sexta-feira, 13 de março de 2020

Tudo o que você precisa saber sobre CFTV e câmeras de segurança


O mercado de câmeras de segurança avançou muito nos últimos anos, surgiram novas tecnologias, como as câmeras de trilho, novos softwares para análises de vídeos, como os softwares de gestão de PDV, e diversos modelos surgem a cada nova demanda. Para a realidade dos supermercados e sua preocupação com gerenciamento e prevenção de perdas, isso é uma enorme vantagem, mas, ao mesmo tempo, traz uma série de dúvidas sobre as tecnologias, seu funcionamento e diferenças.
Estas informações muitas vezes ficam restritas aos técnicos, além de serem encontradas em linguagens complexas e de difícil entendimento. Para alguém leigo ou que conhece apenas superficialmente o assunto pode ser realmente complicado entender manuais técnicos. Sabendo desta dificuldade, buscamos, junto a nossos técnicos, responder às perguntas mais frequentes sobre os sistemas de CFTV para supermercados e lojas de varejo, para facilitar os varejistas no momento da escolha das câmeras ideais para seu negócio.

Qual a autonomia de gravação de um CFTV?

A autonomia de gravação depende de vários fatores como: número de câmeras, resolução, taxa de frames por segundo e do tamanho do HD do aparelho em que serão gravadas as imagens.Outro fator importante, que devemos levar em consideração, é o algoritmo de compactação que o aparelho utiliza para realizar a gravação. Há, no mercado, uma série de equipamentos com diferentes tipos de compactação. Os mais comuns são: MPEG2,MPEG4 e H.264. Este último é o mais eficiente e é o que a Gunnebo utiliza em seus equipamentos.

Quais os tipos de câmeras disponíveis atualmente no mercado?



São diversos os tipos de câmeras de segurança disponíveis, cada um com suas especificidades, e podem ser agrupados em: fixas ou móveis, analógicas ou IP.
As câmeras fixas se dividem em:


  • Box: são conhecidas por seu formato parecido ao de uma caixa;
  • Dome: bastante comuns, têm formato arredondado, parecido com uma bolha;
  • Bullet: com formato cilíndrico em lente, tem sensor infravermelho;
  • Pinhole: São extremamente pequenas e possuem lentes com o tamanho de uma cabeça de alfinete. Indicadas para locais onde há a real necessidade de ocultar as câmeras.

Em relação às câmeras citadas acima, podem possuir lentes do tipo fixa - que tem um valor que não pode ser alterado - por exemplo: 3.6mm, que é a lente mais comum utilizada no mercado por se aproximar à visão do olho humano. Outra possibilidade é a lente varifocal - onde o valor pode ser ajustado conforme necessidade - por exemplo: lentes de 4 a 12mm, onde 4mm é valor mínimo de visualização, e 12mm é o zoom de 3 vezes na visualização da imagem.
Já as câmeras de segurança móveis são divididas em:
  • Speed Dome: é a câmera ideal para trabalhos de segurança ostensiva, por possuir uma alta velocidade horizontal, taxa de zoom elevado, sendo os mais comuns 23x, 25x, 27x e 32x de zoom. Possui vários tipos de ajustes dentre eles BLC, DNR, WDR e opções de presets, patern e outros.
  • Pan-tilt: é mais utilizada por operadoras de estradas, não sendo tão conhecida no mercado de varejo. É uma caixa estilizada, com movimento horizontal e perpendicular, a câmera se encontra dentro de uma caixa de proteção, do tipo box com lente varifocal.


O que é a TUB Câmera? Por que ela é inovadora?


A TUB Câmera poderia ser inserida dentro da categoria de câmeras móveis, mas suas vantagens competitivas a transformam em uma ferramenta diferenciada para o mercado de varejo. Por ser uma câmera de trilho, ela é ideal para monitoramento de grandes espaços com maior produtividade e menos custos.
Com a Tub Câmera, a área monitorada pode ser ilimitada e com cobertura visual de 360° (sem interferências de colunas ou banners nas lojas), o que é um grande diferencial quando comparada a outras câmeras móveis. Também pode funcionar como um excelente auxiliar ao CFTV já instalado, deslocando-se com precisão e grande velocidade no interior de um tubo com total discrição, sem limite de comprimento.
Sua velocidade de deslocamento permite acompanhar todos os eventos suspeitos em uma mesma tela com imagem de alta resolução em tempo real, facilitando o trabalho do operador que é capaz de controlar mais facilmente o sistema, antecipar ocorrências e acompanhar todas as atividades sem perda de informação.


Qual a diferença entre a Câmera IP e a Analógica?

O grande diferencial entre uma Câmera IP e uma Câmera Analógica é o sinal gerado por elas. Na câmera analógica, o sinal não tem compactação. O contrário ocorre na Câmera IP, que passa por um tratamento para transformar o sinal de vídeo em digital.

Qual tensão preciso disponibilizar para a instalação do CFTV?


A tensão a ser utilizada não tem restrição, desde que seja estabilizada.

O que é e qual a função do DVR?


DVR – sigla em inglês para Digital Video Recorder – nada mais é do que um gravador de vídeo para CFTV. Sua função primária é gravar imagens geradas por câmeras, transmiti-las ao vivo para os monitores principal e auxiliares, estocá-las para reprodução e backup e fazer a transmissão e reprodução remota (via rede). Para saber qual a melhor opção para o seu negócio é preciso saber qual o tempo necessário de gravação e a quantidade de câmeras de segurança disponíveis em sua loja.


O que é um DVR híbrido?

O DVR híbrido é um aparelho onde podem ser visualizadas e gravadas imagens tanto de câmera analógica quanto de Câmera IP.


O que é e qual a função de um NVR?

NVR – sigla em inglês para Network Video Recorder – é o sistema responsável por gerenciar e armazenar as imagens das câmeras de segurança com comunicação por rede TCP/IP ou simplesmente Câmera IP. Em uma explicação mais simples, ele seria o correspondente a um DVR, mas específico para Câmeras IP.


O que é o Digipryn?

O Digipryn é um NVR que monitora e permite analisar as imagens das câmeras com monitoramento remoto pela internet ou redes 4G. Seu grande diferencial competitivo são os diversos recursos de gerenciamento de imagens que garante mais qualidade e segurança aos clientes que investem em Circuitos Fechados de TV.
Um dos recursos que mais se destaca nesta solução é a possibilidade de visualizar as imagens ao vivo, controlar as câmeras móveis, a reprodução e a exportação de imagens sem a instalação de nenhum software dedicado, reduzindo os custos do varejista. Sua interface intuitiva possibilita que qualquer operador realize a análise e detecção de intrusão, a detecção de objetos suspeitos ou falta de objetos e o monitoramento das filas de caixa.
Além disso, a solução também traz a função matriz com até 32 canais, ampliando a possibilidade de monitoramento, e disponibiliza vários métodos de pesquisa: por data e hora, por «marca», por zona na imagem, por arquivo. O Digipryn é o verdadeiro olho do dono no estabelecimento.

O que é e para que serve um Cabo UTP?

O Cabo UTP é um dos tipos de o cabo de par trançado, que é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Ele foi desenvolvido para construção de redes de computadores e vem sendo largamente utilizado para criação de Circuitos de TV. Isto aconteceu em virtude de ser um cabo mais barato e disponibilizar a opção de passar mais de uma câmera por cada cabo, reduzindo o tamanho e o gasto da infraestrutura final de um sistema.

Quantas imagens posso ver ao mesmo tempo no monitor?

Com o monitor ligado diretamente ao DVR, a quantidade de imagens é de 16 câmeras. Mas há a possibilidade de utilizar um Client, fornecido pela Gunnebo ou pela sua empresa responsável, tornando possível visualizar um número máximo de até 64 câmeras. Um número 4 vezes maior do que o normal.

Por quanto tempo posso gravar as imagens das câmeras?

O tempo de gravação vai ser determinado pelo tamanho de seu HD, assim como pelas configurações impostas ao DVR ou NVR utilizado.



Fonte: http://blog.gunnebo.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-cftv-e-cameras-de-seguranca

quinta-feira, 12 de março de 2020

Energia Solar: entenda como funciona

Energia Solar

A energia solar é proveniente da luz e do calor do Sol, os quais são convertidos em eletricidade. Existem dois tipos de energia solar: fotovoltaica e térmica.
Energia solar corresponde à energia proveniente da luz e do calor emitidos pelo Sol. Essa fonte de energia pode ser aproveitada de forma fotovoltaica ou térmica, gerando energia elétrica e térmica, respectivamente. Por ser considerada uma fonte de energia limpa, a energia solar é uma das fontes alternativas mais promissoras para obtenção energética.

Como funciona a energia solar?

A energia solar, como o próprio nome indica, refere-se à energia cuja fonte é o Sol. Sua captação pode ser feita por meio de diversas tecnologias, como painéis fotovoltaicos, usinas heliotérmicas e aquecedores solares.
Basicamente, ao ser captada, a luz solar é convertida em energia. Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica.

Tipos de energia solar

A energia solar pode ser usada na produção de energia elétrica por meio de dois sistemas: heliotérmico e fotovoltaico.

Energia solar fotovoltaica

Energia solar fotovoltaica nada mais é do que a conversão direta da radiação solar em energia elétrica. Essa conversão é realizada pelas chamadas células fotovoltaicas, compostas por material semicondutor, normalmente o silício. Ao incidir sobre as células, a luz solar provoca a movimentação dos elétrons do material condutor, transportando-os pelo material até serem captados por um campo elétrico (formado por uma diferença de potencial existente entre os semicondutores). Dessa forma, gera-se eletricidade.
Constituído por painéis, módulos e equipamentos elétricos, o sistema fotovoltaico não exige um ambiente com alta radiação para funcionar. No entanto, a quantidade de energia produzida depende da densidade das nuvens, ou seja, quanto menos nuvens houver no céu, maior será a produção de eletricidade.
Essa forma de obtenção de energia, uma das mais promissoras atualmente, vem crescendo cada vez mais em virtude da redução dos preços e dos incentivos oferecidos para que os países adotem fontes renováveis de energia.
Os painéis solares captam a radiação solar, transformando-a em energia que abastece as residências.

Energia solar heliotérmica

No sistema heliotérmico, a energia proveniente do Sol é transformada em calor, aquecendo, principalmente, a água de residências, hotéis e clubes. Para que isso seja possível, são utilizados painéis solares (espelhos, coletores, helióstatos), que refletem a luz solar, concentrando-a em um único ponto no qual há um receptor.
O receptor é constituído por um líquido, que é aquecido pela luz solar refletida nos painéis. Esse líquido é responsável pelo armazenamento de calor, aquecendo a água nas usinas e, assim, produzindo vapor. Esse vapor movimenta as turbinas nas usinas, provocando o acionamento de geradores, que produzem energia elétrica.
Regiões com grande incidência solar, poucas nuvens e terrenos planos são próprias para produção de energia solar heliotérmica. No Brasil, as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste destacam-se na produção desse tipo de energia solar.

Vantagens e desvantagens

A energia solar é considerada uma fonte renovável de energia, já que é obtida por meio de uma fonte inesgotável: o Sol. Apesar de apresentar inúmeros benefícios para o meio ambiente, o uso dessa fonte energética apresenta também algumas desvantagens. Observe o quadro abaixo:

VantagensDesvantagens
Fonte renovável e inesgotável de energia.Para ser fabricado, um painel solar consome grande quantidade de energia, que, às vezes, é maior do que a própria energia gerada por ele.
Não poluente.Preços elevados em relação à produção de energia por meio de fontes não renováveis.
Exige pouca manutenção em suas centrais de produção.Produção variável de acordo com as condições atmosféricas.
Painéis solares cada vez mais eficientes e com custos cada vez mais baixos.Durante a noite, a energia solar não é produzida.
Fonte de energia viável para lugares afastados e de difícil acesso, visto que não necessita de grandes investimentos na manutenção de equipamentos.Regiões localizadas em latitudes médias/altas produzem pouca energia durante o inverno.
Excelente fonte de energia para países tropicais, como o Brasil, cuja radiação solar costuma ser intensa durante boa parte do ano.O armazenamento desse tipo de energia é pouco eficiente se comparado à energia hidrelétrica, aos combustíveis fósseis e à biomassa.
Requer áreas menos extensas para ser produzida.Requer um sistema eficiente de armazenamento.

Energia solar no Brasil

O Brasil foi o primeiro país subdesenvolvido a fabricar células fotovoltaicas. Por estar localizado próximo à Linha do Equador, uma região de alta incidência solar, o país conta com um cenário extremamente favorável para a geração energética a partir da energia solar. Além disso, é abundante em silício, matéria-prima usada para fabricação das células fotovoltaicas.
Atualmente, o Brasil possui cerca de 30 mil geradores de energia fotovoltaica. De acordo com a Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento), existem no país cerca de 500 mil coletores solares residenciais. A previsão é de que Brasil fechará o ano de 2018 com uma capacidade instalada de energia solar próxima aos 2,5 gigawatts, eficiência cerca de 115% maior em relação ao ano anterior.
No país, há ainda alguns projetos a respeito da geração da energia heliotérmica, principalmente na região Nordeste. Em 2010, o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação iniciaram um acordo para a construção de plataforma de pesquisa em Petrolina, Pernambuco, com o objetivo de introduzir a energia solar no mercado brasileiro.
Outro projeto é o SMILE (Sistema Solar Híbrido com Microturbina para Geração de Eletricidade e Cogeração de Calor na Agroindústria), cujo objetivo é construir duas usinas solares para geração de eletricidade integrada às atividades agroindustriais. A previsão é que seja construída uma usina em Pirassununga, no estado São Paulo, e outra em Caiçara do Rio do Vento, no Rio Grande do Norte.
Apesar disso, os custos para geração de energia solar ainda são bastante elevados se comparados a outras fontes de energia, como a hidráulica e os combustíveis fósseis. A instalação de um sistema de energia solar no Brasil custa cerca de 3,5 mil euros por kWp (quilo-watt pico). O elevado custo de instalação, somado à falta de informação a respeito da efetividade dos painéis fotovoltaicos, explica o fato de a energia solar ainda não ter alcançado boa parte das residências, estabelecimentos e indústrias no Brasil. Sendo assim, o país ainda não se configura entre os líderes na produção e no uso de energia solar.

Energia Solar no Mundo

Apesar do crescimento do uso da energia solar nos últimos anos, essa forma energética representa apenas 1,3% da energia elétrica gerada no mundo.
Quando o assunto é uso de energia solar, a China aparece como líder no ranking de países que investem nesse setor, representando cerca de 26% das instalações de energia solar do mundo. Países como Estados Unidos e Japão também se destacam, cada um representando, aproximadamente, 13% da produção.
Veja a seguir a lista dos países líderes em produção de energia solar:
China
Em 2016, a China representou cerca de 40% da capacidade solar instalada no mundo.
Alemanha
É o país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, cerca de 500 watts por habitante.
Japão
É o segundo país com a maior capacidade solar instalada por pessoa, com aproximadamente 337 watts por habitante.
Estados Unidos
A energia solar representa cerca de 10% da geração de energia elétrica nesse país.
Itália
Cerca de 7,8% da produção de energia elétrica nesse país é representada pela energia solar.
A energia solar é uma fonte renovável utilizada para gerar energia por meio de painéis fotovoltaicos.

Fonte: SOUSA, Rafaela. “Energia Solar”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/energia-solar.htm. Acesso em 12 de março de 2020.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A Cerca Elétrica

A cerca elétrica é muito comum em casas, condomínios e empresas! Mas vocês sabem quais são os principais benefícios desse equipamento?

1- Baixo custo


Devida a sua popularização atualmente a cerca elétrica é uma das soluções de segurança 
mais baratas. Existem diversas empresas que produzem todos os materiais necessários à montagem e instalação da cerca.

2- Resistência


Todos os equipamentos usados em um sistema de cercas elétricas são feitos de materiais 
duros e imunes a oxidação, desta forma a cerca não é facilmente danificada por invasores e nem pela água da chuva.

3- Alta Confiabilidade


Uma cerca elétrica tem entre 8 e 10 mil volts circulando pelo circuito criado pelos fios e a central de choque. Por não conter corrente essa enorme voltagem não é capaz de levar um ser humano a morte, porém, é capaz de paralisar o invasor. É importante ressaltar que caso haja algum dano aos fios ou hastes da cerca o alarme da central é acionado imediatamente.

A cerca elétrica é realmente uma solução segura e barata para a proteção de imóveis, entre 
em contato conosco para solicitar um orçamento e saber mais sobre a instalação. Ligue (11) 2264-3060.