagem e instalação da cerca.

2- Resistência


Todos os equipamentos usados em um sistema de cercas elétricas são feitos de materiais 
duros e imunes a oxidação, desta forma a cerca não é facilmente danificada por invasores e nem pela água da chuva.

3- Alta Confiabilidade


Uma cerca elétrica tem entre 8 e 10 mil volts circulando pelo circuito criado pelos fios e a central de choque. Por não conter corrente essa enorme voltagem não é capaz de levar um ser humano a morte, porém, é capaz de paralisar o invasor. É importante ressaltar que caso haja algum dano aos fios ou hastes da cerca o alarme da central é acionado imediatamente.

A cerca elétrica é realmente uma solução segura e barata para a proteção de imóveis, entre 
em contato conosco para solicitar um orçamento e saber mais sobre a instalação. Ligue (11) 2264-3060.